domingo, 30 de março de 2008
Modas
O Meu Tigre diz que se tivesse agora uma filha, chamava-lhe Carolina Micaela.
sábado, 29 de março de 2008
A Avenida que também sou dela
"(...) com o aval do alarmismo e dos pivots à americana, vai-se espalhando pela calada aquela doentia sensação de que há uma falta da tal autoridade neste país e, sem darmos conta, temos terreno fresado para a semente do respeitinho. Quem sabe, a rependurar fotografias do Presidente do Conselho no seu olhar de terna severidade, a paternalizar a reguada, as orelhas de burro, a testa contra o quadro de lousa e a demonização da adolescência com pêlos nas palmas da mão.
Enfim, manipulação tamanha que se torna mais gritante ainda quando se associam estes casos de indisciplina ao tal novo estatuto do Aluno. Coisa que, na cabeça dos opinadores, deu aval à fervura hormonal dos púberes alunos, tão sedentos de pecado. Ora, grande feito este do nosso sistema de ensino que em vez de ensinar matemática, faz por especializar os alunos em direito escolar." [ler mais]
sexta-feira, 28 de março de 2008
O Fim do Mundo em Cuecas de Fio Dental
quinta-feira, 27 de março de 2008
Solução de Mercado
Levanta-te e festeja, em mais de quantas bufadelas e vaivéns

Urbanismo Escatológico
.jpg)
O Meu Tigre não percebe porque é que se deixa fazer a merda e depois se embarga a merda a ver se cola.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Fitness Orçamental
terça-feira, 25 de março de 2008
Os Meus Dias da Rádio: Trio de Bloggers de Hoje do RCP
Transportes: SCUT's e não-SCUT's, combóios e metro; Desemprego no Minho e no País. Para ouvir, quem tiver pachorra...
Brecha na Muralha
E enquanto se pode comprar, é ditadura chinesa que mantém os preços baixos e a calmaria para fumar a prepotência da democracia. E depois? No Tibete se não manda Mao, manda o Buddha reencarnado. É Teocracia e, por isso, tão pouco ocidental, tão pouco secular e tão pouco democrática, mas pronto, para nós será daquela que não incomoda... Somos aliás todos uns apaixonados budistas. Menos o Jerónimo claro, e o PCPortuguês, que se faz entender do que têm como liberdade: a burocracia dos comités e o estaminé de milhões a produzir barato, por meia dúzia de injecções e meia-dúzia de salsichas. Livres como os números em grande, que "um morto é tragédia, 1 milhão é estatística". Aglomerados que valem por todos como formigas, desde lá de cima, na vista de patrões disfarçados de camaradas.
De qualquer modo a real politik não ia deixar a China com elefantes brancos, nem uma nação de 1 quinto de humanidade dependurada. Nem nós sem ver a Vanessa com o Ouro. Ui, era a total crispação e lá se definiriam eixos e barricadas a estoirar tudo. Não! A paz tem de continuar como queijo bolorento a quem se raspa o verde do fungo até se quedar pouco. Mas como no queijo, no mundo dá a volta à bola. De que valem os moralismos ocidentais, por exemplo, quando a política proteccionista da U.E. faz miséria em África e arrasta torrentes de agricultores africanos, gente nova sem futuro por lá, a galgar o mediterrâneo em câmaras-de-ar? Por este andar, boicotava-se tudo quanto é sítio. E de embargos estamos falados, de Cuba ao Iraque de Hussein.
Uma coisa é certa: os jogos olímpicos vão deixar a China em pelot com tanto jornalista - já disse o presidente do COI - e cabe à imprensa internacional, a livre está claro, aproveitar o Dragão de perna alçada e ordenhar-lhe os podres. É a brecha na Grande Muralha que se pode aproveitar, e a informação é a mais eficaz arma na transformação das consciências e dos regimes ...
segunda-feira, 24 de março de 2008
Museu das Terras de Basto
À falta de Basto Tv...
