
domingo, 28 de maio de 2006
Vamos lá torcer por eles...

sábado, 27 de maio de 2006
2 Fotos, 2 Lados do Mundo

Por cá, o PM anuncia a revolução das farmácias. Fora o medo do monopólio das empresas "testa de ferro" como diriam os comunistas, de ressalvar a unidosagem das receitas médicas que impedem os medicamentos e dinheiro a apodrecer nos armários porque só precisávamos de 20 comprimidos e só há caixas de 60. Poupam o Estado e os Utentes milhões de euros.
Da Reitoria à Academia Balofa.
E não é que me vou admirando com o nervosismo de uma academia apática e tecnocrata, a gerir o sucesso de alguns cursos e o aparelho de um leque de professores a enfeitar departamentos obsoletos, outros em falência técnica a jorrar os fundos para privilegiados e novos cursos?
Os alunos perdem os neurónios na gestão do tempo e dos recursos, e nas propinas, que como qualquer outra questão evitável, são um dado adquirido e não se fala mais nisso. Questões, que não valem a pena discutir se não relatórios e contas, de Enterros, actividades rotineiras e campanhas eleitorais que não passam de jogos à la democracia. Os eleitos e os opositores, se os há e com força e dinheiro, batem-se por cada voto, e os ciclos e os protagonistas sucedem-se iguais e monótonos, com alunos desmotivados para qualquer luta académica.
Mas vejam-se as ideias de Moisés Lemos Martins, boas e interessantes, e se tornadas práticas, uma lufada de ar fresco numa universidade balofa e reumática, sem grandes actividades culturais, rotineira e fechada como aldeia da Cabreira, mas sem o verde e o ar puro da serrania… No entanto a candidatura é tímida e ou aparentemente intimidada pelo desinteresse que lhe tentam anexar.
Pelo contrário, a candidatura de Guimarães Rodrigues é deveras mais sólida e de costas mais quentes, mas cinzenta como o flyer da campanha e o grizalho da barba do Reitor. Os órgãos dos estudantes, do REOGUM (orgão que expressa os votos dos alunos para a Reitoria e cujas eleições se fizeram por se ignorar) até à RGA, parecem envenenados pelo aparelho e o regime vigente, de velocidade de cruzeiro. E certamente que o Magnífico Reitor, não se deve queixar de acções de campanha pouco participadas, com os departamentos e as escolas sempre abertas a ouvir e a confrontar as suas ideias. As de Moisés parecem ouvidas e assistidas a custo.
Entretanto a campanha azeda, com acusações e teorias de conspiração. A AGIR, o único agregado de estudantes disposto a discutir as boas e as más vertentes do Processo de Bolonha, é visto como um espinho encravado na “normalidade” académica. “Mina” todo normal e fisiológico funcionamento entediante das instituições que gerem a difícil vida da Academia, que não tem tempo nem o dever (?) de discutir coisas que aí vêm e que já se implementaram silenciosa e insidiosamente como raízes de trepadeira nas entranhas dos campi. Além disso os gestores de campanha de Guimarães Rodrigues parecem fazer por misturar e modificar a interpretação do movimento, associando-o reciprocamente à campanha de Moisés Lemos criando um bode de expiação de todo e qualquer pensamento tumultuoso que queira renovar a fachada de pensamentos cravados da Universidade do Minho.
Mas enfim, não me querendo disfarçar de cartomante e futurista, é obvio que passada a campanha, toda a discussão é varrida com os panfletos e os autocolantes, como os que sujam a rua nova de Santa Cruz. E com a limpeza, voltemos então à normalidade. A esse estado de hibernação crónica e passiva, que na inércia e na osmose do comboio europeu nos há-de levar para algum lado…
Saudações académicas
sexta-feira, 26 de maio de 2006
quinta-feira, 25 de maio de 2006
Bolonhesa, Indigestão e Resposta
É obvio que a Universidade do Minho tem os seus défices de participação activa dos seus estudantes, que antes enterram as mágoas de propinas altas e falta de condições com a embriaguez dos bares e nas figuras embasbacadas das fotos de revistas nocturnas, e que os dirigentes associativos pouco ou nada fazem para alimentar essa participação. Mas é opção de cada um protestar da sua vida da maneira que bem entender fazer dela. Aliás, o povo português é já de si o exemplo da desconfiança e do sacudir de capote sobre tudo o que é poder instituido e por ele mesmo eleito. Uma relação de amor a saco de pancada. Elegem-se os líderes para se dar pontapés neles e ignoram-se os fóruns de discussão e as responsabilidades ou quaisquer deveres cívicos.
Aliás, pecado do qual eu, humilde “pecador”, me confesso. Há muito que dei a entender a ambas as facções da recente guerra entre orgãos da Academia e indigestos de Bolonha que, dadas as minhas preocupações cívicas, gostaria de me aproximar do ambiente de discussão académico. Mas também há muito que me tenho deparado da falta de tempo para tal. Tenho uma paixão que se prende com questões da Sociedade Civil e pelo Poder Local, das quais não me ausento de opinar pondo em evidência os meus valores socialista-democrata e europeísta (que não a do Tratado Constitucional neoliberal). No entanto toda a participação mais activa se esfuma com outros interesses em outras artes e também na conclusão da licenciatura.
Quanto a Bolonha, e sem leitura aprofundada, parece-me que é um balão de oportunidades, só fragilizada por questões de financiamento: as omnipresentes propinas elevadas que comprometem qualquer esforço de formação por parte de cada um e por parte do próprio Estado, que olha passivo e atónito para o êxodo de estudantes das suas faculdades.
Tenho admiração por quem investe tempo no debate e na dirigência e em toda a participação política activa, por tudo aquilo que podem realmente oferecer de si aos outros. Funções tais que devem ser exercidas com o maior dos altruismos e não baseados em promoção de si e dos seus interesses.
Gosto de salientar os pontos positivos e negativos de este ou daquele dirigente. Nada me impede pois o País é, aparentemente, livre e eu também. E não há protagonista que o sendo se pode descartar dos comentários e da análise da sua conduta e da sua personalidade como dirigente associativo ou de outro qualquer orgão democraticamente eleito, como não há direito em transformar essas opiniões em armas de arremesso modificadas que prejudicam tudo e todos indiscriminadamente.
Até UMa próxima abordagem.
Saudações académicas
segunda-feira, 22 de maio de 2006
A Juguslávia pariu um Montenegro

