domingo, 28 de maio de 2006

Vamos lá torcer por eles...

O Filme de Pedro Costa, Juventude em Marcha, está em competição pela Palma de Ouro do Festival de Cannes 2006. Eu, como cinéfilo e português, torço pela representação nacional.
O filme, que retrata uma família crioula em mudança de um bairro pobre das imediações de Lisboa para um Bairro Social recém-construído, foi muito bem recebido na Cidade Francesa, tendo sido aplaudido de pé no final. Não se esperam grandes surpresas, mas era bom que hoje Portugal ganhasse a sua primeira Palme D'Or.

[aqui]

sábado, 27 de maio de 2006

2 Fotos, 2 Lados do Mundo

Enquanto os soldados australianos tentam segurar os pilares ténues e frescos da Républica Democrática de Timor-Leste.



Por cá, o PM anuncia a revolução das farmácias. Fora o medo do monopólio das empresas "testa de ferro" como diriam os comunistas, de ressalvar a unidosagem das receitas médicas que impedem os medicamentos e dinheiro a apodrecer nos armários porque só precisávamos de 20 comprimidos e só há caixas de 60. Poupam o Estado e os Utentes milhões de euros.

Da Reitoria à Academia Balofa.

Há dias atrás julguei-me um aluno associado da Academia da Universidade do Minho alheado de todo o debate em torno da Eleição do novo Reitor, ou do mesmo. No entanto, o interesse brotou em mim que nem jazida de petróleo aberta em rachadura em pleno Atlântico Norte, quando me decidi por folhear panfletos e jornais de campanha, cartazes e abrir os olhos à blogosfera minhota.

E não é que me vou admirando com o nervosismo de uma academia apática e tecnocrata, a gerir o sucesso de alguns cursos e o aparelho de um leque de professores a enfeitar departamentos obsoletos, outros em falência técnica a jorrar os fundos para privilegiados e novos cursos?

Os alunos perdem os neurónios na gestão do tempo e dos recursos, e nas propinas, que como qualquer outra questão evitável, são um dado adquirido e não se fala mais nisso. Questões, que não valem a pena discutir se não relatórios e contas, de Enterros, actividades rotineiras e campanhas eleitorais que não passam de jogos à la democracia. Os eleitos e os opositores, se os há e com força e dinheiro, batem-se por cada voto, e os ciclos e os protagonistas sucedem-se iguais e monótonos, com alunos desmotivados para qualquer luta académica.

Mas vejam-se as ideias de Moisés Lemos Martins, boas e interessantes, e se tornadas práticas, uma lufada de ar fresco numa universidade balofa e reumática, sem grandes actividades culturais, rotineira e fechada como aldeia da Cabreira, mas sem o verde e o ar puro da serrania… No entanto a candidatura é tímida e ou aparentemente intimidada pelo desinteresse que lhe tentam anexar.

Pelo contrário, a candidatura de Guimarães Rodrigues é deveras mais sólida e de costas mais quentes, mas cinzenta como o flyer da campanha e o grizalho da barba do Reitor. Os órgãos dos estudantes, do REOGUM (orgão que expressa os votos dos alunos para a Reitoria e cujas eleições se fizeram por se ignorar) até à RGA, parecem envenenados pelo aparelho e o regime vigente, de velocidade de cruzeiro. E certamente que o Magnífico Reitor, não se deve queixar de acções de campanha pouco participadas, com os departamentos e as escolas sempre abertas a ouvir e a confrontar as suas ideias. As de Moisés parecem ouvidas e assistidas a custo.

