Quando o Estado de Direito se demite de si, corrige a mão com mais polícia, mais snipers, mais leis de segurança, mais (video)vigilância e mais controlo de dados. Para quem gosta de se sentir no soneto de uma sociedade livre, isto não deixa de ser a pior emenda possível.
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Banqueiros de Liberdade
João Jardim chama "bastardos" e "filhos da puta" a jornalistas. Um jornalista (Daniel Oliveira) chama-lhe "palhaço rico". João Jardim fuma o charuto da impunidade e, na palhaçada deste Estado de Direito, enriquece em 2000 euros e juros de mora do mesmo jornalista, condenado por difamação num tribunal da Madeira. Metáfora maior nos exemplos pelo Portugal livre abaixo.
Neste país, parece que a liberdade de expressão é um bem que se pede emprestado e se paga às prestações com juros de mora. Mas estes “banqueiros” ficam livres de a gastar e doar a rodos, a quem bem entendam. E, infelizmente, o poder, a propriedade e as liberdades individuais (ou o livre arbítrio) têm esta assustadora tendência para o monopólio.
A ler também no Avenida Central ; Renas e Veados ; Blasfémias...
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Polícias e ASAE sem as costas quentes, pois é....
A justiça perra do País é a maior causa à falta de autoridade do Estado de Direito e da sua polícia. Seria mais ou menos isto que disse. Bem patente e já visto que não ajuda nada à segurança das ruas em que passeamos e na comida que comemos. A própria ASAE vai perdendo a tusa com os processos por resolver, que se vão acumulando nos tribunais. Não tarda nada e os cozinheiros voltam a cuspir no prato e a fazer cabidela com o próprio sangue. Quem sabe se poderá voltar a vestir D&G ou Lacoste na tenda do cigano, por fruto da falta de força dos Inspectores ao cumprimento das regras comunitárias. Mesmo no exagero pindérico das castanhas assadas e metidas em papel próprio e higiénico, ou das bolas de Berlim vendidas em correria pela praia com os inspecção a correr atrás, como disse um'altura a Helena Matos... País do 8 e do 80.
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Deste Porto
... ressentido, ressabiado. Sem lei e cinza como uma Chicago dos anos 30. Talvez não seja mas parece o exemplo empírico, do engodo ao crime: regiões envoltas em depressão económica, onde valem as lutas pelo dinheiro que sobra e da pior maneira. Onde o Estado de Direito se desculpa na falta de Ordem com mais polícia, pelas poucas oportunidades que possiblita.
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Portugal Desperdiçado
Uzis, Bombas e Caçadeiras de Canos Cerrados
Ou muito me engano ou à beira da Máfia da Noite, a polícia portuguesa dispara a pistolas d'água.
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