quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

A Nintendo que se cuide...


Governo prepara-se para juntar GNR e PSP.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

A Mão Que Embala a Mortalha

Viva o Eixo Cabeceiras-Fafe-Guimarães, que em 30 minutos de viagem, de uma ponta à outra, em velocidades compatíveis com regras de trânsito e a segurança dos acamados, ou enmacados, tem direito a 3 serviços de urgência, sendo que 2 deles serão mais de atendimento permanente -postos de recambiação para o terceiro. Dois purgatórios antes da descida aos Infernos. Porque do Hospital da Senhora da Oliveira, já se pode esperar alguma coisa - com a opulência dos seus serviços especializados - dos outros, para além dos antibióticos e uma carrada de insultos, pouco sobra senão um posto e outro posto, que como portagem, só atrasa a chegada a Guimarães - onde o Serviço de Urgência se pode ter como tal. Sejamos coerentes, antes cházinho de cidreira, limão e mel para muitos dos grandes males. E claro há que compensar a má vontade de alguns, que não todos, profissionais que durante o dia estreitam as listas de atendimento- talvez devido a uma desorganização do serviços de saúde e do conceito de remedeio que e tem deles- e adicionar um ou outro durante a noite e durante o dia, para atender os excluídos que não deveriam estar doentes naquele dia - com uma amigdalite que fosse.
Confuso? O Serviço Nacional de Saúde também o é. Mas fafenses e cabeceirenses podem dar-se por descansados - porque as birras vão-se resolvendo pela calada do aparelho. Mas como português, e dali, no limiar do minhoto e transmontano, muito me preocupa que para além de carris enferrujados e serviços de obstetrícia encerrados, ninguém por Trás-os-Montes se deve sentir aliviado e despreocupado com a vida. Mais certo que por lá se reerga o Serviço Nacional de Mezinhas, quão certo e ampla se torna a sombra do esquecimento.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Bailinho no Jardim dos Bananas

Não me quero colocar selo de comentador político nacional. Faço como simples cidadão e autarca (de assembleia de freguesia que seja), mas se Alberto João Jardim até se pode demitir de funções e sujeitar-se a novo escrutínio, porque o seu programa não pode ser executado com os cortes impostos pela nova Lei de Finanças Regionais, e com toda a honestidade (aparente que seja ou não), perde a razão com os insultos aos restantes portugueses. Estes, que no rectângulo, têm de levar com sucessivos cortes e tiradas de génio do Ministro da Saúde, sem a arrogância desmedida da opulência madeirense, na sua ridícula figura de vitimização. Por cá, o baile é outro, vive-se a crise diariamente. E no Norte, o atraso é crónico e negligência política insidiosa. Na Madeira, é uma chuva de cascas de banana - do banquete e do enfartamento - tantas quantas as caras que Alberto João quer fazer dos contribuintes. Que busque o financiamento de Jornais e clubes de futebol, e demais compadrios propagandísticos, directamente aos turistas e subsidiários da pedofilia e outros dramas do seu Jardim offshore.

Caretas de Carnaval

O Ministro da Saúde já parava o desbridamento do Sistema Nacional de Saúde. Não tarda e só restam ossos e tendões...

E o PSD, na figura minguante do Marques Mendes, já chutava o Carmona da Câmara de Lisboa. Não vivo lá, mas é de uma lata que até enjoa qualquer nortenho que queira a Capital a arder

O Corso de Carnaval do Arco de Baúlhe definha. Passa rápido e rotineiro, repetitivo. Todos os anos igual. E se calhar, em parte, por falta de alternativas aos parcos acessos ao Nó da Autoestrada e às estradas Nacionais, que cruzam a vila(ou que resta dela) nas entranhas. Apressam-se as figuras e os carros alegóricos no passo rápido do samba (descontextualizado). Há camiões e domingueiros nos carros, à espera.

Quem vem de propósito, assiste a um quase nada e a um dejá-vu fulminante, dá por perdido o tempo. A autarquia, mecenas e comerciantes não vêem o potencial de investimento e de projecção. Este, vai tornando-se caquético e um vestígio do turbilhão de cultura popular que foi esta terra, de taberneiros e agricultores, nos anos 60, 70 e 80.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Totus Tuus, Ratzinger!

As Igrejas Católica e Anglicana estão prestes a fundir-se debaixo do Papa. Dissipa-se o Cisma e agora? Como é que se vão encaixar os vigários casados e as vigárias da versão britânica?

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Das últimas da Noite: desabafos como bufas da alma

Detesto ver jogos de futebol (e já vinha em míngua) em directo do Estádio do Nacional da Madeira. Aqueles chocalhos e oléee, olé olé olá, o Nacional é o melhor que há é de uma tortura desesperante. Valeram os golos do Miccoli para acalmar o ruídinho. Não volto a ver jogos dali. Nem que corra o Alberto João (esse sim) de tanga, de um lado ao outro do campo.O Braga perdeu - temos pena - e aos poucos vai regressando à mediocridade. E até que não se perde grande coisa, desde que o resto da cidade não volte a colocar-se toda, na íntegra, debaixo da batina do Cónego...