Entretanto a campanha azeda, com acusações e teorias de conspiração. A AGIR, o único agregado de estudantes disposto a discutir as boas e as más vertentes do Processo de Bolonha, é visto como um espinho encravado na “normalidade” académica. “Mina” todo normal e fisiológico funcionamento entediante das instituições que gerem a difícil vida da Academia, que não tem tempo nem o dever (?) de discutir coisas que aí vêm e que já se implementaram silenciosa e insidiosamente como raízes de trepadeira nas entranhas dos campi. Além disso os gestores de campanha de Guimarães Rodrigues parecem fazer por misturar e modificar a interpretação do movimento, associando-o reciprocamente à campanha de Moisés Lemos criando um bode de expiação de todo e qualquer pensamento tumultuoso que queira renovar a fachada de pensamentos cravados da Universidade do Minho.

Mas enfim, não me querendo disfarçar de cartomante e futurista, é obvio que passada a campanha, toda a discussão é varrida com os panfletos e os autocolantes, como os que sujam a rua nova de Santa Cruz. E com a limpeza, voltemos então à normalidade. A esse estado de hibernação crónica e passiva, que na inércia e na osmose do comboio europeu nos há-de levar para algum lado…
Sem querer ser vítima de maus desentendidos e interpretações.
Saudações académicas

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Já não faltava a Salmonela

[mais um trocadilho de mau gosto]

quinta-feira, 25 de maio de 2006

Bolonhesa, Indigestão e Resposta

Não há nada que não se faça nem se diga em descontração e amena cavaqueira que não deixe ponta que se agarre e se transforme num enredo de novela. O efeito borboleta de duas apreciações acerca do carácter académico-político de um amigo numa discussão de problemas a que ninguém deve estar alheado, de repente transformou-se numa espiral barulhenta de um aproveitamento politiqueiro por um conjunto de estudantes para denegrir a imagem de um orgão eleito em democracia.

É obvio que a Universidade do Minho tem os seus défices de participação activa dos seus estudantes, que antes enterram as mágoas de propinas altas e falta de condições com a embriaguez dos bares e nas figuras embasbacadas das fotos de revistas nocturnas, e que os dirigentes associativos pouco ou nada fazem para alimentar essa participação. Mas é opção de cada um protestar da sua vida da maneira que bem entender fazer dela. Aliás, o povo português é já de si o exemplo da desconfiança e do sacudir de capote sobre tudo o que é poder instituido e por ele mesmo eleito. Uma relação de amor a saco de pancada. Elegem-se os líderes para se dar pontapés neles e ignoram-se os fóruns de discussão e as responsabilidades ou quaisquer deveres cívicos.

Aliás, pecado do qual eu, humilde “pecador”, me confesso. Há muito que dei a entender a ambas as facções da recente guerra entre orgãos da Academia e indigestos de Bolonha que, dadas as minhas preocupações cívicas, gostaria de me aproximar do ambiente de discussão académico. Mas também há muito que me tenho deparado da falta de tempo para tal. Tenho uma paixão que se prende com questões da Sociedade Civil e pelo Poder Local, das quais não me ausento de opinar pondo em evidência os meus valores socialista-democrata e europeísta (que não a do Tratado Constitucional neoliberal). No entanto toda a participação mais activa se esfuma com outros interesses em outras artes e também na conclusão da licenciatura.

Quanto a Bolonha, e sem leitura aprofundada, parece-me que é um balão de oportunidades, só fragilizada por questões de financiamento: as omnipresentes propinas elevadas que comprometem qualquer esforço de formação por parte de cada um e por parte do próprio Estado, que olha passivo e atónito para o êxodo de estudantes das suas faculdades.

Tenho admiração por quem investe tempo no debate e na dirigência e em toda a participação política activa, por tudo aquilo que podem realmente oferecer de si aos outros. Funções tais que devem ser exercidas com o maior dos altruismos e não baseados em promoção de si e dos seus interesses.

Gosto de salientar os pontos positivos e negativos de este ou daquele dirigente. Nada me impede pois o País é, aparentemente, livre e eu também. E não há protagonista que o sendo se pode descartar dos comentários e da análise da sua conduta e da sua personalidade como dirigente associativo ou de outro qualquer orgão democraticamente eleito, como não há direito em transformar essas opiniões em armas de arremesso modificadas que prejudicam tudo e todos indiscriminadamente.

