quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Especial: Noite das "Brutchas"
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Os Dias da Rádio II
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Os Impunes
domingo, 28 de outubro de 2007
Tertúlia em Cabeceiras
Só falta arranjarmos sítio, dia e hora. Que dizem os interessados?
3 dúvidas mais ou menos esotéricas
Qual a necessidade de beatificar alguém que já era Santo Padre?
Porque é que na Última Ceia de Cristo, todos comeram do mesmo lado da mesa?
Porque é que o gajo gordo do Lost permanece gordo depois de tantos meses na ilha?
sábado, 27 de outubro de 2007
A Avenida que também sou dela
Hoje, d'A Cidade Beata e os Seus Dildos, no Avenida Central:
O Fim do Mundo em Calções de Banho (II)
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
A nú
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Sol e a Peneira
Mas não se pode viver com nada por perto. Nem postes, nem antenas de telemóveis, nem telemóveis, nem ondas de Rádio e televisão, nem ondas curtas fm, nem cimenteiras ou incineradoras, tão pouco centrais nucleares, nem estações eólicas, nem moinhos, nem retretes. Tudo causa cancro, doenças e males como tais, mais sólidos ou líquidos. O pavor do que não se vê e só por vezes se cheira. Não interessam as 12 gramas de sal que cada português come por dia, rincha e carne de porco com a gordura a papoilar, não interessam dietas parcas em vegetais ou fruta, tão pouco o exercício físico que fica por se fazer, a vida de stresse ou a falta de sexo. Interessam as antenas. Interessará também abrir guerra ao Sol, pelo cancro de pele e outras coisas que tais, menos boas que a fotossíntese ou a vitamina D. Em consciente moderação portanto. No País dos excessos vale mais tapar o Sol com a peneira.
Projectos de Basto: Palácio da Justiça de Cabeceiras de Basto
É destes edifícios que precisam as novas paisagens urbanas, mesmo estas encravadas num coração rural. Modernos e com um toque de beleza arquitectónica, inovadora e apaziguadora do caos e barulho, do mau gosto que a rodeia. Fora o cumprimento da sua função, muito dependente de todo o funcionalismo e eficiência do código civil e seus zeladores, que traga uma nova face a uma terra de quezílias por lavouras, mal marcadas e sobretudo por falta de respeito pelo bem de todos: o que se vê aos olhos e se sente nas pernas e braços. Pena é que fique o palácio também rodeado da muralha de betão que por lá se ergue.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
[Prato da Semana] Projectos Idiotas para Cabeceiras de Basto e que não são assim tão idiotas quanto isso: Estes 3 mais

- o Maglev, combóio de carril magnético, em circuito entre Refojos-Arco de Baúlhe-Cavez-Leiradas-Refojos: em alternativa à Transdev que monopoliza o trasporte público, em massa, pelas freguesias do Concelho e lugares de nomes engraçados.
- Estádio Olímpico de Olela-Basto, ali no meiinho, finado o Campo de Morgade e o Desportivo de Arco de Baúlhe, para servir atletas e um clube para o concelho todo. Enorme para umas 80 mil pessoas, tantas quantas devem vir morar para Cabeceiras, se os apartamentos e as casas que se constroem ficarem plenas de gente.
- Busteliberne: como Capital Rural das Liberdades, geminada com Amsterdão. A aldeia já tem o nome a soar nórdico, quase escandinavo ou centro-europeu. Faltam só Drogas leves, Red Light Quelho, Liberalismo sexual e de comportamentos, Coffee Tascas, cogumelos e santieiros, e alecrim em vez de tulipas. Isto fácil, dado a enorme comunidade de holandeses na Cabreira, que lhe tomaram casas e parques de campismo, só faltando os canais difíceis de rasgar e inúteis, como igualmente idiotas, até às largas centenas de metros de altitude. Ficava-se então pelo turismo gonne dutch.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Desta raça que m'avergonha
domingo, 21 de outubro de 2007
No dia em qu'O Mal Maior faz 2 anos: 24 Meses, 24 Posts

Pela Ordem dos Trabalhadores do Sexo
Diário d'O Mal pelo Mundo
Hospitalzinho de Aldeia
A Cefalização do Governo e o Coma da Militância
O Sexo Sentido
O Grande "Sala" e o Desafinado Hino da Alegria
A mão que embala a Mortalha
O Momentâneo Pasquim Paroquial e 2 Igrejas
Fumos de Abundância
Notas de Invernia II
O Lula da Cooperativa
A Cidade e o Rio
O Rescaldo
Tradição e Debilidade Mental
No dia do Portugal-Irão...