A JS veio entesuada com a proposta de legalização dos casamentos gay. Depressa se murchou a mesma com o desconforto na bancada do PS (nem precisava de ir à piscina municipal para saber). Sim, Pedro Nuno Santos, vai com calma. Já foi o que foi com uma coisa tão básica como a despenalização da IVG (aka Aborto) que fará com este tema tão fracturante - que põe de alerta qualquer serviço de ortopedia - quanto pesadelesco. É que, pelos vistos, ainda estamos a 40 anos dos outros Países da Europa. E, com Salazar como Grande Português para muita gente, mais depressa se avança com uma despaneleirização do País...

O Mal pelas Aldeias II : "Alegria e Movimento"

Ora, próxima 3a feira, cumpre-se (no seu sentido rotineiro) em Arco de Baúlhe mais um corso de Carnaval... Sim, de Carnaval, porque do Entrudo de outros tempos, sobram apenas os cartazes mal-razurados com críticas ao bom, mas sobretudo ao mau, que neste país e no concelho de Cabeceiras se faz e se passa. E gosto de fazer crítica à falta dela, ou de senso e honestidade dela, é que com a desfiguração do sentido original do Corso de Carnaval pouco ou nada sobra do humor irónico, do escárnio e da inteligência criativa das gentes do Arco. Por amor ao desperdício e à gritante importação de brasileirismos, faz-se disto um ensaio absurdo do Sambódromo do Rio, mas nem com o Aquecimento Global nos podemos esquecer e livrar dos rigores da meteorologia de quem vive no limiar de Trás-os-Montes e do Minho, e em pleno Inverno!

sábado, 17 de fevereiro de 2007

O Universo de Will Wright

O criador de The Sims e Sim City apresentou o seu novo desafio: The Spore.

E se criássemos a nossa própria civilização desde a primeira molécula orgânica até ao tempo em que buscamos novas civilizações no Universo?

Pois é. Este homem é um Génio.

[em cima a demonstração pelo próprio]

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Anti-Consensuais

Há um sentimento de consensualismo no ar que não me agrada. O consenso é emperro. Não há fracções em Portugal, há mudança de mentalidade, natural e mais humana e liberal. Há sobretudo um aumento da responsabilidade da Mulher e um processo de sustentação e afirmação dessa igualdade de géneros.
Este ruído que se ouve são crispações e actos de mau perder, resquícios de salazaroidismo caquético, nesta teimosa tentativa de imposição de moral. Este sentimento de remedeio resulta num comodismo e num desleixe que não despega. E volta-se para o arredeio de trás.
E uma adenda e emenda : aconselhamento obrigatório não. Consentimento informado - protege o acto médico, salvaguarda a saúde pública e sobretudo respeita a Mulher.
O único consenso é a liberdade.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

A Dona Helena e a Realidade da Habitação Social

"É só p'analizar... (...) Eu prefiro uma casinha só p'a mim, claro! T2, só p'mim.. p'a ter uma f... Uma.. Ah, pois é! Certinho, certinho!!!...

Será que a jornalista não percebeu que ela não era sem-abrigo e que estava "só de passaige"?

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

um postalinho de amor



Roubado ao Voando à Deriva

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Soma de carris

Este recente descarrilamento é um outro exemplo de cisão entre o interior rural e o litoral urbanizado do país. Rejeitou-se a Regionalização e os centros de poder e económicos ficaram ainda mais miopes para a portugalidade interior. Enquanto no litoral se erguem paredes ao mar, no Portugal de Dentro não falta uma imensidão de pedregulhos e de casas a cair. Nesta soma imprópria de carris, serão TGV's de Lisboa ao Porto e linhas enferrujadas do Tua (e Tâmega) ao Alentejo.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Os Foguetes e as Canas

