Não lhe fazendo o elogio da inocência, Vale e Azevedo calhou, por azar, de ser o mediatizado bode expiatório do crime de colarinho branco em Portugal, nos últimos anos. Não fosse por aí a excepção, ainda teve o azar da justiça querer que cumprisse penas, umas atrás das outras, sem direito a cúmulo jurídico. Nesta razão está o argumento para contestar o pedido de extradição para Portugal. Mas azar mais uma vez, agora pela altura. Num contexto de crise financeira mundial por falcatrua, de pouco valerá o recurso à decisão do tribunal de Londres: não estou o Supremos ou os Lordes a querer dar aval de permanência a um cadastrado do dinheiro.
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