segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Boas Entradas
O 2007 dos que partiram
Vídeo com pessoas que, em 2007, se subtraíram fisicamente dos outros que vão ficando, nascendo e procriando, ou nem por isso. Gente das artes, do desporto, da política, do jornalismo, gente passageira, de cá, de lá fora, do Portugal profundo. Anónimos para uns. Importantes e sempre presentes para outros.
Fumai-de e Bobei-de...
Vai em jeito de arauto ou em som trombeteiro de foral régio:
domingo, 30 de dezembro de 2007
Prémios Mal Maior 2007 #3
O Bem Maior de 2007: O Sim nacional no Referendo à Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez.
O Mal Maior de 2007: A excursão laica e socialista, de Cabeceiras de Basto, ao Altis de Fátima.
A 15 de Julho riam-se os pivots de Telejornal, comentadores e o País, do quão estranho era ver gente oriunda 400 km de Lisboa a aplaudir - e muitos sem saber sequer o quê - a vitória do candidato socialista para nas intercalares da capital... O feito revelou as vergonhas dos aparelhos partidários, e o quão insidiosas se vão mostrando as fragilidades dos mesmos. Cabeceiras de Basto ficou mal na fotografia, o País também e o Partido Socialista pior. A gestão local do caso foi má e deu lenha para a então tímida fogueira da oposição. Pecado cometido e obrigatoriamente ponderado. Coisa que, por muita humildade rural que se nos exija, não há provincianismo romântico que perdoe. Foi eleito também um dos 3 acontecimentos negativos do Minho, no Avenida Central.
sábado, 29 de dezembro de 2007
A Avenida que também sou dela
"Finado o ano e vai com as horas da morte as melhoras da mesma. Em jeito de canto de cisne um pontapé neste país. José Gil é um filósofo português exilado desta teia de aranhiço rectangular, e de Paris, qual médico em telemedicina, traça como ninguém a etiologia e o diagnóstico de um Portugal há muito doente. Se o" Salazarismo foi doença que pôs de rastos o povo português", o que temos, e ressecado o cancro, são metástases a inquinar a democracia dali tirada. E nem a quimioterapia da União Europeia faz milagre perante o caquético sistema político-partidário que vai emagrecendo uns pela engorda de outros."
Prémios Mal Maior 2007 #2
Blogger do Ano: Pedro MorgadoNão é por ser meu colega e amigo. É pela revolução que o seu blogue Avenida Central desencadeou na sua cidade e se alastrou cidades e concelhos vizinhos, do distrito e norte do país. Nunca Mesquita Machado e presidentes de junta se espernearam tanto com a força da sociedade civil bracarense. Pedro Morgado é a cereja em cima do bolo do advento da nova era da Cidade dos Arcebispos: científica, moderna, plural e sobretudo livre. Com 24 anos fez do seu espaço lugar de respeito e admirado por outros de maior-idade e de opinião mais influente. É um cidadão de futuro e um dos melhores produtos da Universidade do Minho. Se Braga e o Norte renascerem nos próximos, certamente que Pedro Morgado tem a mão e o bisturi no milagre.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Prémios Mal Maior 2007 #1
*
Arcoense do Ano: Armando Duro
O Presidente de Junta de Arco de Baúlhe é, e dado o total estado de letargia da sociedade civil arcoense, a figura mais activa e interessada da Vila. São-lhe conhecidos e reconhecidos os esforços por torná-la atractiva e interessante no meio de um turbilhão de instituições e burgueses locais atacados pela doença do sono. Armando Duro é o único que vai acreditando, esgravatando as boas vontades dos de maior posse e dinheiro para contribuírem para o desenvolvimento da sua freguesia. Conhece os cantos todos à casa, como ninguém, e não lhe falta paixão pelas coisas ainda que se atrapalhe nos discursos. Media conflitos de lavoiras e logradouros, interesses de associações locais em prol de melhores condições para os seus conterrâneos. Mancha-lhe, o ano de 2007, a participação na excursão dos "menos jovens" socialistas a Lisboa, que tanto deu de falar (e mal) do aparelhismo em versão rural. Mas Armando Duro tem dado mais que qualquer um por cá e é o mais optimista de todos. Vai para ele a distinção e merecida.
