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quinta-feira, 27 de junho de 2013

à roda das contas



Uma suposta "avaria no quadro eléctrico", poste sim, poste não, esteve na origem de vários acidentes com cicloturistas  no troço cabeceirense da ciclovia, onde dificilmente se distinguem obstáculos em horas de breu. Mas antes de tecer quaisquer considerações sobre as falhas técnicas ou humanas, olhemos aos números, tendo em conta a diferença na qualidade e no brio dos trajectos de ciclovia em Cabeceiras (Arco de Baúlhe e Vila Nune) e Celorico:
Celorico de Basto, ~ 24 Km: ~ 4.000.000 € ou seja: 167.000 €/km
Cabeceiras de Basto,  ~ 4 Km: ~900.000 € ou seja: 225.000 €/km

sábado, 21 de junho de 2008

Exemplo para Vilas de maior tamanho





Hoje o Sol puxou-me estrada adiante até lugares que dão de fronte com a Senhora da Graça. Umas curvas e contra-curvas e, por ali, Vila Nune surge limpa e de canteiros arranjados. Desci, e passei sobre os carris da linha do Tâmega, sem olhar, pois só medram ervas e cabras medidas entre as bitolas. Os comboios passam apenas na memória.

De resto, ficam aqui estas fotos da bela Capela Mortuária de Vila Nune, construída como cripta da Igreja Matriz, e com pormenores muito bonitos. O esforço foi da paróquia e da comissão de baldios. Espera-se que o traço de bom gosto do arquitecto Miguel Sousa (autor do projecto - se não for que me corrija) se estenda até à mais que provável urbanização dos terrenos em redor da Igreja Matriz de Arco de Baúlhe, da propriedade do seu pai, Avelino Sousa também presidente de Junta de Vila Nune.

[Agora, que reparo, e dadas as semelhanças na morfologia dos terrenos, interrogo-me por que não houve solução idêntica para a capela mortuária da paróquia arcoense. Será das más vontades, com certeza. Bem, ficaremos então por uma casa mortuária, com mais suor mas bem mais ecuménica]