Pomada que levantava mortos
domingo, 23 de março de 2008
A Avenida que também sou dela
"...interessa mais abrir a camisa e os colarinhos ao enfartamento: vitela assada, anho ou cabrito ou lá o que seja, que sabe tudo a carne queimada e batatas. Vinho. Entram eles [os do compasso, fora d’oras - em casa como neste texto- , que no ano passado vieram mais tarde, ou mais cedo, conforme], de capa rosa-bordeaux-grená, a cor que houver no armário da confraria. Segue-se o ritual, Aleluia Aleluia Cristo Ressuscitou - já vai em milhares de vezes, e sem bolas de cristal. Beijinhos, bênções, cumprimentos e a ajudazinha para o S. Pedro, Santa Rita, Santa Comba Dão (e tiram!) ou São Sicrano e São Fulano. Entram notas no saco, envelopes, para mais santos e para foguetes - muito precisam os santos de dinheiro. Pum, pum: estoira-se graveto, mas cada um faz o que quer do seu. É a alegria em dias de míngua e subprime." [mais]
sexta-feira, 21 de março de 2008
Devaneios Vermelhos
as liberdades como as prisões tem varias formas
e estas pseudodemocracias livres do ocidente têm o dinheiro (nas dívidas, empréstimos e hipotecas) como maior prisão.
(...)
as crises...
tudo tem uma lógica por detrás:
a televisão, as falsidades e a publicidade tudo que alimente os alaridos da economia
[lá está…]
se reparares há uma tendência natural em concentrar tudo
sempre que há uma crise (também sempre especulativa) nos mercados, o que se vê são fusões: empresas e bancos que comem outros, uma cadeia alimentar, compram-nas a preço de saldo
[pois é…]
isto diminui a concorrência e favorece os monopólios
[por acaso já não jogo monopólio há bastante…]
depois eles impõe os preços que querem
quem se lixa são os mais pobres, cada vez mais escravos das dívidas e empréstimos
e se berrares: a igreja e aos arautos da moral dizem que és malcriado e vais para o Inferno arder!
quinta-feira, 20 de março de 2008
mistela
[O Mal pelos Leitores] "VINE A LES BIBLIOTEQUES E TRIA AL TEU GUST”
Bibliotecas, livraries e biblioteques…todas elas como o mesmo significado mas ambas com significantes diferentes que variam de acordo com o país onde se encontram e respectivas culturas existentes.
Em Girona (Espanha), “biblioteques” significam muito mais do que um local de leitura e pesquisa. Significam um lugar de encontros e desencontros, de trabalho, de “actualização” e, por incrível que pareça, de diversão. São lugares onde se vê crianças, ordeiramente diga-se, a brincarem com pequenos jogos didácticos, são lugares onde se encontram adolescentes a realizar os seus trabalhos escolares, onde idosos consultam o “seu” jornal diário ou a “sua” revista semanal e onde - como o meu caso –que através da rede wireless existente me permite “conectar” ao mundo
Outra realidade vê-se ainda hoje em Portugal, nomeadamente na Vila de Arco de Baúlhe, onde apesar de existir uma infraestrutura de grande qualidade o uso que se lhe dá é praticamente nulo!!
Pessoas de pouca cultura, pergunto-me?? Penso que não, porque desta pequena vila saíram e continuaram a sair profissionais de elevada qualidade!! Então... qual será o problema!? Falta de dinamismo, falta de divulgação e acima de tudo falta de hábitos. Este último, “pecado” do Homem, por sermos “seres de hábitos”, é o item mais difícil de conseguir, mas os outros dois podem e deviam ter sido cimentados ontem ou hoje, e não, como quase sempre, amanhã!!
Utilizando, porque não, o slogan que se vê por aqui… “Venha às bibliotecas e use-as ao seu gosto”
quarta-feira, 19 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
O Elogio do Verde
Uma floresta dinâmica - com os seus principais agentes envolvidos e em sintonia, com a colaboração da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - é uma provisão de futuro e uma salvaguarda ao desleixe que anos de desordenamento, falta de regulação e total estupro, na loucura dos fundos europeus, e com a introdução de espécies não-autóctones (eucaliptos, autrálias e mimosas a reboque), desbotaram a floresta portuguesa e a fizeram vulnerável a incêndios e tragédias humanas. Por outro lado, a aposta neste sector cria emprego, fixa pessoas nas aldeias de montanha, previne a desertificação e preserva tradições, costumes e produtos locais igualmente atractivos em termos turísticos e com isto, mais alternativas na empregabilidade.
