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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

"Estes governantes não são para velhos"



Estes "programas de ajustamento estrutural", eufemismo para o maior processo de transferência de capital e de destruição do "Estado Social" que Portugal (e outros países europeus) já viu, estão a ter consequências reais e graves. De facto, é revoltante saber que o Estado Português pagará em juros (repito, apenas juros) à 'troika' (neste ano) mais do que toda a dotação do Orçamento de Estado de 2012 para a Saúde. É esta a escolha política, clara e sobejamente aclamada, dos nossos governantes: o pagamento de juros abusivos em vez de garantir a devida assistência a quem anos e anos trabalhou e descontou para o progresso do nosso país.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

os tabus que se fodam



louvo o espírito da campanha do ministério da saúde e da comissão nacional para a infecção vih/sida, sem tabus, entrando pela via positiva numa população exposta ao risco transmissão deste vírus. falar claro, sem varrer para debaixo do tapete da sociedade e com uma pitada de humor, é a receita para o sucesso em saúde.

terça-feira, 2 de março de 2010

À atenção de arcoenses, vilanunenses, pedracenses e demais 'enses

tensaomenstrual

O texto de Alfredo Coelho, atesta um receio mondinense legítimo, que de resto foi um dos argumentos mais sólidos da junta de freguesia de Mondim na sua posição contra a Barragem do Fridão: os postes de muito alta tensão que a EDP (ou a REN?) quer instalar. Desconheço o percurso da coisa, de onde vem e para onde vai. Mas a acontecer, há sempre duas soluções alternativas: enterrar os cabos ou então dar-lhes a volta pela outra margem. Não sei se me faço entender.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Grandes Rodapés

GrandesRodapés

não o do empossamento, mas o que legenda a figura de Francisco George que, no sacrifício mediático expondo o braço à agulha e às objectivas, faz por apelar à adesão terapêutica dos médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde. Não sendo a mesma coisa, a imagem imita o ministro que comia mioleira de vaca.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Boletim Clínico: Gripe Suína ou Gripe Mexicana

Transcrevo para informação dos conterrâneos e afins que visitam esta minha página, o que o Pedro, colega de mais andança, diz no Avenida Central:

«A Organização Mundial de Saúde decidiu aumentar o nível de alerta pandémico da Gripe da fase 3 para fase 4 o que significa que «existem pequenos surtos com transmissão pessoa-a-pessoa limitada» e de forma localizada. Na prática, os objectivos actuais passam por «conter o novo vírus em focos limitados ou retardar a sua disseminação de forma a ganhar tempo para implementar medidas de preparação/prevenção, incluindo o desenvolvimento de vacinas».

A chamada Gripe Suína ou Gripe Mexicana é uma variante do vulgar vírus da Gripe e as medidas de protecção recomendadas passam por minimizar os contactos com pessoas com sintomas de gripe, bem como evitar a frequência prolongada em locais fechados como Igrejas ou Centros Comerciais. De igual modo, apenas deverá recorrer aos Serviços de Saúde de Urgência se a sua situação clínica não for adiável nem resolúvel através de consulta no Médico de Família.

Em Portugal, ainda não foi registado nenhum caso de Gripe Suína e as autoridades estão a monitorizar a evolução da situação internacional, bem como a despistar eventuais focos de infecção nos viajantes que chegam das áreas de risco. Em caso de dúvida, contacte o seu Médico ou a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), de forma a encontrar a melhor informação clínica que permita um diagnóstico adequado da sua situação.

Informação Adicional: Microsite da Gripe da DGS; Organização Mundial de Saúde. »

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Capela Casa Mortuária

A crítica no Corso de Carnaval arcoense vale porque já vai penosa a espera. Compreende-se: é coisa da Saúde Pública e da dignidade. Mas tem gralha a baforada.... Sendo o Estado laico, na pessoa da Câmara Municipal/Junta de Freguesia, quem vai construir o espaço para velório, este não pode ser uma capela, cristã, com cruzes em cima. É, quanto muito, uma Casa Mortuária: local neutro, quanto muito versátil, sem cruzes ou estrelas de David, crescentes ou minaretes permanentes. Só transformado por vontade da família e em respeito ao finado.

Porque senão contrariar-se-ia o princípio secular do Estado Português. E portanto, não se admite que o dinheiro dos contribuintes, muitos deles são doutras religiões ou de nenhuma, financie um local de culto religioso católico. O Estado não é confraria da Igreja.