O Meu Tigre diz-me que na manifestação de hoje em Lisboa, enquanto que PSP (afecta ao Governo) admitia entre 60 a 70 mil professores, a FenProf e sindicatos clamavam que eram quase o dobro dos que realmente haviam no país.
Vítor aí não me parece que estejas a ser coerente, mas é a minha opinião. Acompanhei a manifestação pela RTP/N e pela Sic/Notícias e foi referido que a PSP avançou o número de 85 mil professores a manifestarem-se. os sindicatos apontaram 100 mil é certo, mas a diferença é insignificante se considerarmos que foi a maior manifestação sectorial desde o 25 de Abril. Governo que não compreende o significado desta manifes~tação e se recusa a corrigir ainda que em determionados pontos ( e não é difícil) a sua trajectória política no sector educativo, também me parece que não é governo que sirva para Governar Portugal. Hoje em Lisboa estiveram mais de metade do universo dos professores portugueses, e é preciso compreender os sinais. Torno-te a dizer e sei que compreenderás: Nunca vi fazerem-se reformas de fundo, tendo como opositores os principais agentes da mudança. Aqui, julgo que não ficaria mal alguma abertura ao diálogo. Mas isso, é a minha opinião e vale o que vale. Abraço.
Caro Eduardo, confesso que de certo modo vou-me descaindo para lado nenhum. Tenho lido artigos, mais ou menos suspeitos, e enfim: já nem sei que diga. Eu realmente só lamento que os agentes de mudança nunca tenham sido os primeiros a lançar-se na mesma no banho-maria das coisas. E depois claro, ao mínimo sinal de estupro de alguma coisa, sai este clima que nem é democrático nem coisa nenhuma, nem de cima nem de baixo.
E confesso que não tenho nenhuma simpatia por sindicalistas em Portugal, então este Mário Nogueira, que nem sei se algum dia foi professor a sério, como outras figuras de outros dos sindicatos são uns avençados do altifalante, fazem eles próprios carreira neste vai-que-não-vai-que-não-vai-nada.
E obviamente que nada se poderá fazer em fundo sem a colaboração dos profissionais do sector, mas se esta ministra (pelos vistos) não o faz, fará algum ministro da Educação neste País ou nesta Democracia?
Ah, e o post foi uma piada à guerra de números destas coisas que propriamente aos números, estes nem os contesto.
Pi, falaste do sindicalista que provavelmente nunca foi professor a sério... Esse é um dos problemas que eu vejo nesta reforma... Só chega a professor titular quem ocupa lugares de chefia numa escola... Aqueles professores que, por não gostarem de ser professores, ocupam uma infinidade de cargos de forma a diminuir o número de aulas que têm de dar... Quem gosta verdadeiramente de dar aulas e detesta as burocracias (de que alguém tem que tratar, é certo)fica desta forma prejudicado. Isto é apenas um exemplo!! Quanto aos números da manifestação, a PSP acabou por concordar com os sindicatos: 100 mil professores (cerca de 2/3 dos professores portugueses).
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Vítor aí não me parece que estejas a ser coerente, mas é a minha opinião. Acompanhei a manifestação pela RTP/N e pela Sic/Notícias e foi referido que a PSP avançou o número de 85 mil professores a manifestarem-se. os sindicatos apontaram 100 mil é certo, mas a diferença é insignificante se considerarmos que foi a maior manifestação sectorial desde o 25 de Abril. Governo que não compreende o significado desta manifes~tação e se recusa a corrigir ainda que em determionados pontos ( e não é difícil) a sua trajectória política no sector educativo, também me parece que não é governo que sirva para Governar Portugal. Hoje em Lisboa estiveram mais de metade do universo dos professores portugueses, e é preciso compreender os sinais. Torno-te a dizer e sei que compreenderás: Nunca vi fazerem-se reformas de fundo, tendo como opositores os principais agentes da mudança. Aqui, julgo que não ficaria mal alguma abertura ao diálogo. Mas isso, é a minha opinião e vale o que vale. Abraço.
ResponderEliminarCaro Eduardo, confesso que de certo modo vou-me descaindo para lado nenhum. Tenho lido artigos, mais ou menos suspeitos, e enfim: já nem sei que diga. Eu realmente só lamento que os agentes de mudança nunca tenham sido os primeiros a lançar-se na mesma no banho-maria das coisas. E depois claro, ao mínimo sinal de estupro de alguma coisa, sai este clima que nem é democrático nem coisa nenhuma, nem de cima nem de baixo.
ResponderEliminarE confesso que não tenho nenhuma simpatia por sindicalistas em Portugal, então este Mário Nogueira, que nem sei se algum dia foi professor a sério, como outras figuras de outros dos sindicatos são uns avençados do altifalante, fazem eles próprios carreira neste vai-que-não-vai-que-não-vai-nada.
E obviamente que nada se poderá fazer em fundo sem a colaboração dos profissionais do sector, mas se esta ministra (pelos vistos) não o faz, fará algum ministro da Educação neste País ou nesta Democracia?
Ah, e o post foi uma piada à guerra de números destas coisas que propriamente aos números, estes nem os contesto.
Abraço
Pi, falaste do sindicalista que provavelmente nunca foi professor a sério... Esse é um dos problemas que eu vejo nesta reforma... Só chega a professor titular quem ocupa lugares de chefia numa escola... Aqueles professores que, por não gostarem de ser professores, ocupam uma infinidade de cargos de forma a diminuir o número de aulas que têm de dar... Quem gosta verdadeiramente de dar aulas e detesta as burocracias (de que alguém tem que tratar, é certo)fica desta forma prejudicado.
ResponderEliminarIsto é apenas um exemplo!!
Quanto aos números da manifestação, a PSP acabou por concordar com os sindicatos: 100 mil professores (cerca de 2/3 dos professores portugueses).