Há cerca de um ano, terminava o meu estágio vivencional na Fundação A.J. Gomes da Cunha em S. Nicolau, Cabeceiras de Basto. Fez parte de um Projecto de Opção integrado no 1º ano curricular de Medicina, em que optei por passar umas semanas numa instituição de apoio a pessoas com deficiência e crianças em risco. Ora a experiência não podia ter sido mais gratificante. Para além de tomar consciência de quão importante este tipo de instituições são para estas pessoas e para a comunidade, senti-me orgulhoso de por algum tempo fazer parte de um grupo de seres humanos que faz um trabalho excepcional e um pouco ignorado pela comunidade local.
Escrevo este Post em homenagem e agradecimento aos dias que lá passei e que me souberam dar um pouco mais de sentido humanista essencial para qualquer profissional de saúde. Com carinho, um abraço do tamanho do mundo para todos eles, e que mantenham o mesmo ânimo e os sorrisos que se vêm no clip de vídeo que fiz:





E a Educação é sem dúvida um sector chave para o processo de modernidade do País. No entanto, se a ministra avança em alguns dias com medidas justas e há muito esperadas como os livros oferecidos aos alunos mais carenciados, o fim da constante renovação dos manuais escolares que se empilhavam nos arrumos das famílias (sem possibilidade de reutilização pelos irmãos mais novos) ou os concursos plurianuais (que atenuam mas não curam a gravidade de não saber onde se estará a dar aulas nos anos que se seguem), a verdade é que isto não passa de trapezias de cosmética num sector que necessita de grandes alterações e uma verdadeira política de coragem.
