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Olhando o mapa estilhaçado de autarquias no Minho, os motivos de agregação saltam ainda mais à vista, decalcado que foi de velhas paróquias desenhadas entre o teimoso casario disperso. Qualquer lugarejo com abade próprio, tem a sua junta e no adro da igreja o único elemento que deu calibre político à comunidade.
Aqui também se impõe uma agregação pacífica, tendo em conta que o processo, não poupando tostão que seja às transferências de verbas da administração central, permite aumentar os recursos financeiros das juntas, num resultado bem maior que soma das partes. Em conjunto com a atribuição de competências das câmaras municipais, pode-se atrair, com o devido respeito, gente bem mais qualificada. Isto é ainda mais importante em muitas das vilas e cidades cujo núcleo urbano e estrutura socieconómica influencia várias freguesias, e que não sendo sede de concelho, necessitam de meios e poder para dinamizar as suas comunidades.
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