A cooperativa criada facilita também a instalação da Central de Biomassa de Vila Nune, na recolha e gestão dos resíduos florestais. O equipamento é uma outra pequena grande vitória neste mundinho a ferver, de neve rareada e em que é urgente a diminuição da dependência de combustíveis fósseis.Outros objectivos no futuro - lunáticos ou utópicos, de certo, dirão alguns - passarão pela agilização dos processos de instalação das energias renováveis diversificadas (eólica, painéis solares...) dentro dos limites concelhios assim como promoção da eficiência energética, através de fundos ou incentivos fiscais.
Vejamos, de outro modo: um plano director municipal que, se revisto, privilegie a construção em áreas de boa exposição solar, viradas a sul, e se possível, com pareceres e sugestões técnicas ou mesmo reformulado com base num estudo encomendado/protocolado às Universidades próximas. Um PDM, ou orientações municipais, que regulamente os materiais a utilizar na edificação: reciclados, de fontes auto-renováveis, que beneficiem a economia local e o ambiente; assim como as próprias configurações dos edifícios, utilizando o IMI (com mais ou menos anos de isenção, por exemplo) ou outros procedimentos fiscais para penalizar ou premiar o imobiliário verde.
Já agora que falamos em Planos de Urbanização: é uma pena que o PUVAB (Plano de Urbanização de Arco de Baúlhe) - talvez seja tarde de mais apontar - não englobe a Freguesia de Pedraça, que nesta zona é a que tem melhor exposição solar e, mesmo sob administração de outra Junta, tem grandes afinidades com Arco de Baúlhe (assim como outras freguesias). É aliás, uma espécie de Gaia virada ao Porto, se bem que no inverso dos pontos cardeais.
Banqueiros de Liberdade
João Jardim chama "bastardos" e "filhos da puta" a jornalistas. Um jornalista (Daniel Oliveira) chama-lhe "palhaço rico". João Jardim fuma o charuto da impunidade e, na palhaçada deste Estado de Direito, enriquece em 2000 euros e juros de mora do mesmo jornalista, condenado por difamação num tribunal da Madeira. Metáfora maior nos exemplos pelo Portugal livre abaixo.
Neste país, parece que a liberdade de expressão é um bem que se pede emprestado e se paga às prestações com juros de mora. Mas estes “banqueiros” ficam livres de a gastar e doar a rodos, a quem bem entendam. E, infelizmente, o poder, a propriedade e as liberdades individuais (ou o livre arbítrio) têm esta assustadora tendência para o monopólio.
A7 tipo G7 e para Jet7
"(...) a A3 liga o Minho ao Porto, paralelamente à A28, mas atravessando concelhos com menor poder de compra, (...) é paga, e a A7 atravessa o Vale do Ave, uma das NUTS III mais pobres do país e com a mais alta taxa de desemprego, e é possivelmente a mais cara autoestrada portuguesa. Qual é a lógica disto afinal? Se se fala em regionalização é o deus nos livre da divisão do país, mas para dividir benesses da forma mais aleatória e injusta é o 'tá-se bem?(...)"
Ler também, no Remisso: Portajar quem não merece possuir uma concessão SCUT então "desportaja-se" quem merece e não tem uma concessão SCUT
segunda-feira, 17 de março de 2008
30 anos de Luta anti-Colonial
Um pequena reclamaçãozinha, oh vá lá...
Por outro lado: os mais novos(abaixo dos 19) e mais velhos (ou menos jovens...), acima dos 60 anos, pagam em diferenças de quase 1 euro abaixo. Ok, compreende-se até. É por motivos de recursos financeiros limitados: ou não trabalham ou a reforma é uma miséria. Quem sabe, é pelas dores de ossos. Mesmo assim são preços pouco públicos.
