24 Novembro. “Infiltrados” põem PSP e MAI em maus lençóis
A notícia em epígrafe retrata os acontecimentos, as contradições e as provas sobre a violência policial e o uso de agentes infiltrados que provocaram desacatos no dia da greve geral (24 de Novembro). As razões são simples: ao provocarem desacatos as forças policiais estariam ao serviço de objectivos políticos e, não, ao serviço do seu estatuário dever de proteger o cidadão. Os desacatos aconteceram mesmo diante das câmaras (forma de mediatizar a falsa violência dos manifestantes) e aconteceram de forma a fundamentar a violenta carga policial que aconteceu de seguida. Para os mais cépticos sobre estas conclusões (e que não se deram ao trabalho de ver a notícia atrás citada) deixo aqui alguma das provas (irrefutáveis) sobre a inclusão de agentes provocadores na manifestação e de como se está instalar um "estado policial" anti-democrático e ilegal de forma a "carneirizar" os descontentes: (1), (2) e (3).
1 comentário:
Vais ter sorte, vais! Entraram para lá de pedra e cal, agora, vamos tê-los por muito tempo!!!
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