Só para entender o contexto...
Faz-se a fiado
No contexto, o Estado publica listas de caloteiros - e bem!- como o vendedor de jornais do Campo do Sêco. E nestes editais do fiarada caem também órgãos de poder público, na própria esparrela, como a de ter a câmara municipal do meu concelho, entre muitas outras, por estes ou por mais antigos motivos, por atraso dos fundos e transferências, a não dar o exemplo de bom pagador, a tempo e horas.
Diz que é uma espécie de Hora de Ponta
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Terra de Abandalho ou o Buraco de Baúlhe
A casa que tinha, antes de construído o mamarracho, merecia melhor abordagem e é uma mancha no percurso da arquitecta que desenhou projectos muito agradáveis como a Central de Camionagem de Refojos e a Piscina Municipal de Arco de Baúlhe. Se bem que só fez por ajeitar um rascunho dos empreendedores da coisa. Mas seria preciso fazer um desenho? Bem, não que me queira armar em arquitecto, longe disso, mas era assim que imaginava um outro aproveitamento da casa dos Monteiro:

Nestas áreas históricas não pode haver retorno económico per se, imediato e inconsequente, só porque se comprou um edifício antigo e quer-se rentabilizar ao máximo o investimento. E sobretudo quando iguais erros se cometeram alguns metros abaixo.
É que por este andar, com o abandono e o desprezo pela sua história e marcas, dos edifícios de antigas pensões, casas de família e contrabandistas, Arco de Baúlhe nunca mais será coisa que se aproveite. E para lá caminha graças aos arcoenses com responsabilidade nestes actos criminosos.
Meta-se na cabeça: por este caminho, ao fundo do túnel, há uma vila que não será mais que um subúrbio abandalhado, sujo e deprimente. Para mal de anos de estórias deitados ao rio e para a generalidade do concelho de Cabeceiras de Basto, que perde diversidade na sua paisagem turística e na sua memória...
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Isto bem espremidinho é capaz de sair caroço...
"se ha alguem que não tem nada contra o arco sou eu!!
Quanto a simpatia pelo arco.. ate tenho alguma...se bem que se o arco desaparecesse tambem não iria sentir grande falta.
Mas quando falo mal do arco falo de cabeceiras ou de outro sitio qualquer...mas que o arco está a ser muito mal conduzido pelas entidades responsaveis, está....e tu como arcoense deverias ser o primeiro a dize-lo....
Quanto a politica da jota te preocupar!!!! nao e so a ti...é a muita mais gente...pois ja não estavam habituados a ver a jsd tao activa..."
O exemplo cabeceirense é aí também deprimente - perdoem-me que lhes diga assim a alguns dos membros pessoas de quem tenho estima, admiração e boas conversas - porque não são felizes as escolhas e pouca esperança me dão naquilo que vem de seguida. Também porque não lhes percebo utilidade nestes tempos, nem o que de novo trazem para a vida política e democrática... E aqui, a JS está amorfa e parada. A JSD cabeceirense, "activa" como dizem, é um clube inconsequente, tipo Grémio por cima do café da Praça em versão playstation, e tal como a casa mãe, o PSD, com uma visão muito mosteira do concelho...
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Festas Felizes
Desejo a todos os meus estimados e esforçados leitores, um Bom Natal e um 2008 pleno todos os dias, mais alegre e sucedido que a soma de todos os anos passados. :)
domingo, 23 de dezembro de 2007
[Humor de Natal] Pai Natal ou Menino Jesus : O Juíz Decide
E um dos melhores sketchs do Herman...
Tabaco Silva
Algo me diz no ar e na roupa que se vai fazer por esfumada e negligente. Nos cafés e bares vai continuar-se a fumar na brandura dos costumes, como se vende tabaco e bebidas a menores para lá dos avisos na porta e na parede.