Até UMa próxima abordagem.
Saudações académicas

segunda-feira, 22 de maio de 2006

A Juguslávia pariu um Montenegro


E Belgrado segura-se na incerteza de um país despedaçado e mutilado, feito outros países banhados em sangue. A Juguslávia foi morrendo em sucessivos partos de peças de puzzle que tão bem Tito tinha encaixado. Morre uma das nações mais diversificadas da Europa, mas também a mais dividida. A Sérvia, ou o que resta, perde a ligação ao Mar e ao Mundo e perderá até ao seu passado quando o Kosovo se decidir pelo mesmo.

domingo, 21 de maio de 2006

E nisto se tornou o Festival da Eurovisão

Ultra-comercial, sem o glamour nem a inovação de antigamente e cheio de anglosaxonismos. Que saudades das canções que ganhavam e não se percebia a letra, dos pontos da Noruega pelo bacalhau, e da Inglaterra pelo Vinho do Porto, dos nossos 12 pontos para a Espanha e deles nada para cá. Lindo!


Ontem, até o Eládio Clímaco, revoltado, se enervou no final com o veredicto, e friamente se despediu: "Até para o ano em Reykjavik, na Finlândia..."

sábado, 20 de maio de 2006

O Segundo de Setembro

Ora aí está mais um filme, o segundo, a retratar mais directamente os acontecimentos de 11 de Setembro de 2001. Oliver Stone realiza e à frente da representação está o mítico Nicholas Cage, o tal que é sobrinho do Francis Ford Coppola e portanto primo da Sofia...

Mais um filme para agitar a ainda escaldada alma americana. O trailer de "World Trade Center" cria expectativas.

Via CineBlog

A Bandeira Mais Difícil do Mundo

Hoje meio mundo (em Portugal claro...) olha, com expectativa, a demonstração de patriotismo e coreografia de mais de 30 mil mulheres portuguesas a tentar montar em pleno relvado do Estádio Nacional a Bandeira do País e da República. Ora a tarefa não podia ser mais difícil!
Não bastasse o facto de algumas dessas mulheres estarem no periodo menos favorável do ciclo lunar, outras tantas devem estar a passar por processo de divórcio (onde somos os primeiros), outras a pensar naquilo que vão fazer de jantar ou nos putos, onde é que eles devem 'tar? A isto junta-se a bandeira mais folclórica do Planeta, cheia de cores e picuíces, esferas, castelinhos e castelões, pintas brancas em escudos azuis encravados entre o vermelho e o verde, duas cores que têm tanto a ver como o Mário Soares e o Paulo Portas. Enfim! Difícil, exausta e desgastante como a própria existência portuguesa, sempre a complicar o fácil só para dizer que foi difícil.
O pai do primeiro rei era, sem dúvida mais prático, e até que nem era mau sermos parecidos com a Finlândia.

Bandeira do Condado Portucalense, e do Conde D. Henrique primeiro grande português e pai de Afonso Henriques.

sexta-feira, 19 de maio de 2006

O Regresso da Múmia

E depois de mais um Enterro da Gata, não há corpo que aguente o Jetlag de acompanhar as festividades até que as portas fechem pela manhã dentro já, a pedir torradas e meias-de-leite.

O autor do Blog O MAL MAIOR, regressa motivado em fazer-se ouvir na sua opinião, e a distribuir generalidades.

Uma fotinha do Cortejo. E que me perdoem, a Nise e o Torres, mas eu (o do meio) já podia ser finalista como eles, é verdade!

segunda-feira, 15 de maio de 2006

Comunicado

O autor d'O Mal Maior pede desculpa aos seus quase 30 visitantes diários, pois, nesta semana , vai ter a sua opinião condicionada por litros de cerveja, pó (de terra, claro!), concertos medíocres, diplomacias de circunstância e pequenos-almoços antes de ir para a cama, uma vez que este se encontra a averiguar as condições do recinto do Enterro da Gata em Braga.


