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segunda-feira, 31 de março de 2014

Claro que havia dinheiro em 2011 para pagar salários e pensões

O que importa destacar é que também neste ponto Barroso mentiu quando fez alusão a que não haveria dinheiro [em 2011] para «pagar salários e pensões».
Ouvi a mentira do "não há dinheiro para pensões e salários" em 2011 e continuo a ouvi-la, incessantemente. Se em 2011 a mentira foi usada como uma táctica política-terrorista com a intenção de captar votos para os partidos do bloco central hoje ela surge para fundamentar e prolongar uma política económica e socialmente arrasadora. Como devemos adjectivar quem conscientemente e demagogicamente mente? Claro, de mentiroso ou mitómano (caso o comportamento seja patologicamente recorrente). Portanto, são mentirosos a roçar o mitómono o eurodeputado Nuno Melo e o nosso conhecido emigrante Durão Barroso, excelsos seres na arte de mentir, pois continuam ainda hoje a mentir, provocando o medo e o terror, por forma a coagir o eleitorado a aceitar as suas contraproducentes teses.  Quem sabe, não estarão a tentar "lavar" a mentira que proferem repetindo-a mil vezes até que seja aceite como verdade. Ainda há quem esteja atento, meus senhores.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Furão Barroso


Não gosto deste presidente da União Comissão europeia, e não é pela evidente falta de carisma - que se lixe o carisma e os pregadores carismáticos. Será antes por ser mais ratazana que cherne. Por carreira, deu a (nossa) cara e a (nossa) honra em prol de uma guerra sem motivo e sem fim à vista. Tem por isso sangue nas mãos e já devia ter levado pontapé como os outros da cimeira desavergonhada das Lages. Pena que se fiquem a rir esses da democracia, que tanto os venera como os despreza. Não será por aí que vão para a cadeia.

Barroso é porta-estandarte encomendado do que a União Europeia nunca devia ser: pró-militarista, refém dos sistemas financeiros, negligente com os direitos-humanos, subserviente de modelos de diplomacia intervencionistas e prepotentes, e cada vez mais infiel aos princípios fundadores da Europa Comunitária, que no fim de contas serão os mesmos da fundação da América há mais de 200 anos. Pervertidos estes, com os anos e com o funcionamento das suas instituições públicas e privadas, não é de estranhar esta recente lenga-lenga do "exército europeu" como mais um passo no processo deformativo da Europa, aproximando-a do modus operandi da América neo-liberal e neocon.

Por força do Turismo, da imagem de marca, o governo desta "Califórnia em chamas da Europa "lá fez o serviço de se disponibilizar como apoiante de Durão Barroso para a Presidência da Comissão Europeia, como todo o interesse, pelo bem do Portugal dos pequeninos. Mas que se lixe o nacionalismo das contrapartidas, vendilhão de carácter e solidário com as baratas: "Tudo pela Nação, nada contra a Humanidade...", já dizia Pessoa.