quarta-feira, 10 de outubro de 2012

vítimas do bréu

Esta coisa de querer poupar na iluminação pública o que tanto se esbanjou em inutilidades anos a fio, arrasta para largas horas da tarde, noite escura já, que se acendam os postes. Neste negro bréu de que o Arco é coberto até às 8 da noite, um carro colheu mortalmente aquela nossa querida figura, pequenina e enternecedora como um pastorinho, sempre de almanaques de Fátima na mão, a Guilhermina da Portela. Um fim de tarde triste. Paz à sua alma. Que não sosseguem as outras almas perante algumas causas da tragédia.

11 comentários:

  1. Anónimo12:07

    É mesmo de dizer a câmara municipal e ao seu encarregado geral. Sem comentários.

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  2. Anónimo21:43

    Então!! mas aí no arco os carros tambem andam ás escuras??

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  3. O meu caro anónimo das 21h43 não tem de ficar a dever à inteligência para perceber que os faróis não chegam em zonas mais povoadas e muito menos nas outras. Por aí não eram necessários coletes reflectores a romeiros e condutores com o pneu furado. E mal de nós se no meio de uma vila (pequena que seja), temos de usar coletes reflectores para atravessar a rua ou ir da capela para casa. Lembre-se também que não pode ligar os máximos nas localidades, e os médios podem não enxergar distâncias a tempo de travar.

    Não precisa de agradecer o esclarecimento.

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  4. Anónimo14:46

    leio este blog varias vezes, mas realmente est´a-se a chegar ao despudor de se fazerem afirmaç~oes inqualificaveis. Se assim ´´e, avancem para o Ministerio publico. a indecencia tem limites.

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  5. Anónimo15:11

    Pois não Sr Vitor, é que a sua explicação nem me convence. Não me diga que nunca andou em locais completamente escuros usando sómente as luzes do carro???
    Não estou a proteger ou a defender quem quer que seja, at´e porque não conheço nem local nem camara etc. mas parece-me uma história um pouco mal contada!!!

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  6. Sim, já conduzi e por isso é estou ciente das circunstâncias. De resto, a história é uma história de azar como outra qualquer, há simplesmente variáveis que podiam diminuir os riscos. Mas os riscos em si, ninguém os consegue evitar por completo.

    O anónimo das 14:46 só pode ter algum viés na interpretação, ou então foi formatado num mundo do açaime, onde a boca só serve para comer.

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  7. Anónimo17:55

    o anónimo das 14.46 lamenta a morte da senhora, mas também diz que a sua reação desbocada só revela o seu nível, pois não é capaz de reconhecer que fez afirmações sem qualquer rigor e graves. Para quem é médico, deveria ter aprendido alguma coisa nos bancos de escola.

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  8. o anónimo das 14:46, que presumo seja o mesmo das 17:55, lamentou a morte da senhora depois de fazer julgamento de presunção sobre o carácter do autor do blog, o que também revela o seu nível e agenda.

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  9. Anónimo20:47

    Até parece ser sempre o mesmo a defender o indefensável,. Mas está bem, não quer que se ataque o responsável pelas luzes apagadas mas devia era criticar até o facto de as do Arco estarem apagadas enquanto outras se encontram ligadas, como facilmente se pode verificar olhando em várias direções, não só á hora a que o acidente aconteceu como pela manhã. Daí dizer-se que está a criticar por criticar e o Vitor tem toda a razão.

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  10. Anónimo16:55

    O anónimo das 14.46 não fez qualquer julgamento sobre o carácter do autor deste blog. limitou-se, de facto, a considerar exageradas e sem fundamento as responsabilidades pelo acidente que vitimou a Sr.ª Guilhermina. E o que é abusivo é a utilização de uma morte humana para fins que não parecem adequados.
    É pena que não tenha reconhecido a sua precipitação, só lhe teria ficado bem. Se não o fizer, será um igual a tantos outros que fazem afirmações por fazer ao correr dos populismos que a democracia, e bem, permite. é o preço da liberdade.

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  11. Anónimo20:17

    Para fins?
    Não, não se percebe. Quando se constata um facto não se consegue ter um fim. constata-se e ponto final
    Cheira a dor de cotovelo ou até a outra coisa.

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