A República implantou-se também com o esforço de muitos médicos, elite científica do país de então, animados por uma ideia de regeneração. Entre eles Miguel Bombarda, assassinado a 3 de Outubro de 1910, por um doente do Hospital de Rilhafoles (hoje com o seu nome), ou mesmo Eusébio Leão, que leu o texto da proclamação da República, na varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Muitos outros ministros foram médicos. O bom espírito republicano consagrou o direito à assistência médica e esboçou os primeiros serviços públicos de saúde. (Recomendo a exposição "Corpo: Estado, Medicina e Sociedade na I República" na Praça do Comércio ou em galeria virtual) É esse um dos importante legados de um regime implantado, em ruptura com o impasse miserabilista e piolheiro de uma monarquia em decadência. Tudo o resto são pecados velhos, os quais não alargo em exercícios. Deixo isso para académicos. Fica a homenagem pela minha preferência por este modelo de regime. O outro é coisa de formigas e abelhas. Viva a República.
Mostrar mensagens com a etiqueta Centenário da República. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Centenário da República. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Republicanos e Médicos
Etiquetas:
Centenário da República,
Medicina
Subscrever:
Mensagens (Atom)