
fado: a vitória de cavaco, o reeleito com a pior resultado e adesão em presidenciais, é incontestável, mesmo com os imbróglios electrónicos no acesso de muitos eleitores ao exercício do seu direito de voto. neste pequenito cavaquistão, o chico-espertismo e o compadrio é premiado pelo povo. afinal, este portugal que se tem é apenas o portugal se que quer.
juventude silenciosa: os resultados em arco de baúlhe imitam os resultados nacionais, mas na reeleição de cavaco à primeira volta estará certamente o afastamento dos jovens da democracia. na mesa 2 da assembleia de voto arcoense, dos eleitores mais recentes, a abstenção atingiu os 68%. em refojos, numa mesa com as mesmas características a afluência rondou os 20%. mas há um dado a considerar, para quem pôde correr as listas de descarga de voto, há uma juventude que está ausente do país pelo mau estado das coisas e que, por aí, nada pode fazer para muda-lo.
memória curta: de compreensão difícil as percentagens albanesas, em cabeceiras (62%) e nos restantes concelhos de basto, acima dos 70%, a premiar o primeiro-ministro que fechou a linha do tâmega e deixou uma região pendurada em promessas por cumprir. em arco de baúlhe, então, acho vergonhoso que cavaco consiga uma percentagem tão elevada (56%).
incoerência: a mesmo eleitorado que tanto desdenha os quase 20 anos de poder do actual presidente da câmara, parece não ver nenhum problema em praticamente 25 anos de cavaco silva com as mãos nas rédeas do país.
alegre ficou bloqueado por um casamento estranho entre o be e o ps, por aí uma sombra da candidatura sensação de há 5 anos. esse papel que muito bem serviu a fernando nobre que atingiu os 2 dígitos nas freguesias menos rurais do concelho de cabeceiras de basto, mesmo assim, talvez tivesse melhor resultado se fosse outro mandatário para o concelho.
coelho, que atinge quase 40% no seu arquipélago natal, consegue embaraçar o agora debilitado regime de alberto joão jardim. foi um segundo enfarte no miocárdio da madeira jardinista.
juventude silenciosa: os resultados em arco de baúlhe imitam os resultados nacionais, mas na reeleição de cavaco à primeira volta estará certamente o afastamento dos jovens da democracia. na mesa 2 da assembleia de voto arcoense, dos eleitores mais recentes, a abstenção atingiu os 68%. em refojos, numa mesa com as mesmas características a afluência rondou os 20%. mas há um dado a considerar, para quem pôde correr as listas de descarga de voto, há uma juventude que está ausente do país pelo mau estado das coisas e que, por aí, nada pode fazer para muda-lo.
memória curta: de compreensão difícil as percentagens albanesas, em cabeceiras (62%) e nos restantes concelhos de basto, acima dos 70%, a premiar o primeiro-ministro que fechou a linha do tâmega e deixou uma região pendurada em promessas por cumprir. em arco de baúlhe, então, acho vergonhoso que cavaco consiga uma percentagem tão elevada (56%).
incoerência: a mesmo eleitorado que tanto desdenha os quase 20 anos de poder do actual presidente da câmara, parece não ver nenhum problema em praticamente 25 anos de cavaco silva com as mãos nas rédeas do país.
alegre ficou bloqueado por um casamento estranho entre o be e o ps, por aí uma sombra da candidatura sensação de há 5 anos. esse papel que muito bem serviu a fernando nobre que atingiu os 2 dígitos nas freguesias menos rurais do concelho de cabeceiras de basto, mesmo assim, talvez tivesse melhor resultado se fosse outro mandatário para o concelho.
coelho, que atinge quase 40% no seu arquipélago natal, consegue embaraçar o agora debilitado regime de alberto joão jardim. foi um segundo enfarte no miocárdio da madeira jardinista.