E quando os grandes factores de risco cardiovascular são cimentados na faixa etária mais penalizada no preço, é de fraca política de saúde pública e é um desleixe pela prevenção das maleitas que os afligirão pelos 50 acima. Nessa altura já é tarde de mais, mesmo com as promoções da idade...
domingo, 16 de março de 2008
Gripe Espanhola
Este país não é para pobres, nem assalariados ou escravos de parca miséria, nos trocados que lhe dão por horas ao sol e à chuva, em obras sem trâmites de segurança sequer, a fazer paredes finas em tijolo-estuque, condutância dos calcanhares de tacão alto, acima e abaixo, nos andares. A botar placa, umas em cima de outras, e umas por cima das outras. No estreitado que faz as cidades por cá e por lá, menos soalheiras e mais cinzentas-escuro, da cor do inverno quando era inverno.
Digo-lhes ao menos, a um punhado de gerações, pais e filhos de pior sorte, netos alguns se calhar, que lhes vai valendo ainda os fins-de-semana passados na casa portuguesa - com certeza! - a alimentar a saudade, a barriga de misérias, o empréstimo ao banco, a carregar o telemóvel. Essas coisas. Porque não os vejo por perto, grande parte deles - neste país pelo menos - durante o eixo de 2a a 6a. Para eles é de lunes a viernes. E em Cabeceiras de Basto - porque me interessa e sou de cá lapa de coração - nesses dias em ditongo castelhano, é um vazio de mulheres viúvas de presença e crianças sem pais nem irmãos, década de 60 em anos de outra fartura, esquisita, porque é o senso de fartura que escraviza as massas e as faz migrar para longe. E com isso, os que cá residem aumentam e diminuiem como as marés. Com anos próximos, uma maré baixa. Digo-o, nos rodeios de literado (modéstia a parte - não o devo ser assim tão inchado).
A crise do imobiliário tem adoecido a economia espanhola que arreava de cornadura ao alto estes anos para cima,e que a fez 8ª do planeta. Está mal agora, para quem constrói em Espanha e com ela, em piores lençóis, ficam os que insistiam em calejar as mãos por lá, em troca de um fim-de-semana em Portugal. A sangria vai levá-los de novo para longe, mais ainda: Alemanha, Bélgica, Suíça, Holanda, Inglaterra - quem sabe Angola! Pelo menos, enquanto não houver lançadas as empreitadas de Alcochete-Jamé, TGV e Metros de superfície. Mas duvido que por cá fiquem, mesmo assim. Estas grandes obras é para pretos e ucranianos, mais ou menos licenciados, com menos vergonha que os nacionais em serem trolhas por cá. Se calhar sem grandes alternativas. Enfim, coisas do fraco amor deste país a nobres artes e que se desenha no que lhes paga: ordenados esguios, os possíveis no saque ao longo da nomenclatura dos concessionários.
Nesse entretanto, os apartamentos, que enchem o olho e recheiam planos de urbanização aos caciques, quedam-se vazios como chalés. E com o subprime, inflações e taxas de juro em catadupa, quem sabe, nas mãos dos bancos que pouco saberão fazer com estes mamarrachos às moscas. São, na impotência da criatividade, falsos monumentos ao empreendedorismo. Enganam, porque não têm sustentabilidade, são angustiantes como os dias escravizados de hipoteca.
Não lesa nervos nem vasos (nem a paciência dos deputazos)
O Meu Tigre diz-me que para compensar a proibição do piercing, os mesmos (iluminados) deputados do PS vão propor a generalização do tento na língua.
sábado, 15 de março de 2008
Cães de Fila

Ontem(como quem diz):" Quem se meter com o PS, leva!"
Hoje:"não é dia de festa, mas antes de cerrar fileiras"
A Avenida que também sou dela
O Elogio ao Mário ou do Sindicalismo de Mercado, numa Avenida Central-Sindical!
