Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Para ajudar a visualizar as (ir)responsabilidades financeiras


via [Público]

buraco som sistema

virou moda apontar o dedo aos madeirenses. mas antes de alçar o indicador à ilha, há que olhar também os telhados e as homúnculas versões de alberto joão jardim que ainda pululam no continente.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

o rei vai nu

JARDIM o bobo da festa l
nunca a imagem de alberto joão jardim de tanga teve tão bom emprego. a fantasia jardinista não é nada mais que a elevação à escala regional da excentricidade inconsequente de um marco de canaveses nos anos do avelino ferreira torres. é tragicamente também o retrato, na mesma dimensão, de um país que não soube nunca ajustar o próprio mau investimento dentro limites do plafond. de pouco adianta o acto de contrição de passos coelho. esta situação de abuso, a que se acrescentam as várias sessões de insultos aos "cubanos do continente" que pagaram as custas da insularidade madeirense, é da total responsabilidade das elites do psd, sempre dobradas às excentricidades jardinistas. e tudo por uns míseros 4 deputados dos 6 que a madeira manda a lisboa. os madeirenses são cada vez mais portugueses, tesos.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Copy-Paste | A tragédia da Madeira podia ter sido evitada. Pense nisto.


«Atente neste vídeo [acima]. Os governantes da Madeira chamaram-lhes cientistas loucos. Na verdade, as previsões científicas deste grupo de investigadores vieram a verificar-se verdadeiras. Morreram mais de quarenta pessoas, milhões de euros de prejuízos serão pagos pelos impostos de todos os portugueses. Contudo, um grupo de cientistas da Universidade de Aveiro havia alertado em 2008 para os erros de construção que haviam sido permitidos pelas autoridades madeirenses ao longo destes anos de governo de Alberto João Jardim. Aquilo que foi uma situação rara em termos meteorológicos poderia ter tido consequências bem menos dolorosas não fossem os sucessivos erros políticos.

É tempo dos cidadãos pedirem responsabilidades aos políticos. O país não pode continuar a pagar os erros dos decisores locais. É urgente mudar
Pedro Morgado

domingo, 21 de fevereiro de 2010

it's the end of the world as we know it

madeiraflood

Se há coisa que salta da catástrofe da Madeira é a mudança do paradigma da informação, trazida com as novas tecnologias: a internet e os telemóveis. Andava ainda a comunicação tradicional enredada em fait divers e novelas políticas, e nas redes sociais (Blogs, Twitter, Facebook) já corriam relatos, avisos, fotografias e vídeos da situação. É este o advento da utopia da democracia da informação, do jornalismo do cidadão, livre, imediato, sem floreados, com resposta e contra-resposta. E neste admirável mundo novo, qualquer enleio sobre controlo de uma rádio, televisão e jornal é tão inconsequente como anedótico.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

impressionante

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Não dar Cavaco

Cavaco Silva está a provar ser um Presidente da República sem carácter, com filhos e enteados Se na questão dos Açores fez a feira de um discurso vazio à nação, no grave acontecimento da Madeira silencia-se de comentários justificando uma "a tendência para normalidade".Está visto: a Presidência de Cavaco é ela uma tendência para a anormalidade.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Deputices

Levar uma bandeira nazi - que até podia ser budista - para o Parlamento Regional da Madeira, é um pequeno episódio face a outros espectáculos deprimentes dados pelo Presidente do Governo. Aliás, bem vistas as coisas desde o Continente, é overdose de lata criticar um deputado que fala e dinamiza um hemiciclo, quando na verdade não falta, na Assembleia da República, quem se limite a dormir e a interromper-se de vez em quando só para votar atrás da manada.

terça-feira, 18 de março de 2008

Banqueiros de Liberdade


João Jardim chama "bastardos" e "filhos da puta" a jornalistas. Um jornalista (Daniel Oliveira) chama-lhe "palhaço rico". João Jardim fuma o charuto da impunidade e, na palhaçada deste Estado de Direito, enriquece em 2000 euros e juros de mora do mesmo jornalista, condenado por difamação num tribunal da Madeira. Metáfora maior nos exemplos pelo Portugal livre abaixo.

Neste país, parece que a liberdade de expressão é um bem que se pede emprestado e se paga às prestações com juros de mora. Mas estes “banqueiros” ficam livres de a gastar e doar a rodos, a quem bem entendam. E, infelizmente, o poder, a propriedade e as liberdades individuais (ou o livre arbítrio) têm esta assustadora tendência para o monopólio.

segunda-feira, 17 de março de 2008

30 anos de Luta anti-Colonial



Bem, é tempo de dar ao "Lutador" o direito à auto-determinação e acabar com o terrorismo-pimba, o da chantagem-charuto, que faz da ilha oásis num continente de sacrifícios, "cubanos e paneleiros". Para dizer verdade, será até um colonialismo ao contrário. E nesse sentido, se Alberto João Jardim não quiser referendo, queremos nós!


segunda-feira, 7 de maio de 2007

Auto-Indeterminação

"O Primeiro-ministro deve refletir sobre esta derrota e não insistir em teimosias" Marques Mendes.
A provar que quando é preciso defender o momo do seu antro insular está sempre disposto a baixar as calças. Devia era ele interrogar-se da forma como se conseguem estas vitórias arrebatadoras ao jeito, ao estilo, de Hugo Chávez. El Diablo, Señor Socrates... - poderia dizer.

domingo, 6 de maio de 2007

A Madeira Precisava era de um Referendo!!!

Este tipo de discurso de anti-colonialismo de Alberto João Jardim merecia um referendo à auto-determinação de uma ilha que consome dinheiro e expele arrogância.
Aí gostava de ver se Jardim apelava à Independencia ou se, depois, ia vender a o território a um país que o quisesse "colonizar" com o dinheiro que ele precisa para alimentar a serventia...