quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

e se fossem à merda?

já sei que há-de vir alguém dizer que passos coelho recomendou o óbvio e o inevitável na "actual conjuntura". mas é conversa que não tenho, nem quero aceitar. ter como natural a emigração da nossa mão de obra qualificada é de uma insensibilidade revoltante, como se a decisão de abandonar o país, deixar família, amigos, locais de afecto, sujeitar-se à hostilidade de quem recebe, não fosse terrível. a leviandade e a ligeireza das palavras, tanto do primeiro-ministro como do rotundo rangel, são típicas de uma classe de gente incompetente com o cú bem assente onde lhe quer e apetece. essa sim, que devia ser castigada com o desterro. um mau governo não exporta o futuro. um bom governo apresenta motivos para se querer ficar. de outro modo, para que é que o povo, a não ser que seja estúpido ou masoquista, quer eleger figuras cuja única solução que lhe apresenta é a saída do país?

3 comentários:

  1. Anónimo20:45

    Estava a ver que não. Estes trastes, recém eleitos já querem pôr o povo fora do país. Eles (governantes) é que deviam ser corridos, expulsos ou exilados pelo povo.
    CAMBADA DE ATROFIADOS

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  2. Fica provado uma vez mais: somos governados por inadaptados, inimputáveis e vilões.

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  3. Anónimo00:05

    nem mais, mas estamos condenados á continuidade

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