Algo me enche de ânimo, mesmo que residual, de que se vá consumando progressivamente esta mudança sociológica que tanto li e ouvi apontar. De resto, são pequenas grandes mudanças e que mostram uma abertura deste país que se aparentava fechado a coisas novas. Verdade é que os portugueses sabem decidir determinadamente, estão dispostos a mudar de opinião, se devidamente esclarecidos e informados. Maiores e vacinados, quem sabe de si, e de quanto o Estado e a sociedade precisam do seu pequeno empurrão para sair da lama estanque, saem da cama e votam, discutem, agitam bandeiras e respeitam as decisões da maioria.
Os alguns dos outros - que quase me incomodam as entranhas de modo a ficar verde e disposto a largar o almoço na porcelana da retrete - enchem os fóruns de opinião crispados, "porque não foram votar". "porque eram contra o referendo" e "porque eram contra a questão" e portanto, se calhar -no meio da confusão imperceptível dos argumentos - "eram do Não". Ah! E a altos berros ouvi, que "o SIM não ganhou" ou que"25% dos portugueses votaram SIM os outros 75% esperam um novo referendo daqui a 8 anos". Ora, brinquemos com as leis e desrespeitemos então o civismo de quem foi votar, 45% que serão, e segundo alguns especialistas (ao retirar os eleitores fantasma de cadernos desactualizados) estarão bem próximos dos 50% vinculativos. Mas tão pouco interessa. A leitura é a que deve ser feita: fomos votar mais e muitos mais foram os que não concordaram com o estado das coisas até então. Mude-se esta lei para a outra, que para lá de justa é sobretudo plural e um acrescento na saúde sexual da mulher e da própria nação.
Num aparte, só me desaponta a maquinaria partidária concelhia e demais aglomerações, e de certo modo me frustra. É que nas freguesias, mais ou menos urbanas e mais ou menos rurais, de Cabeceiras de Basto muito provavelmente se ganharia, em votos no SIM (puxo a brasa) e na participação, se se ouvisse mais barulho pelas ruas e quelhos. Digamos que muito do que se pode dar em termos de politica partidária, fora das instituições de governo e de decisão, passa por uma maior intervenção no esclarecimento e formação das pessoas no civismo e na discussão dos novos desafios da sociedade. Os partidos, como os movimentos de cidadãos, são, ou deveriam ser, o motor crucial de transformação e dinâmica da sociedade, que deve ser plural, diversa, sobretudo culta. [Neste sentido e não em novelas e golpes de palácio, na partidarite acéfala e no maria-vai-com-as-outras, ou, no meu preferido, vai-c'os-da-feira-e-vem-c'os-do-mercado.] É que só uma sociedade dinâmica e diversa, com respeito e orgulho pela mosaicidade das suas pessoas, sem imposições de moral nem supeirioridade intelectual, se pode dizer de direito e democrata. E só assim sobrevive num mundo em constante mudança, por muito cliché que seja, mas é por aí o caminho, em frente, e tão pouco quero ouvir falar de referendos sobre a "reintrodução da pena de morte", a questão em si seria, essa sim, um retrocesso.

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Com Um ENORME SIM (59,3%)...


...nota-se a crescente laicização do Estado e a diminuição da influência da Igreja Católica, no seu cinto de castidade, no emperramento da modernização da Sociedade Portuguesa e da Saúde Sexual do País. Venha agora a luta pela Educação Sexual, pelo reforço civismo- é que as eleições deveriam ser mais participadas e entristece os cadernos eleitorais vazios de vistos- e também por outras temáticas do foro da liberdade de vida em plenos direitos e deveres. Viva-se mais a democracia!
Resultados aqui

Edital [Referendo 2007]

Arco de Baúlhe

SIM: 264 (46%)

NÃO: 298 (52%)

Brancos/nulos: 7/4 (2%)

Votantes: 573

Inscritos:1570
*
Cabeceiras de Basto
Sim:32,3% - Não: 61,7%
Brancos/nulos:6%

6h50: Bom Dia!

Vou ser dos primeiros a exercer o meu direito e dever cívico. Faço parte da Mesa de Voto da minha freguesia. Não fiques em casa, por muito que chova.
Vai VOTAR!!!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

A Foto do Ano


"Spencer Platt, fotógrafo americano da agência Getty Images, venceu o World Press Photo 2006. A imagem escolhida mostra, em primeiro plano, um grupo de libaneses a passear-se em Beirute num descapotável vermelho no meia da devastação, depois dos bombardeamentos da aviação israelita. "

A Cereja

Esta campanha, apesar dos momentâneos excessos de linguagem e do abuso dos argumentos, foi das mais entusiasmantes e participadas pela sociedade civil. As palestras estiveram sempre cheias de gente interessada e interventiva. Uma verdadeira festa da Democracia, que se nota bem viva e madura. Neste bolo de responsabilidade cívica, só falta a cereja de um referendo com grande afluência. Vão votar!!!

Derradeiros motivos.