"Na Broadway portuguesa do sindicalismo, Mário Nogueira é agora a estrela ascendente nos cartazes – Carvalho da Silva está de momento mais de mãos e pés gravados no cimento do passeio da fama, e de olhos a caminho de Belém, ele e mais uns quantos camelos, será? Mas do docente líder da FenProf, não lhe conheço carreira a olhar miúdos da carteira, é antes tão eficaz como um Pastor da IURD. Conseguiu pôr uma carrada de professores a fazer o que tanto contestam na política da Ministra da Educação: enrodilharem-se horas e dias na burocracia dos papeis, plásticos e telefonemas, mas por autocarros e mais de quantas bandeiras e cantigas em comícios à sua figura.[ler mais]"
Piercing (como Tiro) no Pé
Pode-se exigir fiscalização nas técnicas de assépsia e na formação dos tatuadores e piercers, como se as deve em qualquer produto que se venda ao público, mas nunca impor ao público o que deve ou não deve comprar.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Fim-de-Semana de Tainada e Duas de Treta

Já vem correndo o programa (começou a 11), mas aqui fica a sugestão aos meus leitores de longe - são alguns, e que cá queiram vir, a Cabeceiras de Basto:
09h30m - «Prova de pesca», Pista de Pesca Desportiva de Cavez
09h30m – Abertura da Exposição «A Floresta e os seus usos múltiplos», no Centro Hípico
Grande Corrida de Galgos (durante todo o dia), no Centro Hípico
10h30m – Conferência subordinada ao tema «A Importância do ProDeR no desenvolvimento da Floresta»
12h00m – Promoção Gastronómica do Cabrito e do Anho, nos restaurantes aderentes
15h00m – Conferência subordinada ao tema «Plano Global de Gestão de Caça Maior para a Serra da Cabreira», no Centro Hípico
16h00m – Apresentação do Livro «A pesca nas águas interiores de Entre Douro e Minho», no âmbito da Acção 8.1 do AGRIS
17h30m – Entrega de prémios aos vencedores da I Grande Corrida de Galgos e da Prova de Pesca
19h30m – Promoção Gastronómica do Cabrito e do Anho, nos restaurantes aderentes
21h30m – Revista à Portuguesa «Isto é demais», pelo órfão do Porto, no edifício Multiusos do Mercado Municipal
16 de Março (Domingo)
09h30m – Passeio de Bicicletas pela Floresta no Centro de Educação Ambiental – Org. Associação Desportiva Roladores de Basto
12h00m - Promoção Gastronómica do Cabrito e do Anho, nos restaurantes aderentes
15h00m – Festival Equestre, no Centro Hípico [colaboração do Regimento de Cavalaria nº6 de Braga]
18h00m – Encerramento da Semana da Floresta, do Cabrito e do Anho
A Cafreal – Refojos
A Paragem – Portela – Alvite
Churrasqueira do Paço – Paço – Arco de Baúlhe
Cozinha Real de Basto – Refojos
Luís do Outeirinho – Outeirinho – Refojos
Marisqueira Cabeceirense – Refojos
Nariz do Mundo – Moscoso – Riodouro
O Botas – Arosa – Arco de Baúlhe
O Caneiro - Caneiro – Arco de Baúlhe
O Picadeiro – Centro Hípico
Sole Mio – Refojos
Tasquinha do Pinheiro – Pinheiro – Refojos
Admirável Portugal Novo
terça-feira, 11 de março de 2008
Falta de respeito pelas normas europeias
O Meu Tigre disse-me que levaram tudo do armazém da ASAE porque aquilo estava cheio de DVD's pirateados, congelados fora de prazo e roupa da contrafacção...
Filósofos cheios de razão
segunda-feira, 10 de março de 2008
Estes Bloguistas Incendiários II
Isto sim é PS... mas OE!

Em Portugal, o 25 de Abril, encostou o espectro democrático, hipocritamente, do centro para a esquerda, quando não o devia. Sobrou este centrão híbrido, rosa-laranja, que não é nada e é tudo, que não se lhe descortinando grandes diferenças, engonha o país em questões menores sem um verdadeiro confronto político, para além das guerras de carácter e do insulto cínico. E sem uma agenda política, sem uma definição clara de um rumo, não há maneira de estancar a sangria de gente, das bases de apoio, ao longo dos zigue-zagues governativos. Sina, alías, de Governos portugueses seguídos, uns atrás dos outros.