Tímpanos iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
fosse eu delegado de saúde de cabeceiras e mandava encerrar as colunas de som dos dois bares mais frequentados do vilarejo.
sábado, 22 de dezembro de 2007
A Avenida que também sou dela
Num artigo de blasfémia cheio de espírito de Natal: Um Presépio de Duas Marias, que mais parece uma Parada pela Avenida Central:
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Des'Ordem nos Médicos
Quem vê na classe dos Médicos exemplo de dignidade e respeito profissional, pelo doente e pelas questões de democracia, fica ludibriado com 2 acontecimentos estranhamente abafados, talvez pelo contexto de Advento:
- Irregularidades nos votos contados, assinados falsamente por outros por correio, e um Bastonário que suspende funções na trapalhada.
- E a escandaleira que por aí corre de colegas a Sul copiaram ou fizeram em grupo (!) o exame de acesso à especialidade (coisa p'ra 30 anos) em prejuízo dos que mais a Norte cumpriram as justas normas de conduta. Tirando outros que, pelo país abaixo, beneficiaram de fugas de informação relativamente a questões.
Claro, Hospitais tipo Auto-Europa e doentes em linha de montagem e desmontagem. E aqui, antes fossemos mais considerados pelo patronatos mas pelos feitos coorporativos recentes, não admira o tratamento que nos dão...
Ecos do Leitor
"A Bastotv encontra-se desactualizada. Ou não se passou nada na Região de Basto desde o final do mês de Novembro que seja digno de ser notícia. Ou esta morreu à nascença."
Os Meus Dias da Rádio em Podcast
Fica aqui o ficheiro disponível para auditoria(!?) a quem quiser despender minutos da vida a ouvir 3 blogueiros entre eles eu, o mais enfadonho e enrolador de todos:
Afinal é mais perigoso ser-se blogueiro que segurança na noite do Porto
Recebi este mail nestes dias:
"Meu caro VITOR FOGP
Conhecendo-o como conheço não tenho dúvida de que é mais esperto que o Barra da Costa, mas ele é mais inteligente, muito mais do que v/, porque já o conheço também há 24 anos, desde Braga. Apenas um conselho: ainda a sua mãezinha lhe está a tirar os macacos do nariz debaixo do Arco de Baúlhe e já ele o enrabou...a frio. Ou é isso mesmo que v/ quer?! Olhe que o gajo tem tomates...o que também ajuda, não é?
Com estima
Júlio Barradas"
É que o Barradas está a ficar sem ideias mas tem pinta de serial sodomer. Já vem com a mesma receita desde que ameaçou empalar, a temperaturas baixas, um distinto vizinho minhoto, Ademar Santos do Abnóxio... Não há paciência... É verdade, assino por baixo.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Vão-se as automotoras vem o Centro de Emprego de Basto em 2008
Fica no entanto aqui em imagem grande, para mostrar ao moreio de outras zonas, roubada ao site da Câmara Municipal. Bela obra em tempos modernos e aliando na integração os edifícios da antiga Estação Ferroviária. Um Postal de Futuro desta Região, e para lá do granito.
Os meus dias da Rádio
É preciso ter azar
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Postais do Arco da Velha #2
Alguém que tenha fotos recentes destes quadros que as envie para o mail do blogue, ali de lado. O gerente agradece.
domingo, 16 de dezembro de 2007
The Smithead ou qualquer coisa dúbia e esquisita junta
Bela mistura de 2 das minhas bandas favoritas, se não "as" duas: Radiohead a interpretarem Headmaster's Ritual dos The Smiths.
Há gente que escreve bem ao domingo na Notícias Magazine
O Dr. Octávio Cunha, também sem link, fala dos desafios da escola nestes tempos e no quão devem preparar os alunos para mais do que simples tarefeiros. Querem-se também interventivos na sociedade e na democracia e empreendedores. Tarefa institucional que deve integrar e educar os pais e gente em redor da escola, na comunidade, no sentido de formar pessoas cada vez mais aptas.
sábado, 15 de dezembro de 2007
Uma Avenida dum Lado ao Outro do Minho, e até Trás-os-Montes, quem sabe Portugal de cima a baixo #2

O Avenida Central foi eleito O Melhor Blogue Português na categoria Cidade ou Região.
