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terça-feira, 15 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

pinto machado

pinto machado

um grande português e um imenso ser humano. tive a sorte dos puderam privar com ele. o professor joaquim pinto machado faleceu hoje, mas continuará a viver na escola de medicina e nos médicos que idealizou.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

má palha no ninho

dulac_princess_pea_p500© Dulac

«64,8% dos estudantes minhotos apresentam má qualidade do sono, e 38% avaliam a sua qualidade de sono como má ou muito má.»

«a qualidade do sono está associada ao consumo de tabaco e de bebidas com cafeína, bem como ao grau de satisfação com as classificações académicas e à adaptação às exigências do curso.»

«a baixa satisfação com a rede de apoio social e a baixa satisfação com a vida são preditoras de má qualidade do sono»

As conclusões, publicadas no Público (passo a redundância, ide lá ler), são retiradas da tese de mestrado da minha muito querida amiga e colega Elisa Lopes.

sábado, 1 de agosto de 2009

Stresse Crónico Afecta Tomada de Decisão - U. Minho


O artigo elaborado no Instituto de Ciências da Vida e Saúde, da Universidade do Minho, é o primeiro totalmente feito por autores portugueses a ser publicado na Science. Entre eles, o Pedro do Avenida Central. As conclusões, conforme o Professor Nuno Sousa diz nesta reportagem, têm consequências na vida diária das pessoas, e podem revelar muito da ideia errada da eficiência do trabalho feito sob as sevícias físicas ou psicológicas: a tal ""mão-de-ferro" que muita gente gosta de gabar a alguns Big Bosses.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

João Negreiros

cap.1 de luto lento,

coisa do talento do autor e encenador do "O Segundo do Fim" em palco pelo Teatro Universitário do Minho (TUM)

terça-feira, 13 de maio de 2008

A Gata pelo Rabo

Não vou lamentar a mudança, que a organização bem feita - profissionalizada! porque de resto não nos lembra a Associação Académica da Universidade do Minho (AAAUM) durante o ano -dilui por completo. Só a registar a complicaçãozinha de sábado com tantos colaboradores e gente de grupos culturais a apinharem-se em filas de 2 horas pela pulseira de convidado, com direito aos dias todos de Enterro de entrada gratuita.

Aliás, lá terá de ser, pois não vejo outra utilidade nos 10 euros de cota anual que não seja pagar, em tal previlégio, às tantas caras que ornamentam as listas de candidatura à presidência da nossa Associação. Práticas tão comuns na vida em Portugal que só chateiam pelas bichas - perdão! - filas...

sábado, 10 de maio de 2008

Começa Hoje...

... mais que um punhado de dias em excessos, a expiar a privação das loucuras, que se fossem os dias todos da vida não haveria cabeça e coração que lhe dessem vazão.

domingo, 20 de abril de 2008

Neurónios do Minho

A não perder, a reportagem da Notícias Magazine de hoje, com Joana Palha, docente da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho (ECS-UM) e investigadora no Instituto de Ciências da Vida e Saúde (ICVS), duas instituições ligadas embrionariamente, acerca dos estudos da sua equipa sobre a etiologia (as causas) da Esquizofrenia, doença que afecta quase 1% da população.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Braga Ambiental-Radical

O fenómeno de adesão às BUTE's da Universidade do Minho tem tanto de bem intencionado como aparentemente ridículo e disparatado. Será até radical, e apenas pela adrenalina. Braga deve ser a cidade mais mal-adaptada a ciclistas. Tem dos piores índices de atropelamento de peões e biciclar por aqui é correr num campo de minas.

E não admira. Os passeios são parcos em tamanho, cheios de cuspe e cocó de cão, ocupados por carros nas ruas, que apesar de construídas recentes, são estreitas como ruas medievais. Para não falar da colina íngreme que é a encosta onde se puseram os complexos pedagógicos. Talvez fossem adequadas umas bicicletas de montanha. É que Braga não é propriamente Aveiro ou Utrecht. Enfim, viva o ambientalismo pop , bonito como balões largados num hectar de cactos ou trenós para deslizar montes alentejanos. Talvez se pensasse em fechar ruas completas e frenar o trânsito automóvel de uma vez por todas, abrindo a cidade a uma atmosfera nórdica.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Carne Picada para o Molho à Bolonhesa

O recente ataque tresloucado e desesperado de um aluno, com evidentes desequilíbrios mentais, a um professor da Escola de Direito da Universidade do Minho é a amostra atabalhoada da indefinição de Bolonha: cursos reduzidos e reestruturados, com evidentes e maiores dificuldades e os mesmos problemas de sempre.
Verdade é que os alunos não foram bem informados e o debate foi simplesmente ignorado. Aliás, como qualquer reforma que se faça neste país, não se vá a discussão prolongar e se tornar demasiado aborrecida e obrigar a que não se faça nada, como quem birra a localização e a construção do Aeorporto - que se fosse na Ota ninguém queria mas, se for em Alcochete, é uma ejaculação de vivas!
Ora, voltando ao ensino Superior do Minho, as associações e colectividades académicas variaram da apatia da AAUM ao extremismo de alguns entregadores de flyers anarquistas que, infelizmente, nunca souberam moderar a agressividade e o tom terrorista dos meios. Os fins foram um pouco de nada, à imagem da dimensão insignificante da influência da Academia minhota e do seu bailadode vaidades regional, para não dizer provinciano, dos sucessivos presidentes das mesas e orgãos executivos.
Quanto a Bolonha, a avaliação que lhe faço - porque muito pouco me afecta, na arrogância da tradição e peso clássico de Medicina - é que, para além de aumentar a trabalheira desnecessária e dificultar a possiblidade de sucesso dos trabalhadores-estudante, é uma forma de reforçar, ainda que ridiculamente, o financiamento das Universidades. É que poucas Ordens reconhecem a licenciatura reduzida a 3 anos, obrigando os licenciados a complementá-la com um mestrado pago com propinas duas vezes mais elevadas. E neste país de Berardos e pobres, a ironia é que o dinheiro dos últimos nem dá para comprar facas em condições.

sábado, 12 de maio de 2007

Os Primeiros Amarelos da Universidade do Minho

Quase que o descrevo de um incómodo retrosternal, um borbulhar emocionante, este sentimento de náusea, de alegria arrepiada, de saber que, hoje, os primeiros médicos da U.M. são coroados de insígnias. A partir de agora, espero, o exercício de Medicina e o conceito de médico não volta a ser como o de antes. Uma lufada de um amarelo fresco. Boa Sorte e Parabéns, Colegas! Vemo-nos por aí, na partilha de saberes e no amor aos outros.

O Desterro da Gata


O Cartaz do Enterro da Gata 2007 é, para além de pobre, repetitivo e pimbalheiro... Do Quim Barreiros, nas suas gargalhadinhas de traqueta e do alinhamento bolorento, dos Xutos que já se dedicavam aos museus. Vá lá, que os M.A.U. e os The Gift estão por aqui, para me compensar os 30 euros de bilhete geral, se bem que devo perder-me, o tempo todo, no meio do povo encravado entre as barraquinhas. Socializar é preciso!