Em Espanha não. Há uma clara Direita, e há uma clara Esquerda. E o PSOE é o que vejo de um partido socialista/social-democrata realmente: de esquerda, laico, moderno, humanista e batendo-se pelas questões fracturantes de Sociedade - dos direitos e liberdades civis - sem medo de as assumir, com a força de bases ideológicas congruentes com as pessoas que o compõe. Há ideais em Espanha. Aqui, vai havendo um circo de idiotas. Olé!
domingo, 9 de março de 2008
Tabuleiro Político
O meu Tigre pergunta-me: se a esposa de um Presidente é a Primeira-dama, então o marido de uma Presidente é um Primeiro-xadrez?
Under Barack Obama
sábado, 8 de março de 2008
A Avenida que também sou dela
"(...) quem conhecer o quão dependente, de equilíbrios hormonais e outros químicos, estruturas proteicas e moleculares tão aparentemente insignificantes, está a definição de uma identidade sexual (no corpo e nos afectos), fica com a noção que o que faz diferente de homem para mulher é quase tanto como de um homem peludo para outro mais depenado. E nisto, mais razão se dá ao Governo de Zapatero/PSOE quando não se cansa de embandeirar a Lei de Identidade de Género e as outras contra a escala de cinzas da Igreja e o monocolorismo do PP espanhol. É que tem em conta as redundâncias da Natureza, e nisto, é mais pró-natura e humanista."[ler mais]
Guerra de Números
sexta-feira, 7 de março de 2008
Eu Bloguista Libert(in)ário me confesso

Não se assustem os leitores com a foto (mais um desvario), que com este senhor partilho a futura profissão e a pose fotográfica, e o meu socialismo é menos dependente do Estado, libertário ou liberal, sem armas em punho. Prefiro disparar palavras, escritas aqui e noutros blogues. E portanto, quando em jornais locais falam nestas coisas e porque é demais evidente, não me importo de dar a cara e enfiar o carapuço. (Não digo o termo usual, não vá ter o rodilho de fonia consequências maiores que estes últimos escritos imprimidos). Há, no entanto, um terrível equívoco nestas faladuras da prensa porque não sei a que se refere, por exemplo, o A.C. (que ainda não sei quem é, nem ninguém certamente) no que diz respeito a dor de cotovelo. Eu pelo menos de cotovelo, de momento, não ando dorido. Talvez dor de cabeça com gente que não percebe nada destes espaços e fica paranóico com os devaneios das pessoas. Pior ainda quando, no alto da sua anciã sapiência, a medrar as liberdades de expressão recheadas de propósitos demoníacos, [estes dois colunistas] apontam a juventude de salazares em potência.
Mas adiante, sirva como esclarecimento: o pressuposto da finalidade de um blog, como tentam apontar as ditas personagens, é então por aí muito mal diagnosticado. Um blogue, como é o meu, o do Marco e outros que tais, que tanto gosto de ler e referenciar, é um espaço de exercício pessoal, opinativo, livre, impulsivo muitas vezes, e que lhe dá esse sabor que arrasta multidões de gente (vá, nem tanto). Enfim, possíveis porque são de e da Democracia e, como ela, moldáveis, adaptáveis aos tempos e às novas verdades. Mais: quem me vem lendo desde há mais de 2 anos, sabe perfeitamente que não me custa recuar numa opinião se melhores argumentos aparecerem e até, de certo modo, podem notar algumas incongruências típicas de espasmos de alma, de quem vem aprendendo com a vida, estados de espírito mais ou menos elevados, e que resultam em muitas imbecilidades(?) publicadas, com mais ou menos sentido de responsabilidade e de humor. Mas é da minha conta e risco, e uma vida sem isso não tem grande piada.