Bolonhesa, Indigestão e Resposta
Páscoa e Donas de Casa Desesperadas
Um Partido de Engate
A Expurgação dos Pecados
Pregação de Quinta-Feira
2005
A Cisma do Vaticano
Diferentes como Eles
sábado, 20 de outubro de 2007
A Avenida que também sou dela
Uma de ressabiado com tantas freguesias que há, e sem jeito nenhum, O Burro a Pão-de-Ló, no Avenida Central:
Nota de aviso a esta ruma de gente que vem do Avenida Central
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Sobre o Novo Estatuto do Jornalista
Uma nota à parte, tipo Marcelo, sobre Anónimos e Blogs da Bufaria
Só me irrita é a medrice. E vai daqui a mensagem para os "oprimidos" e potenciais defensores do Estado de Direito e democrático: o pior favor que se pode fazer à liberdade de expressão é alimentá-la de cobardia. Servem mal o país e o concelho onde vivem. Não são novidade, são o mesmo de sempre, lavadeiras de roupa suja de xaile enrolado nas bentas. Tão credíveis como beatas abocanhadoras da vocação dependurada do senhor prior.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
A Pobreza que entr' Agosto
terça-feira, 16 de outubro de 2007
[Prato da Semana] Projectos Idiotas para Cabeceiras de Basto, e que não seriam assim tão Idiotas quanto isso: O Basto Rei

Não vou pela proposta de outra figura para se lhe erguer os traços ao alto, pelo menos por enquanto, mas há elementos de tradição e natureza bem mais aproveitáveis neste momento. E digo do Monte da Senhora D'Orada, qual Morro do Corcovado sobre Cabeceiras e portanto, a precisar de um Colosso em cima. Estátua essa que passaria por uma ampliação, de 50 metros ou mais, do Basto.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
A Desintumescência
Os Dias da Rádio
domingo, 14 de outubro de 2007
[Prato da Semana] Projectos Idiotas para Cabeceiras de Basto, e que não são assim tão idiotas quanto isso: Spa para Vacas
E é provável que mereçam, visto que os cavalos, tão amados pela minha amiga Gabriela, já dispõem de um largo espaço para correrias e coiçes, tratamento veterinário, no Centro Hípico Municipal (na imagem). Essa que foi obra de grande envergadura e que, aponte-se de dedo em riste, deixou de fora outros ilustres animais da terra como a Vaca Barrosã e o Porco Bísaro.
Mal-a-Farra
O modelo até já foi exportado para Braga, Terras de Bouro ou Foz Côa. Mas o ridículo e a irresponsabilidade que se vê na BastoTv, com adolescentes (muitos deles abaixo dos 16 por lei) de garrafas de plástico, de litro e meio, a entornar goela abaixo sangria e champorreão, não abona nada as boas, ou as outras, intenções do evento. Cirróticas e negligentes, há montras que se evitavam. E aqui nem a máquina "mediática" soube funcionar.
sábado, 13 de outubro de 2007
Serviço Público ao pormenor
O anseio demontrado no Blog, teve resposta, directa ou não, pelo Ecos de Basto. Também eles se queixam do estado lastimável da Rotunda do Nó de Basto e explicam, muito interessadamente, porque é que ainda está assim, num raro apontamento do "Mais e Menos" fora da Vila de Refojos. Palmas para o esclarecimento. clap, clap, clap...sexta-feira, 12 de outubro de 2007
O Estado Laico em plenas funções
[21:59] Já começou a cantoria, em mais de q'antas linguas, das celebrações de Fátima em pleno horário nobre da Televisão Pública.
All Gore
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
A 10 dias de comemorar 2 anos d'O Mal Maior
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Ministério da Doença e Insanidade Pública
O homem encerra serviços, inclusivé algumas pseudourgências que só alimentam provincianismo lavadeiro. Não contesto. Melhor saúde? Não vejo. Mais médicos, 2000 de fornada ao ano, num país com médicos acima da média europeia? Não me parece. E falo porque me custou a entrar. Só à 4ª!Não há como nste país com uma dificuldade evidente em garantir médicos suficientes que façam a formação clínica, nos anos clínicos, e muito poucos hospitais com idoneidade, para os alunos da licenciatura e os da especialidade. E que quer o Ministro? Mais uma classe de profissionais em excesso, a granel e desmotivada, como aconteceu com a classe docente?
