"Há um receio, ostentado por parte dos autarcas de Basto (e.g. de Mondim e de Celorico), de que o malogrado empreendimento hidroeléctrico de Fridão não avance."Para o acesso ao texto completo: "Receio, honra e futuro".
domingo, 27 de janeiro de 2013
Editorial da edição de dezembro do jornal "O Basto"
sábado, 24 de novembro de 2012
Caso "Nóbrega Moura" (II)
"Juíza do Tribunal de Cabeceiras absolve Nóbrega Moura do “crime de difamação agravada” mandando arquivar acusação "
quinta-feira, 12 de julho de 2012
O real "Estado da Nação"
terça-feira, 19 de junho de 2012
princípio do fim
terça-feira, 10 de abril de 2012
É necessário um pouco mais de cultura democrática
segunda-feira, 12 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Riqueza desenvergonhada

terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quim que boxe
domingo, 29 de janeiro de 2012
dos umbigos
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
E nós por cá?
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Basta!
Em Cabeceiras de Basto criaram mais um processo crime, tendo como intervenientes do litígio um autarca (e o dinheiro dos contribuintes) e um cidadão cabeceirense (conscientemente livre das amarras totalitárias). Atingiu-se um limite máximo. Não podemos, nós, cidadãos cabeceirenses, permitir que mais um caso destes passe sem que os actores, recorrentes nesta arte de intimidar, sejam poltica e economicamente penalizados. Usar a lei e os recursos públicos para condicionar e amarrar as opiniões contrárias é algo apenas tolerado em sociedades democraticamente anestesiadas.
Sobre este caso, apenas, e por enquanto, posso adiantar que está alicerçado num boato que correu Cabeceiras de Basto há pouco tempo e que um dos lados acusa o outro de o ter supostamente criado e difundido. Pois bem, não conhecendo as provas e os argumentos dos acusadores, prevejo, pela natureza da acusação e a integridade do acusado, que este processo está condenado a um braço-de-ferro (pois não acredito que haja um julgamento) psicológico e monetário entre quem tem os recursos públicos e quem tem o seus próprios recursos. Uma luta desigual mas não antecipadamente perdida.
Enquadramento necessário: aqui.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Crise? Qual crise?
domingo, 10 de abril de 2011
fridão
sábado, 14 de março de 2009
[copy-paste] Para Reflexão
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Não foi no Irão

sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Azar
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Sakharov
Num País que se diz com um Estado de Direito, "viver em Democracia", como insistia Judite de Sousa (esposa de um magistrado), não pode ser a desculpa esfarrapada para tantos atentados a Lei e aos Direitos-Humanos cometidos nas salas dos tribunais portugueses. O Parlamento Europeu até que podia premiar a ousadia de Marinho Pinto contra pelo abuso de poder reinante em Portugal, ainda que blasfemo parecesse o acto dentro das fronteiras da União Europeia. sábado, 24 de maio de 2008
Fosso de Petróleo
E aqui a pobreza e o fosso entre os que têm e os que não têm, vai-se arreganhando em todas as facturas. O uso do automóvel democratizado no preço por Ford, corre o risco de se elitizar pelo preço do carburante... Ora! Ficam as estradas desimpedidas para os de maiores onerários, muitos deles cuja (in)competência e impunidade se resguarda por um sistema político-partidário e sobretudo de Justiça que, na sua fisiologia, puxa uns para cima e amarfanha uns para baixo.
Não há argumento liberal que medre num país assim, porque não há homem e mulher livre que suba na vida sem engolir sapos ou levar coisas à boca (da gíria de progressão na carreira. Não, não é pão de cacete). Até lá: quem não rouba ou não herda não sai da mesma... condição. E nisto, vamos ser sinceros, a justificação de ordenados baixos com o argumento da mão de obra não qualificada - não arriscando minimizar os defeitos do sistema educativo e da formação em Portugal - já atingiu o limiar da vergonha: é lata, e não há obtuso que a recicle!