Parabéns ao Pedro pela casa que construiu, e onde tenho um arrumo maior que a minha própria casa. :)
A avenida que também sou dela
Hoje Via Satélite, a Ostracização por empresas de grande envergadura. Numa Avenida Central tipo Praça de contestação ao monopólio:
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
O Tântra de tenra idade
Dizia um colega meu, éramos alunos do 8ºano:
Bowling for Arco de Baúlhe ou a Malha aos exemplos de gestão perniciosa das escolas
De Cabeceiras de Basto: 1143(Vila) e 1252 (Arco de Baúlhe). Estes são os lugares no ranking das Escolas EB2,3 que calharam às duas do Concelho no ano lectivo passado. Nada que nos orgulhe portanto, bem atrás de concelhos como Vieira do Minho, Terras de Bouro e Amares, lugares acima logicamente.
Não seria esta altura, de Natal, para apontar dedos e até se podia justificar com os habituais condicionantes culturais e económicos de muitas famílias do concelho, mais parideiras e mais limitadas à lavoura, ao coçar-da-túbera e ao mata-bicho... Diriam outros, porque: sem desculpas! - digo eu. Ainda por cima quando são mais que sabidas as excelentes condições físicas que são oferecidas aos professores e alunos em ambas as escolas. Sem par na região em redor, admita-se! E o mais interessante é que as infraestruturas até são melhores em Arco de Baúlhe do que em Refojos, para lá de quaisquer bairrismos parolos.
No entanto, de alguma maneira, as exigências maiores advindas (com piscina, pavilhão gimnodesportivo, transporte escolar, biblioteca municipal e afins...) parecem negligênciadas por um suceder de gestões pouco ambiciosas a que não escapam as mais recentes, eleitas e reeleitas. Falhas que não podem ser descaradamente apontados às autarquias, porque estas têm cumprido a sua função, ao contrário do órgão executivo da EB2,3 de Arco de Baúlhe e agrupamento de escolas associado.O problema de base é que o actual sistema de eleição da direcção de agrupamento é tudo menos aberto e ponderado. É frágil às perversidades e à diabolização das pessoas, como que mandadas desde o inferno cor-de-rosa para amedrontar o paraíso independente de tanta laranja pendurada em salgueiro sobre lago de patos. Há todo um processo de intriga e jogo político, arremesso e batalhas em surdina, troca de favores e influências, caudal de vénias. E é isso que conta na eleição. Uma incomportável vergonha, porque a exigência de mais e melhor educação fica deitada para segundo plano e com isso as reais obrigações de uma liderança que se quer competente e abertamente escrutinada em prol dos mais interessados: os alunos. Estes, ainda longe da regateirice a que se submetem os pais e, pelos vistos, sem grandes exemplos de cidadania para o futuro.
Face a esta problemática, tão familiar em Cabeceiras de Basto, e em Arco de Baúlhe particularmente porque está para lá virada a reflexão, vejo com bons olhos o que o Primeiro-Ministro quer fazer dos conselhos directivos. Aliás, em muito boa hora, mesmo que tardia, por força da equipa do Ministério da Educação - perdoem-me os talibãs anti-Maria de Lurdes Rodrigues - a melhor de que há memória em tempos de legislatura democrática. E tudo porque quer realmente reformar o Sistema Educativo do País que, tido por todos como uma verdadeira bosta, tão pouco se dignam estes em querer desemerdá-lo.
Acaba-se assim com estas gestões de prejuízo, na fisiologia de base e completamente desligada do meio socioeconómico e cultural, a servir, e mal, interesses partidários por debaixo. Porque a responsabilidade das coisas funcionarem mal também será do conselho que a escrutina. E portanto, também este apontado quando for preciso na auditoria do dia-a-dia: na blogosfera por exemplo.
