Mostrar mensagens com a etiqueta Provincianismo paradoxal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Provincianismo paradoxal. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 3 de julho de 2009

[copy-paste] Vieira Presidente

Afinal, sem surpresa nenhuma o "Saddam dos Pneus" ganha a Bruno Carvalho com uma votação husseinica: 91%, adianta a SIC. Com mais cimento para mostrar que propriamente relva comida, Luís Filipe Vieira tem todos as "virtudes" de um cacique e golpes de anca de fazer inveja a muito autarca por esse País abaixo. Não tarda - post escrito em directo - entra glorioso no pavilhão do regime, em braços, absolutista.

Curioso é que me fica na ideia, mais que Carlos Azenha e o "Eagle One", que o sotaque reininho do director do Canal Porto (o curriculum não ajuda na propaganda) ainda faz confusão a muito benfiquista votante. Raro é o nortenho a tomar alguma das rédeas na Luz. O grande nacional nunca deixou de ser tão lisboeta como o Olivais e Moscavide.

também aqui

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

O Paradoxo de Província em versão amarela

Faço-o com a sensação de quebrado o sigilo entre pares. Debatia-se no Campo de Santana. 4 horas, ou menos, dormidas e 3 dias gastos em não sei o quê, que parecia nada. Horas altas madrugada, manhã e tarde, dentro nesta incubadora de bastonários. Ninho de vespas para alguns: Correia de Campos um deles certamente. Mas aqui, em surpresa geral, no atordoamento do sono, o paradoxo do país: há lista única ao orgão de gestão da ANEM, é a da continuidade, recandidata a presidente perante o aplauso geral, pelo mandato extraordinariamente competente e inovador. Lisboa aplaude mas reclama, na voz de uma das faculdades médicas e à rebelia da outra. Abstem-se na votação porque não tem alunos representados pela capital. De repente, o provincianismo de Elevador da Bica. E aqui dentro, um retrato desfazado de um raro inverso queirosiano: o resto é Portugal e Lisboa a paisagem.