segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

"Procuradoria da República ordena investigação por suspeita de crime/Ilegalidades graves em obra pública podem custar 4,3 milhões a Cabeceiras"

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8 comentários:

Abílio disse...

O Quim da Ramada tem aqui "lenha para se coçar" até ao fim do mandato. Então como é que é? O gestor do programa comunitário afirma que a empreitada de 6,3 milhões de euros, devia ter sido objeto de um concurso público internacional? Mas em vez de um concurso houve dois, um dos quais por ajuste direto, para entregar a obra ao Insuspeito grupo ACA. O Quim é um artista. Quem é que vai pagar esta incompetência? Será que os cabeceirenses vão ter que pagar este "cambalacho"?

Anónimo disse...

Se há realmente fraude, que se faça pagar quem a praticou.Seja quem for, doa a quem doer. Portugal está cheio de corruptos e os Portugueses estão fartos de pagar os seus erros. Está mais do que na hora de comessar a PRENDER quem corrompe e quem é corrompido.

Anónimo disse...

; "começar" desculpem.

Raposo disse...

Estes gajos deviam ser todos presos, inclusivamente o arquiteto que assinou da primeira empreitada e disse que a obra estava em conformidade. Verificou-se depois da inspeção da DREN que afinal, ao contrário do que dizia o arquiteto, a obra não tinha sistema de proteção contra incêndios. E isso obrigou a nova empreitada com trabalhos a mais (pagos pelo povo) de 1 milhão e oitocentos mil euros. Há aqui "gato escondido" com o rabo de fora. Onde anda a Polícia Judiciária? E agora sem o visto do tribunal de contas, Cabeceiras perde a comparticipação. Quem vai pagar os 4,3 milhões de euros???? Este caso faz lembrar D. Corleone...

Mocho disse...

Já agora o segundo concurso o de trabalhos a mais, porque é que só teve 3 dias para apresentação de propostas, quando a lei diz que devem ser pelo menos 11????? A quem é que a Câmara de Cabeceiras queria entregar a obra??? Perguntem ao Carreira e Costa, o empreiteiro de Ribeira de Pena que concorreu pelo valor mais baixo e na plataforma vortal da Câmara, alteraram a meio do jogo o prazo limite do concurso para apresentação de propostas, viciando o próprio concurso. Estas coisas devem estar devidamente registadas nos computadores. Havia necessidade de entregar a obra ao Grupo ACA. Inspecionem tudo e verão que há muita coisa por explicar. No fim o povo "encosta sempre ao balcão" e é obrigado a pagar esta incompetência misturada com golpes baixos e interesses e promiscuidades entre autarquias e empresas de construção civil

Anónimo disse...

Adivinhem quem ajudou a descobrir o gato mesmo sem lhe ver o rabo? Pois Carreira - Arca - Vascos - ... Promiscuidades é? e se aparecerem outras, noutras paragens? escondam-nas bem.

Anónimo disse...

Acho que já há uma resposta da Camara! gostava de a ver aqui publicada.

Anónimo disse...

Sim, isso mesmo, já que está a acusação, venha daí a defesa. Só se espera que não seja anedótica.