A apresentar mensagens correspondentes à consulta centralidade ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta centralidade ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de junho de 2013

alerta 4860: o fim e a encenação


É trágico o encerramento da Estação dos Correios de Arco de Baúlhe. A coisa é mais que certa e muito dificilmente contornável depois da empresa assumir este caminho em mais de uma centena de estações, tendo em vista a privatização. O povo arcoense e das freguesias em redor tem não só o direito mas o dever de contestar o fim dos serviços dos CTT, como todas as outras freguesias que se aprontam a ficar sem estes. No caso arconse, é praticamente inevitável que a minimização dos estragos se fique pela concessão do serviço postal, apenas e só, à Junta ou à Câmara Municipal. Mas é bom que se saiba que a situação de ter um Posto não é de todo igual a ter uma Estação de Correios e que aqui, como em Cavês, tende para a morte lenta. 

Antes isto que nada? Talvez. Agora é bom também que se lembrem as pessoas que esta é só mais uma estocada na importância socioeconómica em Arco de Baúlhe, entre outras nos últimos anos: dissolução do Agrupamento de Escolas do Arco, a transferência da Sede do Centro de Emprego das Terras de Basto para Amarante, a "emunibastização" da Casa do Povo, a centralidade falaciosa daquela coisa dos "Grupo de Apoio às Escolas" (que é dele?), para não acrescentar a uma gestão negligente do espaços públicos na zona comercial da vila.

Nessas alturas e assuntos, não se viu nenhum elemento da Junta ou da Câmara Municipal a espernear pela garantia dos serviços e afins, sem que não se sentissem obrigados. Tal qual como se irá ver hoje com uma previsível sessão inflamada no auditório, onde por entre as ruínas e males menores, inimigos externos e apelos à indignação generalizada, hão-de sair 2 ou 3 "heróis", ou se calhar apenas 1. Enfim, outro filme repetido, daqueles que só dão em determinadas épocas como "O Música no Coração" pelo Natal ou os "10 Mandamentos" pela Páscoa. Só toma parte deste "canto do cisne" quem quer. Aos outros, cabe o dever de descer os demais à realidade.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

centralidade

SANY0238

Hoje, ao meio-dia, Arco de Baúlhe passa a ser sede da Equipa de Apoio às Escolas de Alto Ave e Basto, coordenada por Domingos Machado. Depois do Centro de Emprego das Terras de Basto, este é o segundo organismo público de amplitude regional a funcionar na vila.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

small is beautiful

Deixo este pequeno desvario. Cada vez mais me dou conta que Arco de Baúlhe tem o tamanho ideal. Precisará, quanto muito, de mais uns 300 habitantes permanentes na freguesia. Não tem, nem deve, de enredar em ambições de megalomania, com o aumento da malha urbana e do betão, dos grandes parques industriais Deve, pelo contrário, reabilitar e valorizar o património que resta, apostar num espaço público de qualidade, limpo, verde e para cidadãos. Tudo o resto passará por manter serviços públicos básicos: escolas, cuidados de saúde primários e correios; aproveitando a centralidade no contexto da região de Basto e do Sul do concelho, nomeadamente com as freguesias em redor. A relação com o rio, essa de atenção urgente, deve ser reconsiderada e pensada numa lógica de integração. É, de resto, incompreensível que isso não tenha sido feito nos últimos 20 anos. Só assim se podem convencer os quadros a ficarem pela paz do espírito. Porque a brincar às cidades e dormitórios, é preferível trocar a fantasia expansionista daqui (incluo vila sede de concelho) por uma cidade a sério.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Finalmente: a União que se adiava

O edifício da Antiga Casa do Povo de Arco de Baúlhe (na foto), no centro histórico da vila, pode vir a acolher a cadeira de um novo poder. Depois da recente assembleia geral da ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias), e o incentivo ao namoro por parte de Eduardo Cabrita, os presidentes de junta de Arco de Baúlhe, Pedraça, Faia, Santa Senhorinha de Basto e Vila Nune acordaram levar às respectivas assembleias de freguesia uma proposta de referendo com vista a aprovar a fusão das 5 freguesias. A freguesia resultante contaria com cerca de 4589 habitantes para uma área de 33,73km2.


Segundo Armando Duro, porta-voz da iniciativa, "as 5 freguesias têm desde sempre afinidades entre as suas gentes, que tornam incompreensível a actual divisão administrativa." Por outro lado, com a conclusão das obras na Antiga Casa do Povo, futura Sede da Junta de Freguesia ofereceria óptimas condições para o funcionamento de vários serviços públicos a descentralizar. Potenciando-se, assim, a eficiência da administração pública, motivando a actividade cívica e económica nesta zona do concelho, com uma centralidade invejável na região de Basto e mesmo do Norte do País!", concluiu.

As actuais dúvidas prendem-se apenas pelo nome que será atribuído a este novo território. Se alguns autarcas defendem Arco de Baúlhe, por ser a freguesia com mais eleitores, há vários outros que sugerem Vila Faia de Pedrarco de Bastúlhe...