Os Estados Unidos decidem o prolongamento de 4 anos da administração Obama, a que mais expectativa deu ali e ao mundo. 4 anos volvidos de pouco mais que a cabeça de Bin Laden e algumas desilusões (minhas nem por isso): é recordar aquele Nobel da Paz entregue a um presidente da nação mais belicista do planeta, o fracasso do Obamacare e o agudizar do declínio social e económico americano. Contexto de enfraquecimento do país-actor principal na cena mundial que, nestes últimos 4 anos, assistiu à crise existencial da União Europeia e à emergência de antigos e novos rivais, entre eles, Rússia e China. Há agora uma inquietude de futuro no Ocidente, que outrora gozava da sua Paz e sobranceria civilizacional. Há agora uma deslocação da ordem mundial para o oriente, que não se abranda com retórica e gospel, tão pouco com promessas vazias de empresários pedantes. O grande problema dos Estados Unidos e da Europa, é que já não se fazem políticos como antigamente.
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