sexta-feira, 11 de maio de 2012

a gregos e troianos

parece que valeu as várias demonstrações de desagrado, a que me juntei, para convencer a câmara ao esforço logístico de montar uma feira medieval numa sexta-feira no Arco, desmontá-la e remontá-la no dia seguinte em Cabeceiras, só para agradar a gregos e troianos. não obstante cheirar a remendo de última hora, solicita-se a participação arcoense em massa que dê razão a tamanho barulho.

8 comentários:

Paulo Pinto disse...

Usando dinheiros públicos com fartura, a Câmara quis fazer uma feira medieval inteiramente sem dar cavaco aos que a fizeram por duas vezes com o seu esforço e sem subsídios, e que teriam experiência e saber para contribuir. Não houve contactos, apenas uma informação tardia e o convite para se ir lá ver o espectáculo montado por gente de fora. Se tivessem proposto uma parceria, seria outra história. Mas não. A Câmara desprezou e ignorou a comunidade escolar do Arco de Baúlhe, e estou convencido de que o fez propositadamente. Mas não teve escrúpulo em vir buscar mais de 300 trajes confeccionados por funcionários e mães de alunos e oferecidos à escola para os pôr ao serviço da sua iniciativa. Aprende-se muito mais fazendo do que só vendo: os alunos também ficam a perder, mas é claro que as crianças não votam e por isso o poder pouco se importa. O remendo de vir à pressa fazer um dia no Arco pode mitigar algumas dores bairristas dos que se incomodam com o centralismo crescente da sede do concelho, mas a peneira não vai tapar o sol de certeza.
Estas iniciativas são boas e enriquecem culturalmente o concelho, e por isso mesmo deviam unir as pessoas e não dividi-las, mas infelizmente há quem em cargos de poder não tenha a sabedoria e a decência necessárias.

Anónimo disse...

Ao excelente comentário anterior, só tenho acrescentar que a câmara goza com o povo do arco... esta feira medieval é um rebuçado para calar as crianças...

Anónimo disse...

Goza é com o povo de refojos.Pk as melhores ideias vem sempre do Arco. Os melhores projetos e normalmente as melhores pessoas. Chegará o dia em que teremos um presidente de camara do Arco e aí veremos e verão como o concelho cresce unido!!!

Eduardo disse...

Subscrevo na íntegra o comentário do Paulo Pinto. Mas não nos admiremos. Este concelho aparentemente com associativismo pujante é só "fachada". As associações e as escolas existem para estar ao serviço e serem controladas pela Câmara, nem que seja à "canelada". O pior é que com estas atitudes "mata-se" a criatividade e a força criadora que deveria existir e não estamos a ajudar os jovens alunos que são o futuro desta terra. Este Presidente da Câmara continua a não perceber a razão do tempo e sobretudo que o "futuro" já não passa por ele, pois está a caminho dos 64 anos e em fim de mandato. Continua a querer controlar tudo e todos, colocando a Câmara a prtomover as iniciativas, quando as mesmas deveriam partir das escolas e da sociedade civil, cabendo à Câmara unicamente o papela de estrutura colaborante...Barreto demonstra que não aprendeu nada em 19 anos de
poder! e é só olhar para as inúmeras fotos no Ecos de Basto da figura, para perceber que continua a agir como se não fosse abandonar a liderança da autarquia dentro de pouco mais de um ano...

Anónimo disse...

Passam vergonha, envergonham os parceiros mas, mesmo assim, continuam a fazer merda.
Mas alegrem-se pois desta forma esses iluminados só conseguem dar tiros no pé.
Que continuem, portanto...

Francisco disse...

Foi aqui referida a Feira Medieval.Podiam pf fornecer mais elementos s/esse evento.
Obrgdos.
........

Anónimo disse...

Vai pedir ao Barreti pá, ele conta-te

"solidarios" disse...

O CASO DA FAMILIA COM 2 FILHOS DEFICIENTES:
À atenção das forças vivas cá da terra: Associação de Pais; Escolas; Professores; Junta de Freguesia; Irmandade Gastronomica; Associações Recreativas e Cultural; Grupo Desportivo; Clube de Caça e Pesca; Cruz Vermelha Portuguesa; Extensão de Saúde; Paróquia; Blogs, Jornal e Rádio locais, cidadãos Voluntários.
Ficamos a saber que a desgraça que bateu à porta desta familia não teve resposta da Junta de Freguesia, nem do Municipio, da Segurança Social ou do Governo.
Assim sendo perguntamos:o que fizeram as forças vivas da terra perante esta tragédia familiar ? estão à espera que cheguem soluções da UE da UNICEF, da OTAN, do Japão , da China, do Afganistão, da Somália, da Guiné, da Etiópia, da Palestina?
Se acaso houvesse um incêndio ou ocorresse outra tragédia qualquer e os socorros os não viessem, ficavam de braços cruzados à espera que os bens ardessem ?
É evidente que a JF, o Municipio e o Governo têm culpas, mas a população desta terra têm também a sua quota parte de responsabilidad, quando mais não seja pela obrigação da solidariedade, de humanidade e de amizade ou, só quando há um terramoto é que somos ou fingimos, ser todos amigos, muito amigos ?
Estamos mesmo curiosos para vermos como esta terra vai resolver esta situação !
O que gostariamos de ter ouvido primeiramente era: nós todos cá da terra, já fizemos o seguinte..., conseguimos..., tentamos..., levamos a cabo as seguintes ações..., e mais...; e mais...; etc, etc, etc.... Fizemos tudo que estava ao nosso alcance e mais não conseguimos, a partir daqui... se nos pudessem a ajudar ...! isso é que estaria correcto,
isso é que tinha valor. Esperamos não ficar desiludidos