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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Sensibilidade e bom senso

Acabo de ver parte da reportagem da TVI sobre o caso do Lar e Creche de Arco de Baúlhe e, dado o afinco com que este blog é usado para a discussão do mesmo, cabe-me esclarecer a minha posição:
  1. Apesar de ter defendido uma outra localização e modelo de constituição para o Lar e Creche de Arco de Baúlhe, sou totalmente favorável à abertura do equipamento a bem dos seus utentes e trabalhadores;
  2. Fico com a impressão de que a Câmara Municipal usa dois pesos e duas medidas na sua relação com algumas instituições e associações locais. E neste caso, tem-se comportado, por uma birra incompreensível, contra os interesses das populações, quando devia facilitar todo o processo de licenciamento;
  3. Não subscrevo de modo nenhum, e até condeno veementemente, a forma com que muitos dos leitores deste blog despejam cobarde e indecentemente insinuações sobre quem quer que vá assumir funções nesta instituição. Voluntário ou não, o trabalho com idosos e crianças não é apertar parafusos. Exige uma capacidade e entrega pessoal que duvido que os mesmos que não se frenam em despejar vinagre, tivessem algum dia a hombridade suficiente para merecer este trabalho.
Com isto, e na minha humilde posição de mais recente expatriado, apelo à sensibilidade e ao bom senso de todas pessoas fundamentais, no sentido de que se encerre toda a polémica no dia em que se abrirem as portas do Lar e Creche de Arco de Baúlhe.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Roupa Suja

Por obrigações públicas maiores não vi o forrobodó em redor do Lar e Creche da A.R.C.A. no Você na TV. A guerra é longa, disse o que tinha a dizer e lamento que o processo se tenha arrastado desta maneira, ainda que não esteja nada surpreendido. São incontáveis os outros negócios que ficam pendentes pelo mesmo tipo de inércia de licenciamento por parte da Câmara. Ainda que ache a localização do equipamento um tremendo erro desde o início, desejo a valência disponível, a bem dos futuros utentes, o mais rápido possível. E para isso qualquer fórmula para acelerar a abertura é legítima. Mesmo levar o caso ao programa da Cristina e do Goucha. Agora (e só sei disto de ouvido ), colocar o número em rodapé, à espera de uma chamada em directo do presidente da Câmara Municipal com esclarecimentos, é ser-se crente. Não estava a ver o presidente absoluto da distrital bracarense e membro importante da Comissão Nacional do Partido Socialista a lavar a roupa suja para uma plateia de domésticas.

[guardo mais comentários para depois de visualizar o programa gravado, coisas da Meo]

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Acontece em Arco de Baúlhe | Amanhã

jornadas da saude cut

Nota: ao contrário do indicado, (ainda)não sou médico. Não possuo cartão da ordem, nem dei por terminada a minha formação académica, coisa agendada para meados deste ano. Também por razões pessoais, aos interessados, a minha apresentação decorrerá, de manhã, pelas 11h10.

terça-feira, 20 de abril de 2010

ponto e vírgula

Admito que talvez tenha descartado algum zelo na aprovação dos comentários aos posts abaixo, se calhar em prejuízo dos visados. Fi-lo mais em consideração por dezenas de arcoenses, e não só, fora do berço e que vão sabendo da sua terra por aqui - 'taditos, que bem podiam arranjar melhor. Talvez se sintam tentados a regressar, ou a ficar de vez, com tanta falta de cuidado mental nestes dias e por estes lados.

A partir deste momento não aprovo nenhum comentário escrito anonimamente sem outro conteúdo que não a difamação e do insulto gratuito, coisa que é bem diferente da análise crítica. Qualquer reclamação pode ser endereçada para malmaior[arroba]gmail.com.

Arauto

ARCA

domingo, 18 de abril de 2010

Um Preservativo

As eleições da ARCA quase terão sido adiadas por falta de condições de segurança para o acto.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dia A

SANY0228

Este Sábado 17 de Abril, há eleições para os novos Órgãos Sociais da A.R.C.A. (ver actuais). Tanto o presidente da Assembleia Geral, João Oliveira Silva, como a presidente da Direcção, Carla Celina Pacheco, em comunicado, apelaram à afluência às urnas, abertas das 15 às 19h, no gabinete da associação na Casa do Povo de Arco de Baúlhe. As listas concorrentes não estão, no entanto, em edital.

No mesmo dia, pela mesma hora (17 de Abril, 15 horas) e no auditório da Casa do Povo, os sócios e simpatizantes do Desportivo de Arco de Baúlhe, são chamados, mais uma vez, para uma Assembleia Geral que pode definir o futuro da colectividade cuja equipa de futebol lidera o Campeonato Distrital da 2ª Divisão.

terça-feira, 16 de março de 2010

Crónica de uma polémica anunciada | Adenda

Agradeço ao Jorge Pacheco a honra de me deixar uma réplica, frontal e directa, num artigo que já vai longo em comentários.

