Bem ou mal, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto optou por cortar pela raiz o "Arco" de cedros que se evidenciava no Jardim Público de Arco de Baúlhe. É sempre mais fácil e barato que aparar e cuidar daquilo. Para lá da higiene das vistas, o acto não deixa de simbólico do desprezo a que tem sido deitada a segunda vila, pela crescente política centralista municipal (sim, é relembrar a história dos agrupamentos escolares e afins), coisa que não é nada mais que o abandono total e completo pelo espaço comum arcoense. Negligência essa que tem também passado pelo descuro do ordenamento urbanístico e pela preservação do património, como são muitos e trágicos os exemplos na Rua e na Avenida.
Sinceramente, trocava a estapafúrdia piscina ao ar livre, que se aprontam a fazer no lugar do Souto, para atirar água de cloro aos olhos de pobres de espírito em ano de eleições, em esforço e atenção proporcionais aos que tem sido dados na gestão do espaço público de Refojos. Já agora, e antes dos arcoenses levarem rótulo de "pobres e mal agradecidos", reforço que aqueles cidadãos não querem nem mais nem menos atenção que os outros. Que se cumpra aqui a mesma igualdade que a Câmara de Celorico de Basto, por exemplo, tem agraciado às vilas daquele concelho. É só ir lá espreitar.
Sinceramente, trocava a estapafúrdia piscina ao ar livre, que se aprontam a fazer no lugar do Souto, para atirar água de cloro aos olhos de pobres de espírito em ano de eleições, em esforço e atenção proporcionais aos que tem sido dados na gestão do espaço público de Refojos. Já agora, e antes dos arcoenses levarem rótulo de "pobres e mal agradecidos", reforço que aqueles cidadãos não querem nem mais nem menos atenção que os outros. Que se cumpra aqui a mesma igualdade que a Câmara de Celorico de Basto, por exemplo, tem agraciado às vilas daquele concelho. É só ir lá espreitar.



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