domingo, 31 de dezembro de 2006
sábado, 30 de dezembro de 2006
O 2006 dos que partiram
Homens e mulheres das artes e da política, ditadores e democratas, do terrorismo e da liberdade, do desporto e do jornalismo... Efémeros...
quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
Perpendiculares ao Confuso
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
Yo, Brotha!!!

O resto do mundo pode achar absurdo, na sua hipocrisia inconsciente, mas a verdade é que Ramos Horta foi original e sobretudo coerente na sua mensagem de Natal, promovida pela BBC. Apelou a consciência de Bin Laden, chamou-o de "irmão filho do mesmo Deus" - o de cristãos, judeus e muçulmanos e sabe Ele de quem mais - e apelou à sua compaixão, ao diálogo e, de certo modo, à mudança. Pode ser polémico, mas o Nobel da Paz expressou-se tal como qualquer cristão de filosofia se expressaria: esperançoso, misericordioso, ciente da condição humana e sobretudo, apaziguador.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Notas de Invernia III
domingo, 17 de dezembro de 2006
Le Verdadeiro Amour
Quem nunca foi bairrista que atire a primeira pedra, mas esta pérola tirada do YouTube é qualquer coisa que esmaga quaisquer tentativas de expressão de amor à terrinha. No vídeo vê-se o melhor e o mais belo da freguesia dos péres au Portugal, incluindo a maison para passar e gozar o Agosto e a retréte, a casa dos vizinhos e a rua inclinada do Mirante, fotos tiradas do site da junta e outras que enfim... Até o bloco de apartamentos onde eu moro e o código postal(?).
Tudo isto polvilhado com a guitarra sevilhanóide e a voz de menino sem tempo de Tony Carreira. "Só penso em ti aonde estou, (...) aonde eu vou"; melhor que o site do Super Braga, melhor que a pronúncia do norte e acima de qualquer bolsa de valores no Porto. Obrigado Arcoensa, com "A" no fim, fizeste-me, por momentos, orgulhoso e bem-disposto, aqui no Portugal, aué!
Até pó ano na Festa da Senhora dos Remédios, se Deus quiser...
sábado, 16 de dezembro de 2006
Será que é desta vez...
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
domingo, 10 de dezembro de 2006
Morreu Impune
sábado, 9 de dezembro de 2006
A Pouca Vergonha e a Irritante Indiferença

Não se percebe como neste país se gastam 3 jornais desportivos e toneladas de horas diárias e conversas de café a discutir um jogo viciado.
A entrevista e o livro desta ex-"acompanhante" de Pinto da Costa é o relatório assutador da teia de interesses e da desesperança. As olheiras e o rosto pesado de Carolina Salgado é a face do medo e da visão do Inferno. Neste Norte deprimido - deste país macrocéfalo, com uma capital que absorve a riqueza de um país inteiro - o peixe graúdo engorda da decadência e do desespero, agudiza-se a corrupção e demais crimes económicos, os presidentes de câmara das cidades distrito são autistas e padrinhos, ou do serventilismo ou da esquizofrenia paranóide e demagógica.
Tudo se transforma numa imensa máquina de lavar, como quem esfrega parvoíce na cara de toda a gente, e os atordoados convertidos aplaudem tão altas e admiráveis figuras, em bustos e efígies de santos do alheio, observam o rodopio, absortos Os portugueses, e sobretudo do Mondego para cima, tornam-se marionetas estupidamente conformadas. E não digo por tique de sarcasmo ou aparente inantigibilidade. É um estado endémico e generalizado. Digo para que se reaja do nojo, de vivermos num país de justiça emperrada e onde os seus agentes parecem em parte, pactuar no sistema de adiamento e de impunidade, de uma culpa crónicamente solteira.
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Fumos de Abundância
Não fumo e era bom e menos aborrecido se ninguém fumasse, mas com tanta chuva e vento, frentes frias e depressões, até 1000 euros se esfumariam em tragos de cigarro, se a tal me dispusesse, mas a roupa fica com um cheiro insuportável e, com esta intempérie, custa a secar da lavagem.
domingo, 3 de dezembro de 2006
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
"Não passarão!"
Contra quaisquer iberismos interesseiristas, que se festeje hoje a restauração dessa fronteira de língua e de território, por muito ténue que se tenha tornado. Mas hoje marco, a negrito, a diferença de personalidade e de cultura, homens e de ideias. Prefiro-me português cáustico, irónico e fatalista- sobretudo romântico - a iberista amordaçado. Não nesta Ibéria, onde o castelhano e o castelhanismo, prepotente e arrogante, o mesmo que tentou obrigar o Prestige a largar o crude na nossa nossa costa, se faz dominar sobre a diversidade de lugares e de idiomas da península, onde ser-se português é, sobretudo, ser-se diferente. 






