terça-feira, 14 de janeiro de 2014

tão humano quanto isso

Não sou muito de falar de futebol, porque cinjo agora as minhas atenções ao jogo em si, durante 90 minutos, não leio jornais desportivos nem revistas cor de rosa. Fiquei no entanto agradado com o Balon D'Or entregue a Cristiano Ronaldo. A parte o futebol em si, a grande lição disto tudo é que não basta ser-se naturalmente virtuoso ou geneticamente programado para se ser o melhor, se não houver o desejo de nos superarmos. Tal qual a personagem Vincent  de "Gattaca", o maior génio de Ronaldo é mesmo a sua vontade. 

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