Há jornais e jornais.Uns publicam notícias (informação) escritas por jornalistas que fazem da sua profissão um magistério.Outros despacham encomendas alinhavadas por panfletários obsequiosos a quem lhes garante o orçamento familiar.Ora, também há jornalismo e jornalismo. O jornalismo com rigor e ética e o jornalismo lacaio.Vem isto a propósito de um pretensa notícia, postada na edição de Natal de um Jornal (ou pasquim?) cá do burgo, referente à tradicional Ceia de Natal dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses.Sublinho “pretensa notícia”, na medida em que, desde o título (desadequado e caricato) até à última das suas 83 linhas, o texto em questão mais não faz senão transcrever, qual relato épico, parte dos discursos do Presidente da Câmara e do Presidente da Assembleia, gentilmente convidados para a ocasião pela direcção daquela Associação Humanitária.Duvido do interesse público (ou do interesse do público) nas palavras ali debitadas por Joaquim Barreto e China Pereira, curiosamente, autarcas que se aprestam para trocar de cadeiras em 2013.Ao invés, creio não estar longe da verdade se adiantar que os leitores do jornal (?) e os associados dos Bombeiros consideram mais pertinente a informação do ambiente e do espírito vivido à volta daquela jornada de convívio natalício que juntou, à mesma mesa, dirigentes, elementos do Comando e voluntários da Corporação, bem como conhecerem o conteúdo dos discursos proferidos (e pelos vistos censurados), na circunstância, pelo Presidente da Direcção, Jorge Machado (por sinal, na lista de excedentários da política) e pelo Comandante, Duarte Ribeiro – afinal de contas, os dois rostos mais vísiveis da admirável obra desta prestigiada Instituição concelhia.Infelizmente, ainda há quem insista em confundir os seus interesses político-partidários com a actividade e o funcionamento das Instituições locais, e não faltam os idiotas úteis, sempre solícitos e veneradores, para alimentar o ego insaciável do “Querido Líder”.Ouso, porém, deixar aqui uma sugestão aos dirigentes dos Bombeiros: nas próximas confraternizações da Associação Humanitária reservem o direito de admissão. As notícias acerca desses eventos poderão não ser publicadas, mas evitar-se-ia sermos confrontados com tamanho descaramento.
Um Bombeiro devidamente identificado (e indignado).
15 comentários:
"É a política, estúpido, é a política"! Tudo se trata da promoção do China, como naquela aparição televisiva na Praça da república em que abusivamente falou da construção do Quartel dos Bombeiros, não exercendo cargo nenhum na Direção e mandando às "malvas" a Direção legitimamente eleita e o seu presidente. De facto, o China, presta-se a cada papel! É o "pau mandado" da Barretada! Cenas tristes...É a politização das instituições concelhias em todo o seu esplendor!
o blog agradece moderação na linguagem.
Fico surpreendido que ainda existam pessoas que acreditem que o Ecos de Basto é um Jornal.
Aquilo é um meio de propaganda socialista. Que serve interesses socialistas e neste caso o interesse de alguns socialistas em detrimento das vozes dissonantes que existe no seu interior.
A Adib (Associação de Defesa dos Interesses do Barreto e o pasquim Ecos que está na sua dependência continuam a promover o jornalismo vergonhoso, como foi o exemplo dessa notícia, em que os protagonistas do jantar de Natal, ao invés de serem bombeiros, ou a direção que os dirige, foram os "artistas" do costume, Putin e Medvedev, Cabeceirenses. Impressionante o controleirismo e o descaramento...
Duvido que o comandante esteja chateado!!!mesmo que esteja, é obrigado a não se pronunciar, eles "comem" todos da mesma "gamela". Repare bem, faça um apanhado por os elementos dessa família e tire as suas conclusões...
Ribeiros os parentes pobres do barretismo...
Pobres! essa é boa aquilo foi emprego para eles elas e companhia e por isso mesmo não os podemos considerar pobres. Aos que o sr campilho não apadrinhou outro padrinho os salvou.
Ai não sabiam que eles aproveitam tudo onde mexe pessoal para se promoverem e se darem a conhecer. aquilo são discursos e discursos. é sempre a abrir.
o cenário não é tão favorável quanto parece. há mesmo quem afiancie que é negro. e agora con esta da escola e daqueles milhões a coisa pode ficar feia é que vem muito em cima do acontecemento. para não falar das freguesias a suprimir do mapa, ou nemm por isso.
o ecos de basto já falou mal da câmara, mas foi noutros tempos, agora já nem precisam do boletim municipal.
Os detentores de cargos públicos e os eventuais candidatos são conhecidos por toda a gente, têm um passado, um currículo, etc. Há muitos anos que os cabeceirenses reelegem o mesmo partido, o mesmo projecto e basicamente as mesmas figuras, com uma ou outra mudança de rostos. O valor e a obra das pessoas é conhecido e cada um fará a sua avaliação. Como diria o diácono Remédios, «não havia necessidade» de tratar os eleitores como palermas, recorrendo a estratégias primárias como as que o «Ecos» segue. Quem ler esse jornal (e olhar para as fotografias), fica com a impressão de que toda a vida no concelho é obra de uma pessoa, com a solícita colaboração de alguns que o rodeiam. Afinal, a Coreia do Norte tem imitadores por aqui.
Pois parece que sim. Até que enfim que se mostram e até sabem do que falam.
Mas... e como se dá a volta a isto?
sugestões - precisam-se
Agora só com uma boa vassoura, falta é quem pegue nela como deve ser.
Cuidado bombeiro, a indignação pode sair-te um pouco cara
Aos anónimos das 9:42 e das 17:20:
Realmente os Ribeiros são os parentes pobres do Barretismo. Os ricos são as laranjas podres como a família bota (Oliveira), Colatrés, Ramos, Monteiros de Chacim,... e se calhar os icendiários dos anónimos das 9:42 e das 17:20.
Infelizmente na nossa sociedade existe gente com nível muito baixo.
Na mouche
Anonimo das 20:20; Excelente!!!
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