E Belgrado segura-se na incerteza de um país despedaçado e mutilado, feito outros países banhados em sangue. A Juguslávia foi morrendo em sucessivos partos de peças de puzzle que tão bem Tito tinha encaixado. Morre uma das nações mais diversificadas da Europa, mas também a mais dividida. A Sérvia, ou o que resta, perde a ligação ao Mar e ao Mundo e perderá até ao seu passado quando o Kosovo se decidir pelo mesmo.
domingo, 21 de maio de 2006
E nisto se tornou o Festival da Eurovisão
Ultra-comercial, sem o glamour nem a inovação de antigamente e cheio de anglosaxonismos. Que saudades das canções que ganhavam e não se percebia a letra, dos pontos da Noruega pelo bacalhau, e da Inglaterra pelo Vinho do Porto, dos nossos 12 pontos para a Espanha e deles nada para cá. Lindo!
Ontem, até o Eládio Clímaco, revoltado, se enervou no final com o veredicto, e friamente se despediu: "Até para o ano em Reykjavik, na Finlândia..."
sábado, 20 de maio de 2006
O Segundo de Setembro
Mais um filme para agitar a ainda escaldada alma americana. O trailer de "World Trade Center" cria expectativas.
Via CineBlog
A Bandeira Mais Difícil do Mundo

Bandeira do Condado Portucalense, e do Conde D. Henrique primeiro grande português e pai de Afonso Henriques.
sexta-feira, 19 de maio de 2006
O Regresso da Múmia
E depois de mais um Enterro da Gata, não há corpo que aguente o Jetlag de acompanhar as festividades até que as portas fechem pela manhã dentro já, a pedir torradas e meias-de-leite.

Uma fotinha do Cortejo. E que me perdoem, a Nise e o Torres, mas eu (o do meio) já podia ser finalista como eles, é verdade!
segunda-feira, 15 de maio de 2006
Comunicado

sábado, 13 de maio de 2006
O Maior dos Coisos
Joaquim Oliveira, o adepto do FCP e do Desportivo de Cavez (em Cabeceiras de Basto para quem não saiba), tem-se tornado uma autêntica Internet Star, senão vejam: depois da versão Original, a Alargada, a versão castelhana, descobri esta nova:
"Eles coiso... mergulham!(Trance Remix)"
...a passar em qualquer Discoteca!
Findou-se o rio que desagua, secundário e afluente de um outro maior, num redemoinho submerso.
Findou-se o sofrimento e o prazer exposto, as palavras e a saliva gastas por uma erosão de egos insignificantes.
Morre a madeira e a coluna de água esquisita, horizontal, que passa desapercebida e se funde, que desaparece no nada, longe de vilas de ignorância em suas margens, fundida num corpo maior, despercebida e aglutinada, a banhar muralhas de cidades mais importantes.
Findou-se.
quinta-feira, 11 de maio de 2006
segunda-feira, 8 de maio de 2006
Acabou o campeonato...
domingo, 7 de maio de 2006
sábado, 6 de maio de 2006
O Dia de Todos os Congressos
No dia de todos os Congressos e similares, o PSD elegeu directamente Marques Mendes como Presidente e algures na Batalha, o PP ensaia outra de onde Ribeiro e Castro, com uma oposição que não está para ali virada, deverá também sair vencedor mas parcamente convincente. Como para fazer o jeito ao líder do tal partido conservador católico e de Direita, a facção azul-amarela do espectro político nacional deve dar-lhe a confirmação de que deve continuar como líder de transição durante este período de quase 3 anos de deserto eleitoral, sem campanhas à vista.

Por cá, em Cabeceiras de Basto, mais propriamente no Pavilhão Gimnodesportivo de Refojos de Basto, realizou-se o Congresso da Distrital Socialista do Distrito de Braga. Numa manhã mais quente, com os piropos e contra-respostas dos diversos apoiantes das duas moções ao congresso, os defensores da moção de José Ribeiro remeteram-se ao silêncio na parte da tarde, onde foi aprovada sem surpresas, a defendida por Joaquim Barreto recém reeleito na Presidência da Distrital. Na votação das várias moções sectoriais, foram aprovadas uma para a constituição de uma Escola de Hotelaria no Distrito, esta por unanimidade, e outra no sentido de fazer avançar a Regionalização a bem dos interesses e do Desenvolvimento da região.
"Al-Zarqawi não sabe manejar armas"
A Terceira Porta, à Direita, se faz favor