Não há falta de médicos. Estes estão concentrados que nem Sunquick no litoral. E isto não é puxar brasa à sardinha. É ser coerente. É exigir qualidade e melhor gestão do erário como eu exigo como utente e contribuinte, em IVA, e em IRS daqui a uns tempos. E esta passaria por melhorar os serviços nos hospitais e a sua eficiência, adaptar contratos com os profissionais e aplicar políticas que favorecem distribuição de médicos em igualdade pelo território português. Era acabar com a perversidade do trabalho anfíbio, entre o público e privado, porque público faz-se pouco porque se ganha mal. Era desencorajar e denúniciar os feudos em que se tornaram algumas unidades hospitalares e centros de saúde. Era incentivar o ensino e tutoria clínica, e desemperrar o acesso a algumas especialidades, essas sim elitistas e em falta evidente.
Quanto ao acesso a Medicina, opte-se pelo modelo holandês (lá estou eu). Interessante diga-se, menos incómodo aos infelizes. Este em que um aluno de média 10 pode entrar em Medicina como um aluno de média 19, com menor probabilidade na tombola, mas pode.
É nestas coisas que Correia de Campos se mostra completamente à parte do Serviço Nacional de Saúde na sua tutela.Não tem estratégia que não o corte orçamental cego e insustentável. É um analfabeto na àrea, um ministro que há muito devia ter ficado pela quarentena ou nem ter saído dela.
A ler também, como literatura recomendada: Demagogia, Populismo, Eleitoralismo Fácil e Trágico I e II
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Ideias para a Educação em Cabeceiras de Basto: Intercâmbios Europeus nas Escolas
Toda a gente sabe, e eu inclusivé, da vantagem e do enriquecimento pessoal e, ao fim ao cabo, colectivo das experiências além fronteiras. Tive essa oportunidade no contexto de um projecto continuado pela Associação "A Montanha" há anos atrás e também, isoladamente, na recente viagem aos Países Baixos, aka Holanda.Uma educação com valor acrescentado deve facilitar intercâmbios com outros países, pelos diferentes contextos e pelo desenvolvimento das capacidades de comunicação - inclusivé em inglês e outras línguas - e de aprendizagem. Daí que seria uma óptima e louvável opção financiar, junto das escolas, programas de intercâmbio entre estudantes do concelho e de outros concelhos europeus (quem sabe com perspectivas de geminação).
Sugeria desde já à vereação responsável na Cãmara de Cabeceiras de Basto que, como nas outras autarquias é parte importante na gestão escolar, a criação de uma espécie de "Erasmus para o Ensino Básico e Secundário".
Este não passaria, à partida, por um período de um ano, como o programa europeu para as universidades, mas sim de 2 semanas a 1 mês, em alturas mais relaxadas do ano escolar. A selecção de alunos devia ter em conta o seu desempenho curricular, o seu envolvimento na comunidade (colectividades, p.e.) e/ou outros critérios. O programa deveria previlegiar visitas de estudo a museus e empresas locais de referência, workshops das ciências às artes, fóruns de discussão sobre a Europa, abordagem dos sistemas de educação e saúde locais, actividades de recreio e desporto, funcionamento das instituições políticas, entre outras.
O resultado serão, muito certamente, estudantes mais empenhados, cosmopolitas, com competências mais desenvolvidas e com uma outra noção de participação cívica e do seu lugar na Europa e no Mundo. Em suma, melhores cidadãos.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Cabeceiras de Basto: Brumas no Futuro?
A obcessão de tornar grande - e o mais rápido possível - um concelho rural de Basto num urbano, estritamente minhoto e do Ave, torna tudo o que se vê em redor um puzzle difícil de encaixar. Os objectivos são portanto estranhos e confusos. Ninguém percebe claramente o que se quer fazer disto para o futuro. Se uma pseudocidade industrial, meca da confecção da Zara e Benetton e do imobiliário sem qualidade, com as suas astronómicas e merceeiras golpadas comerciais, quando em Agosto e em festas grandes do ano, extorque os trocados aos emigrantes clássicos e aos sazonais (na Espanha da construção civil) ou nas urbes dos filhos... Ou se outra coisa qualquer, que dê para mostrar mais a satisfação nos números que na cara das pessoas.O caminho é deve ser desde já definido e, na minha opinião, no sentido de a fazer como uma pequena "cidade rural", turística e de serviços, motor da região, feita de vilas bonitas, com dinamismo e ligações boas entre estas e com os concelhos vizinhos. E a estratégia envolve várias eixos da vida no concelho.