Até lá.
Saudações Académicas!

sábado, 13 de maio de 2006

O Maior dos Coisos

Joaquim Oliveira, o adepto do FCP e do Desportivo de Cavez (em Cabeceiras de Basto para quem não saiba), tem-se tornado uma autêntica Internet Star, senão vejam: depois da versão Original, a Alargada, a versão castelhana, descobri esta nova:

"Eles coiso... mergulham!(Trance Remix)"

...a passar em qualquer Discoteca!

Findaram-se as correntes de mágoas vãs numa torrente ainda maior.
Findou-se o rio que desagua, secundário e afluente de um outro maior, num redemoinho submerso.
Findou-se o sofrimento e o prazer exposto, as palavras e a saliva gastas por uma erosão de egos insignificantes.
Morre a madeira e a coluna de água esquisita, horizontal, que passa desapercebida e se funde, que desaparece no nada, longe de vilas de ignorância em suas margens, fundida num corpo maior, despercebida e aglutinada, a banhar muralhas de cidades mais importantes.
Findou-se.
[.]

quinta-feira, 11 de maio de 2006

EU VOU...

... a Paredes de Coura!!!

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Acabou o campeonato...

... e por agora as mesquinhices e os programas de análise ao penálti, ao fora-de-jogo, ao escarro daquele jogador, às ancas da acompanhante do Pinto da Costa, ao acne do Cristiano Ronaldo, aos frangos do Moretto, à teimosia do Koeman, à descida do Vitória de Guimarães, ao pseudobraguismo, aos estádios vazios, aos bilhetes caros, aos insultos, à hooligamia (?), ao neonazismo, ao nacionalismo de cabeça rapada, aos campos pelados, ao dinheiro lavado, às prostitutas, aos caciques da bola....

domingo, 7 de maio de 2006

Esta é p'ra minha Mãe


The Heart Of The House
(Alanis Morissette)

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sábado, 6 de maio de 2006

O Dia de Todos os Congressos

No dia de todos os Congressos e similares, o PSD elegeu directamente Marques Mendes como Presidente e algures na Batalha, o PP ensaia outra de onde Ribeiro e Castro, com uma oposição que não está para ali virada, deverá também sair vencedor mas parcamente convincente. Como para fazer o jeito ao líder do tal partido conservador católico e de Direita, a facção azul-amarela do espectro político nacional deve dar-lhe a confirmação de que deve continuar como líder de transição durante este período de quase 3 anos de deserto eleitoral, sem campanhas à vista.


Por cá, em Cabeceiras de Basto, mais propriamente no Pavilhão Gimnodesportivo de Refojos de Basto, realizou-se o Congresso da Distrital Socialista do Distrito de Braga. Numa manhã mais quente, com os piropos e contra-respostas dos diversos apoiantes das duas moções ao congresso, os defensores da moção de José Ribeiro remeteram-se ao silêncio na parte da tarde, onde foi aprovada sem surpresas, a defendida por Joaquim Barreto recém reeleito na Presidência da Distrital. Na votação das várias moções sectoriais, foram aprovadas uma para a constituição de uma Escola de Hotelaria no Distrito, esta por unanimidade, e outra no sentido de fazer avançar a Regionalização a bem dos interesses e do Desenvolvimento da região.
Ora, e como espectador atento, mas de pouco tempo, no congresso, congratulei-me com estas duas moções sectoriais aprovadas. Há muito que penso que a requalificação da mão-de-obra em àreas em que há um défice claro de trabalhadores e onde o País e a região tem muito a ganhar, é extremamente importante e decisiva para um crescimento sustentado das economias locais e da própria economia portuguesa. A Escola de Hotelaria, a ser criada, é um importante passo. No que respeita a Regionalização, eu sou um fervoroso adepto e, meus amigos, como disse uma delegada de Amares (que me perdoe ela o lapso de não lhe saber o nome), esta deve de ser feita sem referendos, como qualquer reforma do Estado, e só deve ser aprovada ou desaprovada pelos portugueses nas Eleições Legislativas. Os Referendos devem ser reservados para questões de moralidade e Soberania nacional.

