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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Circo


Momento Batatinha e Companhia na Assembleia da República, ou o palhaço da "província" versus palhaça da "linha de cascais", e sem respeito nenhum pelos palhaços de bom nome.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

pois...

«manuel pinho faltou ao respeito ao parlamento (e ao país) e demitiu-se. paulo rangel é líder da bancada em q um vice mandou alguém para o c » [fernanda câncio, no twitter]

domingo, 21 de setembro de 2008

A Deputada Deslocada

Não duvido que Matilde Sousa Franco seja boa pessoa, mas é peça que não devia, em condições normais, encaixar na zona rosa hemiciclo de São Bento. E nem é preciso ligar o canal Parlamento para notá-lo. Matilde sorri e esboça atenção detrás do par de óculos e pouco mais. Levanta-se atrás dos outros, cumprindo meramente a disciplina de voto em questões de orçamento e leis menores(?) do Estado e não lhe conheço intervenções de relevo na Assembleia.

Só se demarca em matéria de Sociedade: levanta-se com a tal Direita "ultramontana" e senta-se com ela. Foi com a Lei do Divórcio, com a Lei de regulamentação da Interrupção Voluntária da Gravidez e há-de ser, mais uma vez, na tal questão fracturante e chata que só o é porque não segura maiorias.

Por muito que o Partido Socialista se veja em dívida com Sousa Franco, não se pode vender ideologicamente por uma homenagem a título póstumo numa pensão de viuvez, quanto mais não seja pela mensagem que transmite, da provável panóplia de motivos errados com que faz o arranjo das listas para as eleições legislativas.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Deputados de Proximidade

Aqui, a oportunidade de conhecer, entre outros, a deputada cabeceirense Isabel Coutinho, eleita pelo círculo de Braga do PS nas últimas eleições. É só seguir as instruções...

sábado, 19 de maio de 2007

A Cefalização do Governo e o Coma da Militância

A renovação, ou a intervenção micro-cirúrgica, feita no Governo de Sócrates apenas contribui para o eucalipto. Sem António Costa, Sócrates é a estátua na rotunda e Pedro Silva Pereira, o pombo que lhe arrula ao ombro... Sem oposição que atice o Partido Socialista - em Lisboa ou em Cabeceiras - e com figuras aparentemente maiores que elas próprias a acumular as suas funções e as que deviam ser dos outros, sobra uma militância ensonada, sem debate e sem mobilização. Perde-se a força motriz de transformação social.
Que o diga, Pedro Nuno Santos - o Secretário-geral da JS - que bem tenta mexer na máquina por uma questão em que estamos deveras atrasados. Aliás, diga-se, que a não consagração do direito do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo vai contra a Constituição Portuguesa - os deputados andam, na sua maioria, a violá-la por negligência.
De resto é vê-los, aos deputados do PS, amorfos que nem se dignam em atestar que se parecem com tudo menos com deputados do Partido Socialista. Sim, talvez com os do PPD /PSD, esses amuados por um líder mais pequeno que o palanque - e não é piada sobre alturas (não tenho com que me gabar) é mesmo da pequenez política. Mas nesta questão nem o PCP e os Verdes escapam. Dos do PP, nem vale a pena falar...
Mas adiante. É um Governo, bom ou mau, como o País, de uma só cabeça grande, demasiado grande, demasiado só.