As comunidades devem escolher o melhor gestor da educação dos seus filhos a bem deste país e neste mundo extremamente competitivo, aliando todas as forças vivas locais na eleição e no julgamento da acção educativa. E com responsabilização. É uma questão de exigir resultados a quem os deve apresentar e de uma maneira transparente. De termos também uma educação de qualidade que forme cidadãos de valor acrescentado, com sentido crítico, empreendedores e argamassa de uma democracia madura e sustentável.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Do Tratado de Lisboa Assinado Hoje
Uma Avenida dum Lado ao Outro do Minho, e até Trás-os-Montes, quem sabe Portugal de cima a baixo
A crescente importância dos blogues como alternativa aos meios de comunicação clássicos é um dos mais democráticos feitos paridos da popularização da Internet. Tornaram-se sobretudo instrumentos de intervenção cívica, divulgação de ciência e devaneios pessoais.O Avenida Central do Pedro Morgado é um exemplo largo disso mesmo mas com cunho de qualidade. Fala de ciência e medicina (o rapaz é médico recém licenciado), fala de sociedade, fala de política, nacional e regional, das artes, do que for preciso, mas fala sobretudo da cidade de Braga. Está aliás, por de trás de uma das maiores regurgitações de participação da cidadania, de bracarenses e anexados, em torno das alternativas aos transportes da cidade. De louvar a iniciativa, devida, ou indevidamente, aproveitada pela comunicação social muitas vezes mais preocupada em copiar (daqui) na secretária, o jornalismo que devia ser feito no terreno e em serviço das pessoas e das instituições de todos.
É uma espécie de blogue modelo, pão nosso de cada dia. Vou lá eu mais certinho que à missa - a minha mãe que me perdoe. Tem por lá de tudo, mais que no Oliveira das Fazendas: a participação dos leitores, gente conhecida da praça portuguesa mais ensolarada, tem discussão e tem o olho e a boca de gente simples, e até dos gabinetes da edilidade de Braga. Eu até dou lá uma perninha aos Sábados. Não escapam, bispos, arcebispos, liberais ou nacionalistas, conservadores ou ressabiados da comuna de Lisboa.
Por estas e por outras, não surpreende o Avenida Central nomeado em mais de quantos prémios ao 5º Poder, ou que lhe em citação e conselho por parte de gente maior da Blogosfera.
Qual Diário ou Correio do Minho, qual quê? O Avenida Central é o meio de comunicação social (como lhe chamou alguém antes) mais importante e dinâmico da Cidade de Braga, e quiçá, da Região. Um dos melhores contributos para o acordar das cabeças por aqui. Para mostrar a importância da intervenção e participação dos eleitores nas questões da sua polis para além do descarregar do voto. Os minhotos menos conformados do Minho profundo também agradecem.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Vê Você Vida Selvagem, e também lixada para os aracnídeos
Hoje descobri lá um emaranhado de patas secas... Ou morreu, ou abriu loja noutro lugar de maior freguesia e deixou o couro da hipoteca, para pagar ao banco...
Participação cívica em medida grande: daqui debaixo até à Lua
Polícias e ASAE sem as costas quentes, pois é....
A justiça perra do País é a maior causa à falta de autoridade do Estado de Direito e da sua polícia. Seria mais ou menos isto que disse. Bem patente e já visto que não ajuda nada à segurança das ruas em que passeamos e na comida que comemos. A própria ASAE vai perdendo a tusa com os processos por resolver, que se vão acumulando nos tribunais. Não tarda nada e os cozinheiros voltam a cuspir no prato e a fazer cabidela com o próprio sangue. Quem sabe se poderá voltar a vestir D&G ou Lacoste na tenda do cigano, por fruto da falta de força dos Inspectores ao cumprimento das regras comunitárias. Mesmo no exagero pindérico das castanhas assadas e metidas em papel próprio e higiénico, ou das bolas de Berlim vendidas em correria pela praia com os inspecção a correr atrás, como disse um'altura a Helena Matos... País do 8 e do 80.