"Al-Zarqawi não sabe manejar armas"

E podemos ficar muito mais descansados...
Será que também não sabe carregar em botões de colete de bombas?

A Terceira Porta, à Direita, se faz favor

Pois é... Tony Blair não escapou a uma borrifadela de humilhação nas recentes eleições locais onde o partido Trabalhista, o Labour, perdeu claramente para os Tories, os conservadores. Sem corantes nem conservantes, Blair provou do próprio veneno. Aliás que diferença faz entre ter um Partido Conservador com nova cara ou este gasto partido pseudo-socialista-democrático inglês que se vem comportando como um neoliberal e privatizador, quase esquecendo as políticas sociais, e lacaio da Admnistração Norte Americana.

Jack Straw já la vai, certamente estoirado como o homólogo Freitas do Amaral, porta fora como bode da expiação e camelo da renovação que nada deve valer ao Tony. As poucas bombas que arrebentaram nas entranhas de Londres e as paródias do Exército Britânico a jogar aos Monty Pithon no Iraque, mais os feridos e os mortos, esquentaram o tédio e a paciência dos ingleses. Bye bye, Mr. Blair. Mas ele ainda vai insistir em morar na Downing Street os anos que lhe restam. Que se comporta-se à Esquerda, moderna mas responsável e fiel aos trabalhadores e às classes menos abonadas da terra de Isabel II, que não optasse pela tal Terceira Via, do Estado economicista, de Mercado e ouvidos de mercador, que desfigura o socialismo democrático e que o confunde com uma Direita que já está lá para fazer esse papel.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Agora a Sério

O Mal Maior dá-lhe Música.
É só reparem aí ao lado.


Se não quiserem ouvir é só carregar no STOP.

quarta-feira, 3 de maio de 2006

A Ansiedade

Num momento em que a escalada do preço do petróleo teima em esganar as pequenas economias dele dependentes como a nossa, resta-nos rezar para que amanhã se descubra uma alternativa rápida e sustentada... Entretanto não se vê Governo que nos valha a curto prazo. Este que temos lá vai tentando fazer umas reformazitas de ocasião, aquelas que se precisam e que doem na artrite preguiçosa de toda uma máquina de Estado emperrada e caduca. No entanto, as Reformas e as Reestruturações não vão parecer nada se o fardo do défice orçamental continuar a defraudar as espectativas dos portugueses e as réstias de esperança que se vêm definhando a cada empossamento.
De entre os ministros, consegue-se enxergar alguma qualidade no executivo, há espirito reformador nos Ministérios da Educação ao do Ensino Superior, há vontade na Justiça e na Saúde, há cumprimento no Ministério das Finanças e na Admnistração Fiscal, mas não se vê nada de imediato a não ser teatralidades de Bolsa e inauguração de coisinhas de nada... Só ansiedade e nevoeiro por enquanto... Ainda hoje, esteve Jorge Sampaio por cá, na minha faculdade, numa cavaqueira descontraída e nostalgica connosco. Muito melhor que o recentemente eleito. Esse que, apesar do nome, não nos dá tanto cavaco...

segunda-feira, 1 de maio de 2006

E ontem foi a "Noite do Burro"...

Eu nunca percebi a ideia da paranóia de encher portas e janelas de casas e carros com giestas. E tudo por causa do burro que vem de noite...
Até me arrepia...
Mas... Um burro?!?!?

Primeiro de Maio

O Feriado e os motivos de sempre...