Neste sentido, o O Mal Maior é agora mais do que era seu propósito no início: uma expressão do meu eu, como cidadão, futuro médico, pessoa, português, cidadão do mundo, de Cabeceiras, do Arco, da Faia, de Braga, do Minho, de Eindhoven ou Utrecht, de sítios onde nunca fui. Dão conta aliás, que o engrunho [ao blog], jabardo nele, escrevo coisas que não interessa nem no acto de dar palha à burra, meto imagens, fotos, desenhos, caras, minhas e de outros. É, albezes, diário de coisas pessoais (e talvez nem o devia ser), e do que delas podem os que me lêem tirar, porque me decidi expor e partilhar no altruismo de me enriquecer com os outros e os outros comigo.
Mais, o blog não tem nenhum objectivo de abalar governos democraticamente eleitos, da minha freguesia a S. Bento, e dos quais desbraguei bandeiras ao alto com muita vontade . Tão pouco de os deitar abaixo- e nem tenho força para isso, há gente demasiado pesada e difícil de mover do sítio - mas antes de os fazer funcionar olhando o burburinho em redor. E portanto nunca fiz por demolir as coisas que fizeram de Cabeceiras de Basto, concelho agora apontado no mapa por muito boas razões e outras más. Entre elas lamentáveis erros gestão partidária local, aquando de excursões compulsivas a santuários que não ficaram bem a um partido laico, quanto muito ecuménico, para lá de outras vertentes de política dura e ortodoxa, e quando o mesmo tinha - e tem! - todas as condições de se modernizar nas linhas e atitudes, dado o restante cenário partidário absolutamente desolador.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Estes Bloguistas Incendiários...
quarta-feira, 5 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
Adenda a Professores Beatos, Demónios Ministeriais
Será mais corda na espiral de birra e sabe-se lá onde isto vai parar. Mas, talvez na ironia de um País com um Sistema Educativo de merda, sejam necessárias estas ressabiadas faltas de educação para limpar a merda do Sistema.
Professores Beatos, Demónios Ministeriais
Aliás, os professores admitiram este cenário durante muitos anos. Nunca nenhum professor negou que fosse necessária uma reforma profunda deste sistema putrefacto. Queriam todos a mudança. Só não queriam aquela mudança em particular. «Aquela mudança» era toda e qualquer mudança que fosse proposta. Em abstracto, eram todos a favor de mudanças. Concretamente, a coisa ficava mais turva."
Em Portugal, a classe dos professores, como muitas noutros sectores (saúde também, pronto- talvez o acto de contrição lhes contenha o azedo), muito pouco fez para mudar um sistema que é um total falhanço... Não lhes questiono, até, que talvez lhes tenha passado pela cabeça tal intenção, mas há confortos de inércia no serventilismo público que convém que não se mexa muito. Pelo contrário, é preferível o queixume, conceito-atitude impregnado nas várias formas do sindicalismo português que nunca percebi os moldes e os objectivos*, que faz rodar governos, uns tão parecidos e iguais aos anteriores e aos seguintes, e que perpetua este limbo. O mesmo estado das almas que alimenta os professores metidos no gordo da burocracia, a chamar nomes a primeiros-ministros (ou mesmo que não lhes tenham chamado, vamos só fazer de conta que sim), e que encarreiram nos automatismos da coisa. E aqui sim, também subscrevo o Pedro Romano, porque as formações pagas por muitos professores (do próprio bolso, como dizem), em mestrados e pós-graduações, nunca tiveram no âmago grande interesse pela valorização pessoal, no que poderiam dar aos seus alunos, que não na forma de acelerar na progressão e consequentemente em menos trabalho(menos tempo com alunos - ora vejam lá) e mais dinheiro. Tão certo como tudo nesta vida e neste mundo, que me perdoem os excelentes professores que conheço na dedicação e nos valores. Mas, infelizmente, é da actual natureza das coisas.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Das construções
domingo, 2 de março de 2008
Males Reciclados
Sim, Braga é cimento. Crescem mais os blocos de apartamento que as árvores. E tão próximos que, de Braga, quase só se conhece a chuva. O Sol, esse, mal se consegue encontrar. E não, não é um cinzento de edifícios antigos, é um cinzento de monocordismo arquitectónico, de aglomerados de betão armado. A colina sagrada, verde e coroada do Sameiro ao Bom Jesus e à Falperra, está a ceder ao compadrio... É, daqui a nada, um escadario de vivendas.