Antes de mais, a economia concelhia tem de se basear no comércio tradicional típico, qualificado e readaptado às novas realidades, tirando partido da paisagem, dos produtos, gastronomia e das suas bucólicas quintas e rudes, mas belas, aldeias de montanha. No entanto, esta deve proteger o consumidor com regulamentação adequada e com respeito pela concorrência, não se invocando desgraças sempre que uma grande superfície se queira instalar no concelho. A indústria, por outro lado, deve ser compulsivamente retirada dos centros urbanos - como acontece com algumas estações de gasolina, serviços de mecânica, serrações e outras lixeiras de metal a céu aberto - e movidas para a áreas industriais devidamente delimitadas, com bons acessos e com respeito pelas normas ambientais.
Deve haver também uma aposta clara na educação, plural e inovadora com formação profissional, previligeando hotelaria e serviços, em todos os centros escolares com 12º ano obrigatório. Por outro lado a classe política, nas assembleias e executivos, devem insistir na diminuição do peso dos serviços camarários e da dependência burocrática e financeira da mesma, na vida social e económica do concelho. Deve ser estimulada a actividade cultural independente, o mecenato, novos orgãos de comunicação social, a participação cívica e o debate nos projectos de maior importância para o concelho.
Um concelho faz-se num todo. A dependência das vontades e da disponibilidade camarária é um sinal claro de que a Sociedade Civil cabeceirense ainda é muito pouco moderna e europeia. A iniciativa privada não se pode ficar pelas queixas e pela berraria inconsequente nem refém do paternalismo da Câmara. Esta que, como qualquer executivo, deve ter progressivamente um papel moderador e concentrado no bem de todos e na eficiência das necessidades básicas como:
- educação de qualidade;
- equipamentos desportivos e culturais articulados com as escolas;
- saúde comunitária, com envolvimento da comunidade e não como feudo da classe profissional associada;
- a salubridade;
- os transportes e nas vias;
- a regulamentação de zonas comerciais, habitacionais e industriais com fiscalização prevenindo a construção ilegal, sem qualidade e sem respeito pelas normas;
- defesa instransigente e empenhada do património cultural e arquitectónico, fundamental para a oferta turística e para a identidade de Cabeceiras de Basto.
Os lugares em democracia não são propriedade privada, exigem respeito pelos eleitores e pelo dinheiro dos contribuintes. E democracia não são ouvidos moucos nem é insulto desbragado, é a noção da construção de uma sociedade onde todos contam. É tempo de se ter Cabeceiras de Basto como o partido de todos.
domingo, 7 de outubro de 2007
Falta de Higiene Mental
Dá-me a sensação de que se a ASAE inspecionasse Arco de Baúlhe, encerrava a vila.
A Avenida que também sou dela
Só para lembrar da Crónica, hoje Ladrões de iPods no Avenida Central.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Pela "discriminalização" positiva
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Projectos de Basto e Cavez para além do Coiso: Variante à EN206
Continuando nesta senda e agora que as máquinas desbravam urzes e entranhas ao vaus desde a rotunda da Auto-Estrada a Lameiros para a Variante, vale a a seguinte reflexão: vistas as coisas, e os expositores na Agro-Basto, com os planos de Urbanização das 3 vilas do Concelho de Cabeceiras de Basto é obvia a conclusão que Cavez é a mais prejudicada nos acessos à Auto-Estrada. Mais isolada que nunca, a vila do Padre Barroso, cresce devagar com tanta curva e contra curva, distante que está da dinamia económica. E a paisagem, por muito bonita que seja, torna-se penosa e pesarosa em comparação com as outras.2) uma remodelação da EN206 desde a Recta de Cavez(Ribeiro do Arco) com nova ponte sobre a Parada da Ribeira com ligação à Circular Urbana de Arco de Baúlhe (que se espera larga), na zona de Cerca Nova. Ligando depois a Refojos e ao Nó da Auto-estrada pela mesma.
Pode não ser para agora,mas "é preciso ver, ver...".
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Projectos de Basto: Piscina de Arco De Baúlhe
Peço desculpa aos restantes - muitos dos que lhe chamam tanque - mas já o disse várias vezes: que a Piscina Coberta de Arco de Baúlhe é tão grande como muitas urbanas em Braga e Porto. E suficiente digo, mas já não é novo que, por estas bandas, se queiram coisas maiores do que se pode usar. Ficam as pessoas em roupas largas como pitos calçudos. Chega e sobra, e se calhar nem era preciso, mas tem-se e vale que, por muito que tem demorado para abrir, é mais bonita que qualquer outra coberta no concelho e arredores. Faz lembrar o Pavilhão da Utopia...
Como desaparecer completamente
Gosto, e não gosto, desta canção que me lembra a vida como Outono. Cai como folhas. E depois há aquele ruído por trás como maquina de sulfatar enquanto durmo ,depois de almoço, no fresco do quarto durante o Verão. Mas chove entretanto.