Palmas de ânimo daqui ao meu amigo Martinho...
Vá rapaz! Ânimo, para além dos canos metidos no corpo. Ele virão dias melhores, sem ursas a raspar-te as paredes do estômago à procura de mel. Tanto é que de castigo levou com um enxame de abelhas ou vespas, conforme a imagem que temos dos cirurgiões, vestidos de azul ou verde (também nunca soube...) asséptico! E desculpa ainda não ter passado por aí. Para além de amigo também sou um pouco preguiçoso. E ando um bocadinho cheio de hospital.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
E cresce a Blogosfera de Basto
Aconselhado por desígnio da conterraniedade. E não só. Brandas e Inverneiras. É do Arco!! ...e do Norte/Galiza. Bem-vindo, TZ.
Deste Porto
Uzis, Bombas e Caçadeiras de Canos Cerrados
Ou muito me engano ou à beira da Máfia da Noite, a polícia portuguesa dispara a pistolas d'água.
Nem Marante, nem Graciano Saga nem nem nem nem...
O verdadeiro hino à desgraceira humana em redor do chisco. E em tempos de Advento...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Questões à Velha pela Nova Lei das Autarquias
Há bens que vêm por mal?

O Marco Gomes diz tudo e mostra a Evidência de uma SCUT em Cabeceiras de Basto. Não devia ser paga por esta zona e portanto nem daqui até Vila Pouca de Aguiar. Mas antes uma auto-estrada que nenhuma, dirão.
Pensamentos que me tento em roubar
sábado, 8 de dezembro de 2007
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Por motivos profissionais de pendor mais pesado...
*
Em seguida temas em foco,como prendas do autor, em jeito de Natal e festas de um lado ao outro de Dezembro:
- O Plano de Urbanização de Arco de Baúlhe ao Pormenor
- A Deseducação Sexual
- O pródromo da eleição d'Os Grandes Cabeceirenses em conjunto com o blogue Remisso.
- O Natal pelas Aldeias: Fotos de Quelhos Engalanados
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Plano de Urbanização de Arco de Baúlhe aprovado!!!
Káká kakaka kaka...
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Por qué no me callo?
Percebo pouco de política internacional, mas até há pouco tempo comprava o Courrier todas as semanas. Aliás, no próximo mês, passa de semanário a revista mensal. Recomenda-se a quem vive mais isolado do mundo que no tempo do Oliveira Salazar. E dá várias alternativas ao assunto de conversa no café, sempre que se quiser tornar-lhe a mesa uma espécie de Quadratura do Ciclo.Isto, e dobrado o paleio em coisas de sovaco, só para dizer que a derrota de Chávez só nos deu garantia que as eleições por lá, afinal, eram livres. E que d'alguma maneira lá foi parar o homem, e não por obra e graça da Santíssima Trindade, tanto é que a Igreja estava metida fora. Custa a muitos, a mim inclusivé, que se amordace a liberdade de expressão e de sair à rua como se queira, mas líderes como Chavez, Evo Morales ou o outro da Nicarágua que não me lembra o nome, fazem o sentido e têm a sua lógica natural em países de extrema pobreza e de abudantes recursos naturais entregues a meia dúzia. Sem a tal paz social. E por fruto da ilógica ocidental do liberalismo económico a todo o custo e cego ao longe, amaciado pelos postais. Sobretudo o de influência norteamericama, que continua a olhar os países sul-americanos como meras fazendas gigantes de petróleo e bananas.
domingo, 2 de dezembro de 2007
O Hospitalzinho de Aldeia, versão 4 rodas e umas poucas de portas
Cabeceiras de Basto já tem Ambulância do INEM. Ora, ficará mais fácil, a muita gente doentinha desta terra, ir mostrar as "análzes durgênça ao médico, pa mas ver" ou ir "tomar o soro", qual elixir da jumentude engarrafado e pregado na veia. 


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