partiu em hora precoce um dos mais íntegros e memoráveis políticos da esquerda e da democracia portuguesa, ainda que, e talvez por isso, nunca tenha chegado ao poder.
Miguel Portas era uma referência única na esquerda. Nunca dogmático nem politiqueiro, sabia argumentar e defender os seus pontos de vista brilhantemente, sem sombra de pedantice ou de desrespeito por outras perspectivas. Era também humano e afável no trato e mesmo nos debates mais acesos. Agora que morreu, é fácil dizer bem dele. Mas neste caso os elogios são merecidos. Pena que não tenha tido uma vida mais longa.
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Miguel Portas era uma referência única na esquerda. Nunca dogmático nem politiqueiro, sabia argumentar e defender os seus pontos de vista brilhantemente, sem sombra de pedantice ou de desrespeito por outras perspectivas. Era também humano e afável no trato e mesmo nos debates mais acesos.
ResponderEliminarAgora que morreu, é fácil dizer bem dele. Mas neste caso os elogios são merecidos. Pena que não tenha tido uma vida mais longa.
Pena que não tenha chegado a 1º ministro. Mas, a jogar no Passos de Ferreira nunca teria condições para ombrear com o Passos do psd.
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