A fina flor do empresariado português (a Associação Empresarial de Portugal) não consegue gerir os seus investimentos e, naturalmente, tendo em conta o paradigma actual de socializar os prejuízos e privatizar os lucros, o Estado assumirá a dívida em falta graças às garantias estatais dadas por Cavaco Silva e Eduardo Catroga. A mesma associação que defendeu publicamente que o Estado deveria controlar a despesa e ter investimentos criteriosos é a mesma que passou para todos nós a despesa de "apenas" 30 milhões de euros em dívida. Por puro exercício, imaginem o que aconteceria se o Estado "ocorresse" a um sindicato falido.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
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2 comentários:
É caso para dizer:estas coisas acontecem sempre sob a tutela dos suspeitos do costume. As asneiradas destes malfeitores somadas com as socretinadas deu no que deu. Agora o preto que pague.
... e não bufe.
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