O Jornal de Notícias dá destaque à morte de Gaspar Roby nas mãos do "afilhado", a quem vinha oferecendo educação e modos desde criança. Duas figuras conhecidas em Arco de Baúlhe, quantas vezes engravatadas a segurar o Pálio nas procissões, outras tantas a deambular numa mofada altivez entre as duas casas apalaçadas, propriedade da família. Estas que, ao contrário do palacete de Infias em Braga, mal vão aguentando as entranhas face aos elementos. Hoje, mais que os equipamentos públicos e sociais erguidos nos terrenos entre as ruínas, as conversas fazem-se em redor do desaparecimento trágico do "Gasparinho", um aristocrata que se confundia com cada um de nós.
... só para dizer que, quem o conhecia sabe, não merecia tal destino, nem de longe nem de perto.
ResponderEliminarO problema é que o assassino nem sequer vai pagar por isso.
Não sabia que tambem tinha casa no Arco de Baúlhe!! Era daí? Conhecia-o de Braga.
ResponderEliminarPenso que eram apenas propriedades secundárias de família, mas passava muito tempo no Arco,sim
ResponderEliminarO Gasparinho, era assim que o conheciam no Arco, para além de dirigente do D. do Arco, no tempo do Sr. Campos e de outros, foi também árbitro da A. F. de Braga, penso que na década de oitenta.
ResponderEliminarComo alguém referiu, não merecia tal destino, pois não fazia mal a ninguém, antes pelo contrário.