A pergunta de Domingo é igual à de 98. A vitória do "Não" resultou em nada. Foi como um governo que não soube resolver os problemas nem cumprir as promessas. 8 anos depois deste mandato de passividade, de amorfismo, é urgente mudar de atitude, é urgente mudar a lei, é urgente votar SIM!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

A 7 de Fevereiro nasce

1102 - Matilde de Inglaterra, Senhora dos Ingleses (m. 1169)
1478 -
Thomas More, advogado, político e santo da Igreja Católica (m. 1535)
1804 -
Johan Ludvig Runeberg, poeta finlandês de língua sueca (m. 1877)
1812 -
Charles Dickens, escritor ingles (m. 1870)
1902 -
Clementina de Jesus, cantora brasileira (m. 1987)
1905 -
Ulf Svante von Euler, biólogo sueco (m. 1983)
1906 -
Oleg Antonov, engenheiro aeronáutico soviético (m. 1984)
1911 -
Carybé, Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador e jornalista brasileiro (m. 1997)
1914 -
Ramón Mercader, assassino de León Trotsky (m. 1978)
1926 -
Konstantin Feoktistov, engenheiro espacial e cosmonauta soviético.
1927
Dušan Vukotić, cineasta bósnio (m. 1998)
Juliette Gréco, cantora e actriz francesa.
1932 -
Rogério Duprat, maestro brasileiro (m. 2006)
1934 -
Edward Fenech Adami, ex-Primeiro Ministro de Malta
1949 -
Bert Sommer, cantor e guitarrista norte-americano, ex-integrante do grupo The Left Blank (m. 1990)
1952 -
Vasco Rossi, cantor e compositor italiano.
1965 -
Chris Rock, comediante e actor norte-americano.
1972 -
Gabriel Braga Nunes, actor brasileiro
1983 - Vítor Pimenta, português, médico(?), escritor(?), político(?), activista(?)... e outros pontos de interrogação.

domingo, 4 de fevereiro de 2007

O Incompreensível Silêncio da Apatia


Enquanto todo um partido a nivel nacional se mobiliza (ou se deveria mobilizar) na campanha pelo SIM no Referendo próximo, a concelhia de Cabeceiras de Basto do Partido Socialista, com uma deputada eleita em S. Bento, é a mais parada de todas. E sobre esta questão essencial de direito da mulher e saúde pública, não se houve falar de Debates nem Sessões de Esclarecimento. Nos paineis de outdoors por aqui, só se vêm colados cartazes de Circo.

Lamber cinzeiros

Numa quase ausência de luz agitam-se como doidos. E eu, tento enxergar para lá da parede de fumo e de inconsciência- não que não a tenha- mas endoidece, porque podiam largar aquele apêndice de ponta incandescente. Elas, tão pouco se apercebem do quanto incomoda o cheiro a alcatrão e milhentas toxinas, que lhes pintam de amarelo o indicador e o médio. O quanto se disfiguram de radicais livres. Deles não me admiro por cá: descem as escadas a cheirar a desporto e a esforço, disformes pela tensão da musculatura, pensam no Verão durante o Inverno, quando descartarem as roupas. Mas pior do que não sair do armário, é tornar-se num. São muralhas a cercarem-se uns aos outros naquele bater nauseante da música elevada aos limites dos decibeis. A minha roupa: apetece-me deitá-la ao lixo.

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Fala o Engonhador...



... na sua altiva superioridade. Que questiona a inteligência dos outros com a sua sublime perpiscácia política. Pena que seja um maior responsável pelos grandes impasses neste país. Timoneiro do Prelado dos Não's. Julga indiscriminadamente a legitimidade dos valores dos outros, e continua a não produzir nada que não seja uma verborreia intelectualoide sem significado para lá do entretenimento televisivo.Dá-se ao desplante de imitar Deus como Reitor de todo este país, regente de política, dá notas a este e aquele. De mim levava uma: 0. E voto nenhum. É, na sua hipnose, um emperrador da modernização da Sociedade Portuguesa.

O Mal pelas Aldeias I

Como para lhes compensar a birra e o sofrimento, os Professores (de Basto) voltaram a ganhar o Concurso de Cantadores de Janeiras, em Cabeceiras. E pelos vistos, a bradar aos céus por anos melhores, deve haver poucos como eles...

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Ministros e Polvo

Podia-me até dizer o contrário, mas nunca me o disse pessoalmente, e suponho muito pouco provável que o diga. Mas do Ministro das Obras Públicas não vejo mais que a figura encarnada da esfinge centralista. Aos poucos, Mário Lino, incorpora-se num cefalópede, de onde emanam tentáculos maiores e de mais ventosas, a controlar todo um país desde o Terreiro do Paço. Praticamente, no Norte e no Interior do País , as infrastruturas, decisões, equipamentos e demais empresas do Estado são retirados da égide dos locais e são colocados sobre a alçada macrocéfala de Lisboa.
Um Polvo cor-de-rosa/laranja que engorda na incapacidade e no tamanho com o passar dos anos e da alternância de mandatos, com a indefinição do pós-referendo da regionalização. Daquele(mais um) NÃO teimoso que agudizou a litoralização do país e quem sabe, o atirou às entranhas das ondas, que incansáveis vêm desgastando a costa e mostrando um país montado sobre falésias, onde abaixo tumulta um mar de incertezas.