Antes de mais, eu não julgo a boa-fé de quem dirige ou dirigiu a A.R.C.A.. Na mesma medida, respeito as decisões que tomam e louvo o sacrifício que oferecem pelas suas ideias. Agora não vejo nenhuma indelicadeza em não concordar com a transformação da Associação em IPSS. Quando digo "estranha e súbita" é por entender que a instituição não tinha qualquer vocação ou passado que previsse a emergência deste estatuto.

Por outro lado, uma IPSS acarreta determinadas responsabilidades e obrigações com a comunidade e em financiamento, que castra qualquer vontade a um sócio com um projecto para a A.R.C.A., eminentemente cultural e recreativo. É uma suposição, mas serão muito menos as pessoas que se arriscariam agora a presidir uma associação com tamanho fardo orçamental, como um Lar e Creche.

Um grande abraço.

terça-feira, 9 de março de 2010

Crónica de uma polémica anunciada

Quando a direcção Associação Recreativa e Cultural de Arco de Baúlhe (ARCA) decidiu tomar em ombros o esforço de construir um Lar e Creche, franzi o sobrolho. A ARCA já se tinha desvirtuado anos antes, com uma motivação estranha e súbita de se constituir como IPSS. Não sei se por empurrão ou a que que preço, sugando muita da energia da direcção, desviada do que devia ser a agenda normal de uma associação cultural.

Não tardaram as dificuldades de financiamento, agravadas por eventos de angariação defraudados, o que obrigou à mediação da Câmara Municipal e com o devido juro. A partir desse momento, era óbvio que bênção do Presidente de Câmara à obra, quer na gestão da turra com o Clube de Caça e Pesca, quer no empurrão dado com visita oportuna do então Ministro Vieira da Silva ao estaleiro, teria de ser correspondida com uma total... colaboração. E, como já se sabia, o modelo de gestão política local não seria tolerante a uma direcção que primasse que pela diversidade de gostos.

Posto isto, não admira agora a emergência de figuras espicaçadas pelo politburo socialista cabeceirense para tomar as rédeas da coisa. O embargo moral à actual presidente da A.R.C.A., ficou patente num aparte doloroso e escusado de Joaquim Barreto, a meio do discurso da inauguração recente do gabinete da direcção regional de educação na Casa do Povo. Tristemente, estas como outras insinuações e boatos vendem-se como pãezinhos quentes, e a polémica pode envenenar de morte qualquer instituição.

A realidade é que, fosse esta uma comunidade minimamente saudável, e diagnosticada a necessidade, o Lar e Creche de Arco de Baúlhe poderia ter seguido um modelo de subscrição pública aberto e suportado por organizações locais. O projecto, aliás, apresentava-se como uma oportunidade única para unir esforços de várias estruturas, nomeadamente do núcleo local da Cruz Vermelha Portuguesa, com experiência no terreno, que há muito demonstrava desejo semelhante e que podia lograr apoios da estrutura nacional da organização.

Mas não. A gestão politizada e sectária do associativismo impõe-se, de um lado e de outro, para o mal de todos. Pior ainda quando há empregos e influência à mistura. E esta instrumentalização partidária só tem agravado o processo de letargia da comunidade e agudizado o conflito entre pessoas e grupos. O ambiente de crispação criado já teve o seu momento deprimente à boca das urnas de Arco de Baúlhe, nas últimas autárquicas. Assim, caros conterrâneos, não há boa vontade que medre e tão pouco se há-de chegar a lugar algum.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

uma pequena nota solta para reflexão

Não tenho praticamente nada a apontar em 30 anos de história da Associação Recreativa e Cultural de Arco de Baúlhe (A.R.C.A.), fundada em redor do princípio sobrado das Casas do Povo: um associativismo comunitário sem fins lucrativos, voluntário, em prol do enriquecimento cultural das pessoas. Mas a partir do momento em que a mesma instituição se constitui como IPSS, com interesses e empregos envolvidos no apoio social, cuidados de saúde e educação, legar a gestão de grande parte do renovado edifício da antiga "Casa do Povo"/Centro Comunitário à A.R.C.A., é tão controverso como legá-la à Santa Casa da Misericórdia.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Arco-Íris


Slimmy - Beatsound Loverboy

Pelo que se diz por aí, vamos ter Slimmy no Festival de Música Moderna de Arco de Baúlhe, em Cabeceiras de Basto, pronto - na ambiguidade - para abrir mentalidades racha ao meio. Outros serão M.A.U., Bala e Orangotang... Há que ir reservando bilhetes ;)