Depois do habitual ilusionismo, a realidade expectável: aumento do IVA, corte nos salários da função pública e António Barreto, um tipo que até se dizia de esquerda, afirmar que "direito à saúde, educação e habitação é incompatível com a crise" (ou talvez até nem tenha dito tanto isso). Em vésperas de celebrar 100 anos de República, este é o amargo de boca de quem prova da podridão do regime.
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