A Saúde sobre rodas, montanha acima

Aqui (mais) uma reportagem que dá conta de um dos mais felizes projectos da Câmara Municipal em conjunto com o Centro Saúde de Cabeceiras de Basto: o Posto Móvel de Atendimento ao Cidadão. Só um apelo a Rui Sá, e que serve como errata aos leitores de fora, Cabeceiras de Basto é um híbrido paisagístico-cultural mas é do Minho.
sábado, 1 de março de 2008
Meter água a direito por taxas tortas
Basicamente, e malabarismos de cálculo ao lado, famílias numerosas pagam mais por m3 de água por cabeça que uma família individual só porque o agravamento da factura (no seu pendor ambiental) não tem em conta quantos vivem numa casa e cegamente só penaliza o consumo absoluto. Isto, quando lares numerosos são por necessidade mais eficientes ambientalmente.
À atenção dos responsáveis camarários. Deus [ou a virtude para os ateus] está no pormenor, já dizia F. Lloyd Wright...
A Avenida que também sou dela
"(...) Trema, pois então, a Medicina convencional de medo: médicos, enfermeiros e administrativos; que extensões de saúde, centros, hospitais às moscas e urjaincias para gente que lhe dói a perna ou não conseguem dormir de noite, fechados agora, cedo serão ocupados por bruxas, curandeiros, cartomantes, endireitas, cortadores de mau-olhado, padres exorcistas. Enterrado o Serviço Nacional de Saúde no enterior rasgado por autoestradas - tão caras que são, é como se lhe passassem ao lado - erguer-se-á o Serviço Nacional de Mezinhas, como alternativa e não tarda nada, com ele, a fundação da Ordem dos Feiticeiros, como os seus colégios de Ervanárias, Endireitas, Cartomantes e afins. A Psiquiatria substituída por padres (se calhar outras figuras de aura santa) de bíblia numa mão e Livro de São Cipriano noutra, botando fora rezas ao mau-olhado, a talhar o bicho, a expulsar o Demónio, a ensinar as virgens a levar as mãos aos brincos d’ouro com o toar dos trovões ao longe. (...)[ler mais]
Os Dias do Teatro
Que Arco de Baúlhe tem tradição de teatro não há dúvida e que a tem em talentos, também pouco se pode questionar. Ontem foi exemplo disso: a A.R.C.A apresentou uma peça como produto de um Curso de representação que promoveu com Joaquim Jorge Carvalho, docente da EB.2,3 da vila. Este, a quem se lhe deve gabar também o entusiasmo com que organizou a feira medieval na Rua do Arco, numa iniciativa do agrupamento de escolas.Da peça veio um bom aroma, fresco. Os actores, alguns alunos da escola, de freguesias em redor e gente de outras partes mais afastadas do concelho, com atados laços de amizade e trabalho com instituições e pessoas arcoenses, demonstraram uma qualidade de representação surpreendente, e daqui bato palmas, de pé e aos saltos, ao excelente trabalho feito pelos responsáveis da formação. Haja mais disto por cá.
E pronto, aqui estará um exemplo - embora me pareça perturbamente temporário - daquilo que eu gostaria de ver feito sem a providência de docentes como que caídos dos céus: as associações culturais locais em simbiose com a escola, principal formadora de cidadãos activos e informados. No mesmo contexto do que tenho escrito. E aqui, talvez faça um acto de contrição, mas compreendam os leitores alguma insatisfação minha com o resto dos dias e com tanta boa gente por aproveitar.
De resto, para quem não assistiu, recomenda-se:
Hoje, 1 de Março
Auditório Municipal em Refojos de Basto (Vila de Cabeceiras)
21h30.








