Depois da violência gratuita no bairro alto, os cães-de-fila do Estado voltaram a atacar na zona do Parque das Nações. Pecado? Álcool a mais e estragos em carros estacionados (o responsável da autoridade nem sabe quantificar).
Os senhores agentes esperavam que durante um jogo de futebol se bebesse água das pedras. O jogo até terminou empatado e com 2 equipas qualificadas. Mas não seja por isso, toca a distribuir balas de borracha e cacetadas, a torto e a direito, a chamar equipas de intervenção rápida, não fosse meia dúzia de bêbedos - que nem se tinham de pé - incendiar um motim verde e amarelo, vermelho e verde por esse país em diante.
Enfim. Se esta polícia, garantia de direitos e liberdades cívicas, usa e abusa da legitimidade da violência do Estado, que é que poderemos nós esperar quando for tempo e lugar de contestar a escalada de austeridade que se avizinha? Sim, o que esperar do braço musculado do Estado, quando já se ouvem as vuvuzelas neoliberais de um governo PSD-CDS, ultra-absoluto? O que esperar de um Estado que, apesar dos recuos de circunstância, não tardará a chipar a plenitude das matrículas de carros e a registar todos os movimentos do seu cidadão, obrigado também ele, a carregar o Cartão chipado do regime?
Os senhores agentes esperavam que durante um jogo de futebol se bebesse água das pedras. O jogo até terminou empatado e com 2 equipas qualificadas. Mas não seja por isso, toca a distribuir balas de borracha e cacetadas, a torto e a direito, a chamar equipas de intervenção rápida, não fosse meia dúzia de bêbedos - que nem se tinham de pé - incendiar um motim verde e amarelo, vermelho e verde por esse país em diante.
Enfim. Se esta polícia, garantia de direitos e liberdades cívicas, usa e abusa da legitimidade da violência do Estado, que é que poderemos nós esperar quando for tempo e lugar de contestar a escalada de austeridade que se avizinha? Sim, o que esperar do braço musculado do Estado, quando já se ouvem as vuvuzelas neoliberais de um governo PSD-CDS, ultra-absoluto? O que esperar de um Estado que, apesar dos recuos de circunstância, não tardará a chipar a plenitude das matrículas de carros e a registar todos os movimentos do seu cidadão, obrigado também ele, a carregar o Cartão chipado do regime?